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Thèse de Doctorat
DOI
https://doi.org/10.11606/T.6.2016.tde-14072016-152410
Document
Auteur
Nom complet
Glavur Rogerio Matte
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 1994
Directeur
Jury
Martins, Maria Therezinha (Président)
Castro, Antonio Fernando Pestana de
Iaria, Sebastiao Timo
Rocha, Aristides Almeida
Sanchez, Petra Sanchez
Titre en portugais
Isolamento de vibrios potencialmente patogênicos em moluscos bivalves
Mots-clés en portugais
Fatores de Virulência
Moluscos Bivalves
Taxonomia
Vibrio
Resumé en portugais
Neste estudo, 26 amostras de ostras (Crassostrea gigas) comercializadas na cidade de São Paulo e em alguns pontos do litoral de São Paulo, e 36 amostras de mexilhões (Perna perna) colhidas mensalmente em 3 pontos do litoral de Ubatuba - SP, foram submetidas à pesquisa de vibrios potencialmente patogênicos. As amostras desses moluscos eram submetidas a enriquecimento em água peptonada alcalina sem cloreto de sódio e com 1 por cento de cloreto de sódio, e GSTB. O isolamento foi realizado em ágar TCBS. Colônias sacarose positivas e negativas, sugestivas de espécies de Vibrio foram identificadas presuntivamente em meio de ágar ferro de Kligler, sendo confirmadas através de provas bioqufmicas complementares. Uma parte das amostras de vibrios potencialmente patogênicos isoladas foi submetida ao teste de Dean e teste de alça ligada em íleo de coelhos. Os vibrios potencialmente patogênicos encontrados em amostras de ostras foram V. alginolyticus (81 por cento ), V.parahaemolyticus (77 por cento ), V. cholerae não 0:1 (31 por cento ), V. fluvialis (27 por cento ), V. furnissii (19 por cento ), V. mimicus (12 por cento ) e V. vulnificus (12 por cento ) e em amostras de mexilhões foram V. alginolyticus(97 por cento ), V. parahaemolyticus(75 por cento ), V. fluvialis (47 por cento ), V. vulnificus (11 por cento ), V. cholerae não 0:1 (6 por cento ), V. furnissii (6 por cento ) e V. mimicus (6 por cento ). Observou-se acúmulo de fluido em alça ligada de íleo de coelho entre 0,25 e 0,49 ml/cm em 6,9 por cento das amostras, entre 0,5 e 0,99 ml/cm em 15,6 por cento e maior ou igual a 1 ml/cm em 15,1 por cento , e/ou intestino de camundongos lactentes (Teste de Dean) em 26,6 por cento das amostras testadas, confirmando o elevado potencial desses microrganismos em causar gastrenterite. Verificou-se ausência de variação sazonal e também, de correlação entre os vibrios potencialmente patogênicos isolados e os indicadores de contaminação fecal, confirmando que a presença desses microrganismos ocorre de forma autóctone e que, as condições climáticas foram favoráveis à sobrevivência dessas espécies em todas as épocas do ano. Considerando-se os resultados obtidos no presente estudo e o fato de que ostras e mexilhões são habitualmente ingeridos crus ou insuficientemente cozidos, pode-se concluir que sua ingestão constitui-se em um determinado grau de risco para a saúde do consumidor.
Titre en anglais
Isolation of potentially pathogenic vibrios in bivalve molluscs
Mots-clés en anglais
Bivalve Mollusks
Taxonomy
Vibrio
Virulence Factors
Resumé en anglais
In this work, 26 oysters samples (Crassostrea gigas), found in the market of São Paulo city and some coastal areas of São Paulo State, and 36 mussels samples (Perna perna), that were collected monthly in 3 coastal areas of Ubatuba city - SP., were analyzed for the potential patogenic vibrios occurrence. Samples were enriched in alcalin peptone water with (1 per cent ) and without sodium cloride and GSTB. Isolation was performed on TCBS agar. suspect sacharosis positive and negative colonies, resembling vibrio species, were presumptively identified on Kligler iron agar, and confirmed by complementary biochemical tests. Some of this potential patogenic vibrios were submitted to suckling mouse assay and rabbit ileal loop assay. Potential patogenic vibrios isolated from oyster samples were: V. alginolyticus (81 per cent ), V. parahaemolyticus (77 per cent ), V. cholerae non 0:1 (31 per cent ), V. fluvialis (27 per cent ) I V. furnissii (19 per cent ), V. mimicus (12 per cent ) and V. vulnificus (12 per cent ) and from mussels samples were: V. a.1ginolyticus (97 per cent ), V. parabaemolyticus (75 per cent ), V. fluvialis (47 per cent ), V. vulnificus (11 per cent ), V. cholerae non 0:1 (6 per cent ), V. furnissii (6 per cent ) and V. mimicus (6 per cent ). It was found 6,9 per cent of samples between 0,25 and 0,49 ml/cm of fluid accumulation in ileal loop assay, 15,6 per cent between 0,5 and 0,99 ml/cm and 15,1 per cent was equal or higher than 1 ml/cm. Among the samples assayed for suckling mouse 26,6 per cent were positive. These results confirm the high potential of these microrganisms to induce gastroenteritis. Seasonal variation as well as correlation between the potential patogenic vibrios isolated and the fecal contamination indicators were not found, confirming that the presence of such microrganisms occurs autochthonously and that the climate conditions were favourable to these species survival during the whole year. with the results of this work and considering that oyster and mussels are usually ingested raw or insufficiently cooked, the conclusion is that the ingestion of such mollusks presents a certain degree of risk for the consumer's health.
 
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DR_240_Matte_1993.pdf (2.53 Mbytes)
Date de Publication
2016-07-14
 
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