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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.8.2016.tde-13122016-121742
Documento
Autor
Nome completo
Caio Mendonça Ribeiro Favaretto
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2016
Orientador
Banca examinadora
Safatle, Vladimir Pinheiro (Presidente)
Matos, Olgaria Chain Feres
Serrano, Pedro Estevam Alves Pinto
Silva, Márcio Orlando Seligmann
Título em português
Do governo dos vivos: Giorgio Agamben, biopolítica e Estado de exceção
Palavras-chave em português
Biopolítica
Estado de exceção
Giorgio Agamben
Soberania
Resumo em português
Poderíamos afirmar que o projeto Homo Sacer, que marcará o pensamento de Giorgio Agamben em sua fase mais recente, busca colocar em operação uma crítica do aparato político ocidental, sustentada por uma leitura da modernidade que aponta a persistência em seu núcleo de dispositivos ligados a uma metafísica negativa de origem jurídicoteológica. Tal crítica será construída fundamentalmente a partir da leitura dos estudos elaborados por Michel Foucault em torno do tema da biopolítica, aliado a um segundo debate, realizado entre Carl Schmitt e Walter Benjamin em torno da relação entre soberania e estado de exceção. Para o filósofo italiano, a modernidade estaria marcada pela coincidência progressiva entre espaço político, gestão da vida e a generalização de dispositivos próprios ao Estado de Exceção, afirmando não a polis, mas o campo de concentração, como o paradigma político fundamental do Ocidente.
Título em inglês
On the government of the living: Giorgio Agamben, biopolitics and state of exception
Palavras-chave em inglês
Biopolitics
Giorgio Agamben
Sovereignty
State of exception
Resumo em inglês
The Homo Sacer project, the pillar of Giorgio Agambens later thought, seeks to operate a critique of the Western political apparatus, supported by a reading of modernity that points to the persistence, at its very core, of a negative metaphysics of juridicotheological origin. This critique derives primarily from a reading of Michel Foucaults studies on biopolitics, allied with a second debate, held between Carl Schmitt and Walter Benjamin, on the relationship between sovereignty and the state of exception. For the Italian thinker, the modern state is marked by the progressive coincidence between the political space, life-management and the state of exception. Based on this thesis, Agamben elects the concentration camp rather than the polis as the fundamental political paradigm of the West.
 
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Data de Publicação
2016-12-13
 
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