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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.74.2022.tde-01082022-161259
Documento
Autor
Nome completo
Leandro Neodini Remedio
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Pirassununga, 2022
Orientador
Banca examinadora
Carvalho, Rosemary Aparecida de (Presidente)
Rodrigues, Christianne Elisabete da Costa
Santos, Andrelina Maria Pinheiro
Vanin, Fernanda Maria
Venturini, Anna Cecilia
Yoshida, Cristiana Maria Pedroso
Título em português
Desenvolvimento de filmes de desintegração oral como veículo de extrato etanólico de própolis verde utilizando-se a técnica de impressão
Palavras-chave em português
Compostos ativos
Liberação
Polímeros naturais
Tape-casting
Resumo em português
Em virtude de sua absorção mais eficiente, o uso de filmes de desintegração oral (FDO) como meio de liberação de agentes ativos na mucosa oral vem crescendo. Além disso, ele evita a passagem pelo trato gastrointestinal, que necessita de dosagens mais altas de princípios ativos. A hidroxipropilmetil celulose (HPMC) e a quitosana são polímeros muito utilizados na produção destes filmes, em função da capacidade de formação de filmes e não-toxicidade. Normalmente, o princípio ativo é incorporado durante a produção e exposto às condições de secagem, podendo sofrer degradação. A utilização da técnica de impressão para a incorporação de princípios ativos pode ser uma alternativa devido a sua versatilidade (como por exemplo incorporação de doses personalizadas). A própolis é conhecida por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, sendo administrada principalmente na forma de extratos alcoólicos, que normalmente apresentam sabor marcante e dificultam a administração. Assim, o objetivo deste estudo foi a produção e caracterização de filmes de desintegração oral (FDO) à base de HPMC e quitosana, com incorporação de extrato etanólico de própolis verde (EEPV) utilizando-se a técnica de impressão. Os FDOs foram produzidos pela técnica de tape-casting, com concentrações de 7,5g de HPMC/100g de solução filmogênica e 3g de quitosana/100g de solução filmogênica e como plastificante utilizou-se o glicerol (30g /100g de polímero) para os filmes à base de HPMC. Os FDOs com incorporação de própolis foram produzidos utilizando-se diferentes números de camadas de impressão (0 a 4 camadas de extrato). Os FDOs foram caracterizados em relação ao conteúdo de água, matéria total solúvel, espessura, propriedades mecânicas, cor, ângulo de contato, FTIR, difração de raios-X, microscopia eletrônica de varredura, microscopia de força atômica, tempo de desintegração, pH de superfície, estabilidade ao longo de 90 dias, citotoxicidade e atividade anti-inflamatória. Verificou-se que foi possível incorporar até quatro camadas do extrato da própolis nos filmes à base de HPMC e quitosana, sendo inviável a incorporação de um maior número de camadas. A incorporação do EEPV causou alterações significativas nas propriedades mecânicas dos FDOs, como o aumento na tensão na ruptura e no módulo elástico e a diminuição da elasticidade, para ambas as macromoléculas, com o aumento do número de camadas de EEPV. Além disso observou-se redução do ângulo de contato com o aumento do número de camadas de EEPV, indicando aumento do caráter hidrofílico. A estabilidade dos filmes, de um modo geral, se manteve controlada durante os 90 dias onde, após uma redução inicial, a concentração de compostos fenólicos totais e o potencial antioxidante não foram significativamente afetados. Foi constatada atividade anti-inflamatória dos filmes à base de HPMC contra células de macrófagos. A técnica de impressão demonstrou-se viável na incorporação de extrato etanólico de própolis verde nos FDOs analisados, tornando-se uma possível alternativa para incorporação de outros extratos em diferentes filmes.
Título em inglês
Development of oral disintegration films as vehicle of green propolis ethanolic extract using the printing technique
Palavras-chave em inglês
Active compounds
Natural polymers
Release
Tape-casting
Resumo em inglês
Due to its efficient absorption, the use of orally disintegrating films (ODF) as a means of releasing active agents in the oral mucosa has been increasing because their absorption is more efficient. In addition, it prevents passage through the gastrointestinal tract, which requires higher dosages of active ingredients. Hydroxypropylmethyl cellulose (HPMC) and chitosan are polymers widely used in the production of these films, due to their film-forming capacity and non-toxicity. Normally, the active agent is incorporated during production and exposed to drying conditions, and may undergo degradation. The use of printing technique to incorporate active principles can be an alternative due to its versatility (such as the incorporation of personalized doses). Propolis is known for its antioxidant and anti-inflammatory properties, being administered mainly in the form of alcoholic extracts, which usually have a strong flavor and make administration difficult. Thus, the aim of this study was the production and characterization of HPMC and chitosan-based orally disintegrating films (ODF), with incorporation of green propolis ethanolic extract (GPEE) using the printing technique. The ODFs were produced by tape-casting technique, with concentrations of 7.5g of HPMC/100g of film-forming solution (FFS) and 3g of chitosan/100g of film-forming solution. As plasticizer, glycerol (30g/100g of polymer) was used for HPMC based ODFs. ODFs with GPEE incorporation were produced with different printing layers (0 to 4 layers of extract). ODFs were characterized in water content, total soluble matter, thickness, mechanical properties, color, contact angle, FTIR, X-ray diffraction, scanning electron microscopy, atomic force microscopy, disintegration time, surface pH, stability over 90 days, cytotoxicity and anti-inflammatory activity. It was possible to incorporate up to four layers of GPEE on HPMC and chitosan based ODFs, but it was impossible to incorporate a greater number of layers. The incorporation of GPEE caused significant changes in mechanical properties of the ODFs, such as an increase in tensile strength and elastic modulus and a decrease in elasticity, for both macromolecules, with the increase in GPEE number of layers. In addition, a decrease in solubility and contact angle was observed with increasing number of GPEE layers. The stability of ODFs, in general, remained controlled during the 90 days where, after an initial reduction, the concentration of phenolic compounds and the antioxidant potential were not significantly affected. Anti-inflammatory activity of HPMC-based ODFs was observed against macrophage cells. The printing technique proved to be viable in the incorporation of ethanolic extract of green propolis in the analyzed ODFs, making it a possible alternative for the incorporation of other extracts in different films.
 
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Data de Publicação
2022-08-03
 
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