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Mémoire de Maîtrise
DOI
https://doi.org/10.11606/D.8.2020.tde-12042021-181154
Document
Auteur
Nom complet
Thiago Pignata Carezzato
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2020
Directeur
Jury
Ferraz, Marcus Sacrini Ayres (Président)
Ferraz Neto, Bento Prado de Almeida
Moura, Alex de Campos
Moutinho, Luiz Damon Santos
Titre en portugais
Ausência e campo transcendental: o papel da fantasia na (des)realização da fenomenologia husserliana
Mots-clés en portugais
Fantasia
Husserl
Imaginação
Neutralização
Transcendental
Resumé en portugais
A pesquisa propõe analisar as relações entre imaginação e fenomenologia transcendental. Não se trata apenas de mostrar o importante papel metodológico que as imagens cumprem nas variações eidéticas efetuadas pelo fenomenólogo. Mais do que isso, visamos aqui estabelecer a teoria da imaginação husserliana, sobretudo sob a forma da fantasia livre, em uma posição privilegiada para compreender o devir transcendental da fenomenologia. Pretende-se evidenciar como as análises da imaginação, a partir de 1904, desmontam uma série de pressupostos da psicologia e do empirismo que ainda operavam subrepticiamente nas Investigações Lógicas e como isso coincide com as transformações e reformulações que Husserl realiza em sua filosofia. Não por acaso, a presentificação pura da fantasia e a redução transcendental são ambas definidas pela modificação de neutralidade, por onde se dá um ausentar-se do contexto empírico em que o Real-Ich vive e efetua suas posições de crença no ser efetivo. Contudo, se Husserl afirma que o parentesco próximo entre estas duas formas de consciência é patente, ele não é menos claro ao alertar quanto ao perigo de uma identificação completa. Identificá-las pura e simplesmente representaria a maior das traições ao projeto transcendental, cujas verdades universais não podem ser, de forma alguma, obras de uma consciência fantasiante. É então no duplo movimento de uma aproximação fecunda e de um distanciamento prudente que a presente pesquisa busca seu ritmo de investigação.
Titre en anglais
Absence and transcendental field: the role of phantasy in the (de)realization of Husserlian phenomenology
Mots-clés en anglais
Husserl
imagination
neutralization
phantasy
transcendental
Resumé en anglais
The purpose of this research is to analyze the relations between imagination and transcendental phenomenology. It is not just a question of showing the important methodological role that images play in eidetic variations that are performed by the phenomenologist. More than that, we aim here to set out Husserl's theory of imagination (especially in the form of free phantasy) in a privileged position to understand the transcendental becoming of phenomenology. It is intended here to highlight how the investigations about imagination from 1904 onwards dismantle a set of assumptions of psychology and empiricism that were still surreptitiously operating on Logical Investigations and how this coincides with the transformations and restatements that Husserl carries out on his philosophy. Not by chance, the pure presentification of phantasy and the transcendental reduction are both defined by neutrality modification, whereby one is absent from empirical context where the Real-Ich lives and makes its belief positions about the actual being. However, if Husserl states that the close relationship between both forms of consciousness is manifest, he is no less clear when he alerts about the danger of a complete identification. By simply identifying them, one would undertake the greatest betrayal of transcendental project, whose universal truths may not in any way be works of a phantasy consciusness. It's then in a twofold movement of a fruitful rapprochement and a cautious estrangement that the present study seeks its investigation's pace. (AU)
 
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Date de Publication
2021-04-12
 
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