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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.7.2020.tde-16122019-202134
Documento
Autor
Nome completo
Anna Claudia Mauricio Telles
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Baptista, Patricia Campos Pavan (Presidente)
Dorea, Egidio Lima
Felli, Vanda Elisa Andres
Gutierrez, Beatriz Aparecida Ozello
Paschoal, Maria Lúcia Habib
Silva, Silmar Maria da
Título em português
Envelhecimento, produtividade e capacidade para o trabalho em trabalhadores de enfermagem
Palavras-chave em português
Capacidade para o trabalho
Desempenho
Enfermagem
Envelhecimento
Produtividade
Resumo em português
A problemática do envelhecimento no trabalho tem sido discutida em âmbitos nacional e internacional, haja vista seu impacto na produtividade e na gestão de políticas públicas à saúde do trabalhador. Verificar a associação entre o envelhecimento cronológico, a capacidade para o trabalho e a produtividade em trabalhadores de enfermagem e compreender as expectativas dos trabalhadores de enfermagem com idade igual ou superior a 45 anos acerca do envelhecimento cronológico e da capacidade para o trabalho. Estudo epidemiológico de recorte transversal, com abordagem quanti-qualitativa, desenvolvido em uma Hospital Público do estado de São Paulo, com trabalhadores da equipe de enfermagem com idade igual e superior a 45 anos. Os dados quantitativos foram coletados por meio de formulário contendo dados sociodemográficos e profissionais, questionário Índice de Capacidade para o Trabalho e questionário sobre produtividade no trabalho em atividades: Saúde geral V 2.0; e os dados qualitativos foram coletados através de entrevista individual com os trabalhadores de enfermagem onde foram transcritos e submetidos à técnica de análise de discurso proposta pelo referencial de Minayo (2014). Foram eleitos 264 trabalhadores e desses 211(79,9%) participaram da pesquisa. A média etária foi de 53 anos (dp=4,3 anos), sendo 188(89,1%) mulheres, 57,8% casado (a) ou com companheiro (a), 50,7% com escolaridade nível superior. O tempo médio de atuação na profissão enfermagem era de 25,5 anos (dp=6,6anos),65,4% exerciam a função de técnico e auxiliar de enfermagem,54% tinham renda familiar a partir de nove salários mínimos(R$ 8.4433,00).A média do escore do Índice de Capacidade para o Trabalho foi considerada boa, com 37,8 pontos, porém 41,7% com Índice da Capacidade para o trabalho inadequado. Os problemas de saúde predominantes foram as doenças musculoesqueléticas. A produtividade revelou um escore médio de 24.7% de prejuízo às atividades diárias devido à saúde, 22,7% no prejuízo total ao trabalho devido à saúde e, no presenteísmo de 21,2%. Observou associação estatisticamente significativa entre a produtividade e a capacidade para o trabalho (p<0,001) onde o comprometimento na produtividade está entre àqueles com capacidade inadequada (moderada e baixa). Na análise dos dados qualitativos foram construídas três categorias onde os participantes percebem o seu envelhecimento, suas limitações e se preocupam com os seus problemas físicos; acreditam que não podem mais produzir, tem medo da dependência e, um desejo e satisfação de continuar realizando suas atividades;um sentimento de tristeza quando pensam em se preparar, planejar o seu envelhecimento, eles se preocupam, mas, não querem pensar nessa questão e, alguns trabalhadores pretendem parar de trabalhar, mas, outros desejavam continuar trabalhando. Apenas alguns tinham uma perspectiva de se planejar e preparar para o seu envelhecimento. Destaca-se a importância de identificar o perfil dos trabalhadores de enfermagem em fase de envelhecimento para que as Instituições promovam estratégias e intervenções voltadas para essa faixa etária a fim de prevenir a aposentadoria precoce e favorecer uma melhor longevidade.
Título em inglês
Aging, productivity and work ability in nursing workers
Palavras-chave em inglês
Aging
Nursing
Performance
Productivity
Work Ability
Resumo em inglês
He problem of aging at work has been discussed at national and international levels, given its impact on productivity and the management of public policies on worker health. To verify the association between chronological aging, work ability for work and productivity in nursing workers, and to understand the expectations of nursing workers aged 45 years or older about chronological aging and work capacity. Epidemiological study of a cross-sectional study, with a quantitative-qualitative approach, developed at a Public Hospital in the state of São Paulo, with nursing team workers aged 45 and over. The quantitative data were collected through a form containing sociodemographic and professional data, a questionnaire on Work Ability Index and a questionnaire on work productivity in activities: general health V 2.0; and the qualitative data were collected through an individual interview with the nursing workers where they were transcribed and submitted to the discourse analysis technique proposed by Minayo (2014). 264 workers were elected and of these, 211 (79.9%) participated in the study. The mean age was 53 years (dp = 4.3 years), 188 (89.1%) women, 57.8% married or with a partner, 50.7% with higher education level. The average time in the nursing profession was 25.5 years (dp = 6.6 years), 65.4% worked as a nurse assistant and technician, 54% had a family income from nine minimum wages (R $ 8.4433,00). The average of the Work Ability Index score was considered good, with 37.8 points, but 41.7% with a Capacity Index for inadequate work. The predominant health problems were musculoskeletal diseases. Productivity showed an average score of 24.7% for "damage to daily activities due to health", 22.7% for "total work injury due to health" and 21.2% for "presentism". There was a statistically significant association between productivity and work capacity (p <0.001) where productivity is among those with inadequate capacity (moderate and low). In the analysis of the qualitative data, three categories were constructed where the participants perceive their aging, their limitations and are concerned with their physical problems; believe that they can no longer produce, are afraid of dependence, and a desire and satisfaction to carry on their activities; a feeling of sadness when they think about preparing themselves, planning their aging, they worry, but they do not want to think about it. , some workers intend to stop working, but others wanted to continue working. Only a few had a perspective of planning and preparing for their aging. It is important to identify the profile of nursing workers in the aging phase so that the Institutions promote strategies and interventions aimed at this age group to prevent early retirement and promote a better longevity.
 
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Anna_CM_Telles.pdf (2.47 Mbytes)
Data de Publicação
2020-03-03
 
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