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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.8.2020.tde-27022020-155516
Documento
Autor
Nome completo
Ravena Olinda Teixeira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Nascimento, Milton Meira do (Presidente)
Chaui, Marilena de Souza
Paula, Marcos Ferreira de
Solé, Maria Jimena
Título em português
Felicidade e identidade: a ressignificação da memória em Espinosa
Palavras-chave em português
Corpo
Eternidade da mente
Felicidade
Identidade
Memória
Resumo em português
Na quinta e última parte da Ética, Espinosa deixa claro que existe um caminho que conduz o homem à liberdade e à felicidade. No desenrolar das proposições percebemos que o caminho é a potentia intellectus, ou seja, o conhecimento verdadeiro. A partir da proposição 21 nosso filósofo afirma que tratará sobre a duração da mente considerada sem relação com o corpo. No escólio da proposição 38, Espinosa afirma que a felicidade se origina do terceiro gênero de conhecimento e, que por essa maneira de conhecer a mente humana pode ser de uma natureza tal, que as coisas que perecem com o corpo não tenham nenhum peso com relação àquilo que dela permanece. Essas duas passagens da quinta parte da Ética, além de dar espaço aos supersticiosos ao sugerir que o corpo e a mente humana tenham durações distintas, revelam a doutrina da eternidade da mente e constituem o cerne do problema que impulsiona nossa tese: a doutrina da eternidade da mente parece implicar que a salvação ou a felicidade que Espinosa propõe pelo terceiro gênero do conhecimento não envolve relação com o corpo. No entanto, conceber a mente humana sem relação com o corpo não é possível sem abrir mão de uma das mais polêmicas e inovadoras teses de Espinosa: de ser a mente apenas a ideia do corpo. Além disso, por ser uma negação do corpo, essa doutrina é por consequência uma negação da memória, já que a memória é constituída por ideias que surgem a partir das imagens do corpo. Com efeito, a partir da proposição 21 Espinosa escreverá sobre uma mente sem memória. Mas isso é mesmo possível? Concordamos que a filosofia de Espinosa quer eliminar a interpretação substancialista do ego e a falsa ideia de que existe um eu que permanece idêntico a si mesmo ao longo do tempo. É uma crítica clara e precisa ao sujeito pensado à maneira do cogito cartesiano. Porém, será que essa crítica implica dizer, pela forma como foi apresentada, que a identidade pessoal a partir dos dados da memória é imaginária? Será que dissolver essa ideia por meio do segundo e principalmente do terceiro gênero de conhecimento é um passo imprescindível para conquistar a felicidade? Em outras palavras, o que nós queremos investigar é se para alcançar a felicidade, Espinosa propõe que o eu seja aniquilado de nossa mente por não passar de uma ilusão que acarreta mais sofrimento do que alegria. E como isso seria possível sem implicar contradição no seio de uma filosofia imanente que pretende abolir o dualismo entre mente e corpo. Portanto, nosso trabalho versa sobre o papel da memória na construção da identidade e como ambas podem garantir ao corpo seu lugar de igualdade em relação à mente na conquista da liberdade e da felicidade humanas. Ou melhor, como o eu pode ser feliz na alma (mente) e de corpo inteiro.
Título em espanhol
Felicidad e identidad: la resignificación de la memoria em Espinosa
Palavras-chave em espanhol
Cuerpo
Eternidad de la mente
Felicidad
Identidad
Memoria
Resumo em espanhol
En la quinta y última parte de la Ética, Spinoza deja claro que existe un camino que conduce al hombre a la libertad y la felicidad. En el desarrollo de las proposiciones percibimos que ese camino es el conocimiento verdadero, la potentia intellectus. A partir de la proposición 21 nuestro autor afirma que tratará sobre la duración de la mente, considerada esta sin relación con el cuerpo. En el escolio de la proposición 38, Spinoza afirma que la felicidad se origina del tercer género del conocimiento, y por esa manera de conocer, la mente humana puede ser de una naturaleza tal que las cosas que perecen con el cuerpo no tengan ningún peso respecto de aquello que de ella permanece. Esos dos pasajes de la quinta parte de la Ética, más allá de dar lugar a los supersticiosos a sugerir que el cuerpo y la mente humana tengan duraciones distintas, revelan la doctrina de la eternidad de la mente y constituyen el núcleo del problema que impulsa nuestra tesis: la doctrina de la eternidad de la mente parece implicar que la salvación o la felicidad que Spinoza propone por el tercer género del conocimiento no involucra una relación con el cuerpo. Sin embargo, concebir la mente humana sin vínculo con el cuerpo no es posible sin renunciar a una de las más polémicas e innovadoras tesis de Spinoza: la de ser la mente solo la idea del cuerpo. Más allá de eso, esta doctrina, por ser una negación del cuerpo, es, en consecuencia, una negación de la memoria, ya que la memoria se constituye de ideas que surgen a partir de las imágenes del cuerpo. En efecto, a partir de la proposición 21, Spinoza escribirá sobre una mente sin memoria. ¿Pero es ello posible? Concordamos en que la filosofía de Spinoza quiere eliminar la interpretación sustancialista del ego y de la falsa idea de que existe un yo que permanece idéntico a sí mismo a lo largo del tiempo. Es una crítica clara y precisa al sujeto pensado a la manera del cogito cartesiano. Sin embargo, ¿será que esa crítica implica decir, por la forma en que fue presentada, que la identidad personal a partir de los datos de la memoria es imaginaria? ¿Será que disolver esa idea por medio del segundo y (principalmente) tercer género del conocimiento es un paso imprescindible para conquistar la felicidad? En otras palabras, lo que queremos investigar es si para alcanzar la felicidad Spinoza propone que el yo sea aniquilado de nuestra mente por no ser más que una ilusión que acarrea más sufrimiento qué alegría. Y cómo esto sería posible sin implicar contradicción en el seno de su filosofía inmanente que pretende abolir el dualismo entre mente y cuerpo. Por lo tanto, nuestro trabajo trata sobre el papel de la memoria en la construcción de la identidad y cómo ambas pueden garantizar al cuerpo su lugar de igualdad en relación a la mente en la conquista de la libertad y la felicidad humanas. O mejor, como el yo puede ser feliz en alma (mente) y en cuerpo.
 
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Data de Publicação
2020-02-27
 
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