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Doctoral Thesis
DOI
https://doi.org/10.11606/T.61.2019.tde-17032020-135344
Document
Author
Full name
Ana Carolina Bonetti Valente
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
Bauru, 2019
Supervisor
Committee
Yaedú, Renato Yassutaka Faria (President)
Bullen, Izabel Regina Fischer Rubira de
Cunha, Carolina Ortigosa
Tonello, Cristiano
Title in Portuguese
Avaliação da posição e formato do côndilo mandibular em pós-operatório de um ano de cirurgia ortognática em pacientes com fissura labiopalatina
Keywords in Portuguese
Articulação temporomandibular
Cirurgia ortognática
Síndrome da disfunção da articulação temporomandibular
Abstract in Portuguese
A cirurgia ortognática é uma das últimas cirurgias realizadas em pacientes com fissura labiopalatina. Uma das queixas no pós-operatório é com relação a sintomas relacionados à Articulação Temporomandibular (ATM) e a repercussão da cirurgia ortognática no complexo temporomandibular ainda não está completamente elucidada. Objetivo: avaliar a posição da cabeça da mandíbula em relação à fossa articular e sua remodelação no pós-operatório tardio de cirurgia ortognática e relacionar com a ocorrência de sintomas. Método: Foram avaliadas tomografias de 37 pacientes (74 hemimandíbulas) submetidos à cirurgia ortognática bimaxilar. Por meio de reconstrução 3D, o volume condilar pré e pós-operatório foi comparado. A posição do côndilo em relação à fossa articular foi feita por meio de medidas lineares para medição das distâncias anterior e posterior em linha reta do ponto mais proeminente até a fossa glenóide. A partir disso, os côndilos foram classificados quanto a sua posição em anterior, posterior e concêntrica. A avaliação dos sintomas de dor, ruído e limitação articular foi feita por comparação da avaliação pré-operatória que consta no prontuário e avaliação clínica pós-operatória, por meio de medição das amplitudes de movimento, avaliação de dor e ruído articular e aplicação de escala visual analógica para dor articular, dor ao movimento e satisfação com o resultado da cirurgia. Resultados: todos os dados foram tabulados em planilha do Google Sheets e submetidos à análise estatística por meio do software SigmaPlot 12.0. Verificou-se diferença entre os volumes pré e pós-operatório (p<0,001), com média de redução volumétrica de 7,437%. Não houve diferença de posição pré e pós-operatória (p=0,057). Houve aumento na incidência de sintomas no pós-operatório (p=0,001 para dor e p<0,001 para ruídos articulares). Houve correlação entre posição da cabeça da mandíbula e ruídos articulares (p=0,046), mas não entre a variação do volume com sintomas (p=0,152 para dor e p=0,508 para ruídos). Houve correlação entre variação de posição e variação do volume (p<0,001). Houve diminuição média de 15,2% na amplitude de abertura de boca (p<0,001). Conclusão: não há mudança na posição da cabeça da mandíbula em relação à fossa articular no pós-operatório da cirurgiaortognática. Entretanto, há diminuição do volume ósseo. A remodelação óssea não tem relação com o aparecimento de sintomas e embora a mudança de posicionamento não pôde ser relacionada à ocorrência e magnitude de dor, ela está associada a ruídos articulares no pós-operatório
Title in English
Position and shape assessment of the mandibular condyle after one year of orthognathic surgery in patients with cleft lip and palate
Keywords in English
Orthognathic surgery
Temporomandibular joint
Temporomandibular joint dysfunction syndrome
Abstract in English
Orthognathic surgery is one of the last surgeries performed on patients with cleft lip and palate. One of the postoperative complaints is related to symptoms related to the temporomandibular joint (TMJ) and the repercussion of orthognathic surgery on the temporomandibular complex is not yet fully elucidated. Purpose: To evaluate the position of the condyle in articular fossa and its remodeling in the late postoperative period of orthognathic surgery and to relate the occurrence of symptoms. Materials and methods: CT scans of 37 patients (74 hemimandibles) that underwent bimaxillary orthognathic surgery were evaluated. Through 3D reconstruction, pre and postoperative condylar volume was compared. The position of the condyle in the articular fossa was made by linear measurements to measure the anterior and posterior distances in a straight line from the most prominent point to the glenoid fossa. From this, the condyles were classified according to their position in anterior, posterior and concentric. The evaluation of symptoms of pain, noise and joint limitation was made by comparing the preoperative evaluation in the medical record and postoperative clinical evaluation, by measuring range of motion, joint pain and noise assessment and analogic visual scale application for joint pain, movement pain and satisfaction with the surgery result. Results: All data were tabulated in a Google Sheets spreadsheet and submitted to statistical analysis using SigmaPlot 12.0 software. There was a difference between pre and postoperative volumes (p <0.001), with an average volume reduction of 7.437%. There was no difference in pre and postoperative position (p = 0.057). There was an increased incidence of postoperative symptoms (p = 0.001 for pain and p <0.001 for joint noises). There was a correlation between condyle position and joint noises (p = 0.046), but not between volume variation with symptoms (p = 0.152 for pain and p = 0.508 for noise). There was a correlation between position variation and volume variation (p <0.001). There was an average decrease of 15.2% in mouth opening amplitude (p <0.001). Conclusion: There is no change in the condyle position in articular fossa in the postoperative period of orthognathic surgery. However, there is a decrease in bone volume. Bone remodeling is unrelated to the onset of symptoms and although change in positioncannot be related to the occurrence and magnitude of pain, it is associated with postoperative joint noises
 
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Publishing Date
2020-06-03
 
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