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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.6.2021.tde-02022022-201356
Documento
Autor
Nome completo
Jéssica Cumpian Silva
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2021
Orientador
Banca examinadora
Conde, Wolney Lisbôa (Presidente)
D'Oliveira, Ana Flavia Pires Lucas
Diniz, Carmen Simone Grilo
Franca Junior, Ivan
Título em português
Evolução da associação entre padrões de empoderamento e autonomia das mulheres
Palavras-chave em português
Avaliação Nutricional
Empoderamento Feminino
Estado Nutricional das Mulheres
Saúde da Mulher
Resumo em português
Introdução - O conceito Empoderamento Feminino pode ser entendido como o ato de ampliar o poder de participação social às mulheres, garantindo que possam estar cientes sobre a luta pelos seus direitos, com total igualdade entre os gêneros. Está relacionado também, com o processo de autoconfiança, poder de escolha e garantia de recursos sociais, o que torna a mulher capaz de controlar sua vida no presente e garantir ações para seu futuro. As mulheres modificaram e inverteram muitos papéis impostos pela sociedade e estas modificações podem ter alterado o formato tradicional da saúde da mulher, qualidade de vida, modo de vida e objetivos de realização plena como mulher. Objetivo Analisar e propor um escore de empoderamento feminino de acordo com componentes multidimensionais que expressem os níveis de autonomia das mulheres e sua evolução em diferentes países entre dois inquéritos. Métodos Os dados deste estudo transversal são provenientes da Demographic Health Survey (DHS), a amostra foi selecionada a partir do conjunto de mulheres em idade fértil entre 15 a 49 anos [n=1652956], correspondentes ao primeiro e último inquérito realizado em cada país. Os países selecionados foram separados em continentes ou regiões geográficas: Ásia [9 países]; América do Sul [4 países]; Europa [3 países]; Caribe [5 países]; África Ocidental [11 países]; África Oriental [13 países]; África Central-Austral [9 países]. As variáveis do estudo foram alocadas em três domínios de empoderamento: recurso, agência e estrutura institucional, onde as mulheres são representadas de forma civil, econômica e social. Neste estudo, foram utilizadas variáveis de caráter comportamental, poder de decisão, escolaridade, renda e atitudes quanto a violência doméstica. A Análise dos Componentes Principais (ACP) permitiu a utilização dos padrões de empoderamento como descritores sintéticos dos aspectos diversos da avaliação da autonomia das mulheres. A adequação da amostra em relação ao grau de correlação parcial entre as variáveis foi estimada pelo teste Kaiser-Meyer-Olkin (KMO). Resultados Quatro padrões de empoderamento foram gerados para a Europa e cinco padrões de empoderamento para os continentes: Ásia, América do Sul, Caribe, África Ocidental, África Oriental, África Central-Austral. Os dois primeiros padrões de empoderamento em todos continentes ou região geográfica representaram mulheres com menos autonomia, os dois últimos padrões representaram mulheres com mais autonomia. Alguns países apresentaram evolução das mulheres de acordo com os padrões de pertencimento, portanto, mulheres que estavam alocadas em um padrão caracterizado por ausência de autonomia, passam a integrar o padrão de mais autonomia. Em outros países não houve evolução das mulheres nos padrões de pertencimento. Conclusões Os padrões de empoderamento representam a diversidade de possibilidades de conceitualizar empoderamento, ao analisar de forma multidimensional, e não binária, é possível somar características das mulheres e identificar padrões de autonomia ou ausência dela para tomada de decisões, medidas e políticas públicas em benefício das mulheres. Destaca-se que existem variáveis como: renda, escolaridade, acesso a saúde, e planejamento familiar que estão associadas ao padrão de mais autonomia. O KMO apresentou-se acima de 0,80 em todos os continentes ou regiões geográficas analisadas, considera-se que a adequação da matriz é boa.
Título em inglês
Association between the empowerment of women and their social, health and nutrition actions
Palavras-chave em inglês
Female Empowerment
Nutritional Assessment
Nutritional Status of Women
Women's Health
Resumo em inglês
Introduction - The Feminine Empowerment concept can be understood as the act of expanding the power of social participation to women, ensuring that they can be aware of the struggle for their rights, with total equality between genders. It is also related to the process of self-confidence, power of choice and guarantee of social resources, which makes women capable of controlling their lives in the present and guaranteeing actions for their future. Women have changed and reversed many roles imposed by society and these changes may have altered the traditional shape of women's health, quality of life, way of life and goals of full achievement as a woman. Objective To analyze and propose a female empowerment score according to multidimensional components that express the levels of women's autonomy and its evolution in different countries between two surveys. Methods The data for this cross-sectional study come from the Demographic Health Survey (DHS), the sample was selected from the group of women of childbearing age between 15 and 49 years [n=1652956], corresponding to the first and last survey carried out in each parents. The selected countries were separated into continents or geographic regions: Asia [9 countries]; South America [4 countries]; Europe [3 countries]; Caribbean [5 countries]; West Africa [11 countries]; East Africa [13 countries]; Central-Southern Africa [9 countries]. The study, variables were allocated into three domains of empowerment: resource, agency and institutional structure, where women are represented in a civil, economic and social way. In this study, behavioral variables, decision-making power, education, income and attitudes towards domestic violence were used. The Principal Component Analysis (PCA) allowed the use of empowerment patterns as synthetic descriptors of the different aspects of the assessment of women's autonomy. The adequacy of the sample in relation to the degree of partial correlation between the variables was estimated using the Kaiser-Meyer-Olkin (KMO) test. Results Four empowerment patterns were generated for Europe and five empowerment patterns for the continents: Asia, South America, Caribbean, West Africa, East Africa, Central-Southern Africa. The first two patterns of empowerment across continents or geographic region represented women with less autonomy, the last two patterns represented women with more autonomy. Some countries showed an evolution of women according to the patterns of belonging, therefore, women who were allocated to a pattern characterized by the absence of autonomy, became part of the pattern of greater autonomy. In other countries, there was no evolution of women in the patterns of belonging. Conclusions - Empowerment patterns represent the diversity of possibilities to conceptualize empowerment, when analyzing in a multidimensional rather than binary way, it is possible to add women's characteristics and identify patterns of autonomy or absence of autonomy for decisionmaking, measures and public policies for the benefit of the women. It is noteworthy that there are variables such as: income, education, access to health, and family planning that are associated with the pattern of greater autonomy. The KMO was above 0.80 in all continents or geographic regions analyzed, considering that the adequacy of the matrix is good.
 
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SilvaJC_DR_O.pdf (2.44 Mbytes)
Data de Publicação
2022-02-07
 
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