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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.6.2012.tde-10052021-161401
Documento
Autor
Nome completo
Karin Sedo Sarkis
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2012
Orientador
Banca examinadora
Cavalheiro, Lígia Araújo Martini (Presidente)
Damasceno, Nágila Raquel Teixeira
Ferreira, Ana Lúcia dos Anjos
Fisberg, Regina Mara
Szejnfeld, Vera Lucia
Título em português
Fatores associados à elevada densidade mineral óssea em mulheres
Palavras-chave em português
Composição Corporal
Densidade Mineral Óssea
Dieta
Metabolismo Lipídico
Metabolismo Mineral
Mulheres e Padrão Alimentar
Resumo em português
Introdução: Vários parâmetros estão associados com alta densidade mineral óssea (DMO), como obesidade, etnia negra, atividade física intensa, padrão alimentar e alguns medicamentos. Objetivos: avaliar a prevalência e os principais aspectos associados com a DMO elevada em mulheres saudáveis. Métodos: Em revisão do banco de dados de DMO realizadas na área metropolitana de São Paulo, a alta DMO (acima de 1400 g/cm2 em coluna lombar e/ ou acima de 1200 g/cm2 em colo do fêmur) foi encontrada em 421 exames de um total de 21000 exames avaliados. Após os critérios de exclusão permaneceram no estudo 40 mulheres com DMO elevada e pareadas com 40 mulheres com DMO normal, para cor de pele, peso, idade e estado menopausal. A história médica, a ingestão de alimentos e AF foram avaliadas por meio de questionários validados. Para a avaliação do padrão alimentar os alimentos foram agrupados segundo a semelhança nutricional. A composição corporal foi avaliada por meio de densitometria óssea com raio X duo-energético (DXA - GE Lunar Radiation Corporation, model DPX Madison, WI USA). Radiografia da coluna torácica e lombar foram realizadas para excluir alterações degenerativas ou fraturas. Os parâmetros bioquímicos incluíram tanto os perfis hormonais e lipídicos, como marcadores bioquímicos do metabolismo mineral e ósseo. A análise estatística incluiu testes paramétricos e não paramétricos, modelos de regressão linear e análise fatorial. P <0.05 foi considerado significante. Resultados: A idade média foi de 50.9 (8.3) anos. Houve diferença significante entre os grupos em relação à massa magra (massa magra total, p=0.029 e massa magra apendicular p = 0.007), sendo maior no grupo com DMO elevada, e em relação ao C-telopeptídeo de colágeno tipo I (CTX), que foi inferior no grupo DMO elevada (p = 0.04). No modelo final de regressão multivariada, a menor ingestão de gordura e gordura corporal, bem como menor concentração de LDL-colesterol previu aproximadamente 35% da DMO elevada nas mulheres (R2 ajustado= 0.347, p <0.001). Além disso, maiores quantidades de massa magra e concentrações séricas de IGF-1 exerceram papel de proteção independente da idade e peso. Com relação ao padrão dietético, as mulheres com DMO elevada apresentaram uma dieta saudável com baixo consumo de carnes processadas. Conclusão: Os resultados demonstram o potencial efeito deletério de componentes relacionados ao metabolismo lipídico como a ingestão de gordura e gordura corporal e maior concentração de LDL sobre a massa óssea e metabolismo em mulheres com DMO elevada além de evidenciar que as mulheres com elevada DMO apresentam alimentação mais saudável em relação ao grupo controle avaliado.
Título em inglês
Factors associated with high bone mineral density m Brazilian women
Palavras-chave em inglês
Body Composition
Bone Mineral Density
Diet
Dietary Pattern
Lipid Metabolism
Mineral Metabolism
Women
Resumo em inglês
Introduction: Several factors are associated with high bone mineral density (BMD) such as overweight, race (african descendent) intense physical activity (PA) dietary patterns and some medications. Objectives: the aim of the study was to evaluate the prevalence and the main aspects associated with high BMD in healthy women. Methods: Considering data on BMD from the São Paulo metropolitan area database, the high BMD (over 1400 g/cm2 at lumbar spine and/or above 1200 g/cm2 at femoral neck) was found in 421 exams. After the exclusion criteria, 40 women in the study remained with high BMD compared to 40 healthy women with normal BMD paired together in relation to weight age, skin color and menopausal status. Medical history food intake and PA were assessed through validated questionnaires. Foods were systematically grouped together on the basis of similarities of food and nutrient composition and entered into factor analysis. Body composition was evaluated through a DXA (GE Lunar Radiation Corporation model DPX, Madison, WI, USA). Radiography of the thoracic and lumbar spine was carried out to exclude degenerative alterations or fractures. Biochemical parameters included both lipid and hormonal profiles, along with mineral and bone metabolism. Statistical analysis included parametric and nonparametric tests, linear regression models and factor analysis. P < 0.05 was considered significant. Results: The mean age was 50.9 (8.3) years. There were significant differences between groups in relation to lean body mass (total fat-free mass p=0.029 and appendicular Jean mass p = 0.007), being higher in women with high BMD and serum C-telopeptide of type I collagen (CTX) and was lower in the high BMD group (p = 0.04). In the final model of multivariate regression, a lower fat intake and body fatness as well as a lower concentration of LDL-cholesterol predicted almost 35% of high BMD in women (adjusted R2 = 0.347 p < 0.001). ln regards to dietary patterns women with high BMD showed a healthy diet with low consumption of processed meats. Conclusion: Our results demonstrated the deleterious potential effect of lipid metabolism-related components including fat intake body fat and higher lipid profile on bone mass and metabolism in women with high BMD, along with showing that women with high BMD have a healthier diet.
 
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Data de Publicação
2021-05-10
 
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