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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.7.2019.tde-09122019-162009
Documento
Autor
Nome completo
Joese Aparecida Carvalho
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Rossato, Lisabelle Mariano (Presidente)
Borghi, Camila Amaral
Mandetta, Myriam Aparecida
Pinto, Márcia Carla Morete
Título em português
O manejo da dor em crianças hospitalizadas: um estudo retrospectivo
Palavras-chave em português
Criança
Dor
Enfermagem pediátrica
Medição de dor
Resumo em português
Introdução: Independente do instrumento utilizado para a avaliação da dor da criança, o primordial é que este possibilite ao profissional a construção de um plano de intervenções que atenda individualmente cada criança. O conhecimento técnico da equipe é essencial para a realização de avaliações criteriosas de dor. É necessário identificar a maneira como é realizada a avaliação da dor e quais as ações adotadas para alívio da dor. Objetivo geral: Identificar como é realizado o manejo da dor em crianças internadas, mediante análise de registro em prontuários. Método: Trata-se de um estudo retrospectivo, de abordagem quantitativa, realizado por meio de análise de registros em prontuários de crianças internadas em um Hospital Escola do Município de São Paulo. Para a coleta foi elaborado um instrumento para anotação dos registros, composto por dados demográficos, da internação e informações a respeito dos aspectos relacionados à dor durante o período de internação. Os dados foram armazenados em planilha Microsoft Office Excel® e analisados com o programa estatístico R3.5.3. As variáveis foram analisadas com estatística descritiva. Para a análise das associações entre as variáveis independentes e dependentes, foram aplicados os testes de Pearson's, teste Qui-quadrado, teste de Kruskal-Wallis rank sum, teste de Kruskal-Wallis Qui-quadrado e Teste Exato de Fischer. O nível de significância estatística adotado foi de 5%. O projeto de pesquisa recebeu aprovação das duas instituições. Resultados: Foram analisados 1728 prontuários, resultando em uma amostra de 1251 prontuários. Dessa amostra, 38,7% (N=481) apresentaram dor. Dentro da amostra de prontuários o registro de crianças internadas do sexo feminino foi de 42,6% (N=533) e do sexo masculino foi de 57,3% (N=718). A média de idade das crianças internadas foi de 3,6 anos e a média do período de internação foi de cinco dias. A descrição da intensidade da dor foi considerada pelo instrumento de avaliação aplicado durante o período de internação. Além disso, foi considerado o registro de maior score dentro de todo o período de avaliação da criança durante a internação. Apresentaram dor intensa em algum período da internação, as crianças avaliadas com a escala FLACC, 41,5%; numérica, 67,7%; FACES, 73,5% e NIPS, 37,2%. A escala FLACC foi usada para avaliar 73,3% das crianças; a numérica em 21,3%; a FACES em 3,5% e a NIPS em 5,6%. Das crianças internadas no período investigado, 86% (N=1075) tinham em seu prontuário analgesia prescrita. A adoção de medidas não farmacológicas para alívio da dor foi de 0,48% (N=6). O diagnóstico dor aguda foi eleito para 30,1% (N=375). Estabelecendo a relação entre a presença de dor e a eleição do diagnóstico dor aguda, observou-se que ele foi adotado para 53,85% (N=259) das crianças que apresentaram dor em algum momento da internação. O diagnóstico dor aguda não foi eleito para 46,1% (N=222) das crianças que tiveram dor e foi eleito para 14,8% (N=113) das crianças internadas que não apresentaram dor em nenhum momento da internação. A partir da amostra total da pesquisa (N=1251 prontuários) obteve-se 15,5% (N=194) de registro de reavaliações. Conclusão: a frequência do dor nas crianças internadas foi de 38,7%; as crianças avaliadas com escalas de autorrelato apresentaram maior intensidade de dor em algum momento da internação. A escala FLACC foi a mais usada para avaliação das crianças internadas. A adoção de medidas não farmacológicas para o alívio da dor é pouco frequente, assim como a reavaliação da dor não é realizada de maneira satisfatória.
Título em inglês
The pain management in hospitalized children: a retrospective study
Palavras-chave em inglês
Child
Pain
Pain measurement
Pediatric nursing
Resumo em inglês
Introduction: Regardless of the instrument used to assess the pain of the child, the most important is that it allows the professional to construct a plan of interventions that meets each child individually. The technical knowledge of the team is essential for the careful evaluation of pain. It is necessary to identify the way pain assessment is performed and what actions are taken to relieve pain. General objective: To identify how the management of pain in hospitalized children is performed, through analysis of records in medical records. Method: This is a retrospective, quantitative approach, carried out by analyzing records in medical records of children hospitalized at a Hospital Escola do Município de São Paulo. For the collection, an instrument was used to record the records, composed of demographic data, hospitalization and information regarding aspects related to pain during the hospitalization period. The data were stored in a Microsoft Office Excel® worksheet and analyzed with statistical software R3.5.3. The variables were analyzed with descriptive statistics. Pearson's tests, Chi-square test, Kruskal-Wallis rank sum test, Kruskal-Wallis Chi-square test and Fischer's exact test were applied for the analysis of associations between independent and dependent variables. The level of statistical significance adopted was 5%. The research project was approved by the two institutions. Results: 1728 medical records were analyzed, resulting in a sample of 1251 medical records. Of this sample, 38.7% (N = 481) presented pain. Within the sample of medical records, 42.6% of hospitalized children (N = 533) and 57.3% (N = 718) were male. The mean age of hospitalized children was 3.6 years and the mean length of hospital stay was five days. The description of pain intensity was considered by the evaluation instrument applied during the hospitalization period. In addition, the highest score was recorded during the whole evaluation period of the child during hospitalization. There were intense pain in some period of hospitalization, the children evaluated with the FLACC scale, 41.5%; 67.7%; FACES, 73.5% and NIPS, 37.2%. The FLACC scale was used to assess 73.3% of the children; the numeric in 21.3%; the FACES in 3.5% and the NIPS in 5.6%. Of the children hospitalized during the investigation period, 86% (N = 1075) had prescribed analgesia in their records. The adoption of non-pharmacological measures for pain relief was 0.48% (N = 6). The diagnosis "acute pain" was chosen for 30.1% (N = 375). Establishing the relationship between the presence of pain and the choice of the "acute pain" diagnosis, it was observed that it was adopted for 53.85% (N = 259) of the children who presented pain at some time of hospitalization. The "acute pain" diagnosis was not chosen for 46.1% (N = 222) of the children who had pain and was elected to 14.8% (N = 113) of hospitalized children who did not present pain at any time of hospitalization. From the total sample of the survey (N = 1251 medical records), 15.5% (N = 194) of reevaluation records were obtained. Conclusion: the frequency of pain in hospitalized children was 38.7%; The children evaluated with self-report scales presented higher pain intensity at some point of hospitalization. The FLACC scale was the most used to evaluate hospitalized children. Non-pharmacological measures for pain relief are infrequent, and pain reevaluation is not performed satisfactorily.
 
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Joese_Carvalho.pdf (1.75 Mbytes)
Data de Publicação
2019-12-18
 
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