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Master's Dissertation
Full name
Alessandro D'Aquino
Knowledge Area
Date of Defense
Bauru, 2023
Trindade, Sergio Henrique Kiemle (President)
Carreira, Daniela Gamba Garib
Dias, Norimar Hernandes
Weber, Silke Anna Theresa
Title in English
Nasopharyngeal morphometry in adults with cleft lip/palate and obstructive sleep apnea: analysis by cone beam computed tomography and 3D reconstruction
Keywords in English
Cleft palate
Cone-beam computed tomography
Sleep Apnea
Abstract in English
Background: Obstructive sleep apnea (OSA) is characterized by intermittent obstruction of the upper airways. Nasopharyngeal geometry in OSA is still poorly known. Individuals with cleft lip and/or palate (CL/P), due to an altered nasophayngeal morphophysiology, constitute a group specially prone to OSA development. Aims: To evaluate nasopharyngeal airway (NPA) morphometry internal dimensions, such as volumes, perimeters, cross sectional areas (CSA), depth and width, of the inferior and superior segments of adults with cleft lip/palate (CL/P); verifying its correlation with obstructive sleep apnea (OSA) severity, and comparing the findings to those with CL/P without OSA (N-OSA) and with OSA without craniofacial anomalies (N-CL/P). Methods: Three groups, not matched by age/sex, were constituted: G1) CL/P OSA (n=6, 3, 38.70±10.20years); G2) CL/P N-OSA (n=11, 8, 24.80±3.00years); G3) NCL/P OSA (n=13, 4, 50.40±9.70years). Cone-beam computed tomography (CBCT) images were used for 3D reconstruction and morphometric analysis. Results: Volume of NPA (8624/2744mm³) was larger in G1 than in G3 (p=0.03). Length (1.79+0.51cm), inferior (3.24+0.44cm) and superior (1.33+0.18cm) width, inferior depth (2.77+0.41cm), inferior (4.86+1.18cm²) and superior (4.79+1.47cm²) areas, and inferior perimeter (1.01+0.14cm) of G1 NPA did not differ from G2 or G3. Whereas, superior perimeter (1.33+0.18cm) of G1 NPA differed significantly from G3 (p=0.01). Severity of OSA did not differ between G1 (median=8.90 apnea-hypopnea index events/h) and G3 (median=15.50 oxygen desaturation index events/h). Morphological NPA variables and OSA severity did not correlate. Conclusion: The NPA volume of CL/P OSA patients is increased when compared to the OSA without CLP group. Nasopharyngeal dimensions in patients with CLP do not seem to constitute a risk factor for OSA in this special group of patients. Despite differences found among the groups regarding NPA, no morphological characteristics was correlated to OSA severity.
Title in Portuguese
Avaliação morfométrica nasofaríngea de indivíduos com fissuras labiopalatinas e síndrome da apneia obstrutiva do sono: análise 3D por meio da tomografia computadorizada de feixe cônico
Keywords in Portuguese
Apneia do sono
Fissuras labiopalatinas
Tomografia computadorizada de feixe cônico
Abstract in Portuguese
Introdução: A apneia obstrutiva do sono (AOS) tem como característica a obstrução intermitente das vias aéreas superiores. A geometria nasofaríngea na AOS ainda é pouco conhecida. Os indivíduos com fissuras labiopalatinas (FLPs) apresentam alterações na morfofisiologia nasofaríngea, compondo grupo especialmente propenso para AOS. Objetivo: Avaliar as dimensões internas nasofaríngeas de indivíduos com AOS e FLPs, como volumes, perímetros, áreas seccionais transversas, profundidade e largura, dos segmentos inferior e superior, em indivíduos com FLPs; verificar correlações com a severidade da AOS, comparando os achados com os de indivíduos com FLPs sem AOS, e indivíduos com AOS sem anomalias craniofaciais. Metodologia: Três grupos, não pareados por idade/sexo, foram constituídos: G1) FLP + AOS (n=6, 3, 38.7±10.2anos) G2) N-AOS +FLP (n=11, 8, 24.8±3.0anos); G3) NFLP+AOS (n=13, 4, 50.40±9.70anos). As imagens de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) foram utilizadas para a reconstrução tridimensional e análise morfométrica. Resultados: O Volume da nasofaringe (8624/2744mm³) foi maior no G1 que no G3 (p=0.03). O comprimento (1.79+0.51cm), larguras inferior (3.24+0.44cm) e superior (1.33+0.18cm), profundidade inferior (2.77+0.41cm), e áreas inferior (4.86+1.18cm²) e superior (4.79+1.47cm²), além do perímetro inferior (1.01+0.14cm) do G1 não diferiu estatisticamente dos grupos G2 e G3. Já o perímetro superior da nasofaringe (1.33+0.18cm) do G1 diferiu significativamente do G3 (p=0.01). A severidade da AOS não diferiu entre G1 (mediana=8.90 do índice de apneia e hipopneia, eventos/h) e G3 (mediana=15.50 do índice de dessaturação de oxigênio, eventos/h). As variáveis morfológicas nasofaringeas e a severidade da AOS não se correlacionam. Conclusão: Em pacientes com AOS e FLPs o volume da nasofaringe está aumentado em relação ao grupo AOS sem FLP. As dimensões nasofaringeas nos pacientes com FLP não parecem constituir fator de risco para AOS neste grupo especial de pacientes. Apesar das diferenças encontradas entre os grupos, nenhuma característica morfológica da nasofaringe se correlacionou com a severidade da AOS.
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