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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.6.2013.tde-12042013-113122
Documento
Autor
Nome completo
Érica Lui Reinhardt
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2013
Orientador
Banca examinadora
Fischer, Frida Marina (Presidente)
Cipolla Neto, Jose
Pires, Maria Laura Nogueira
Silva, Carlos Sergio da
Xylaras, Beatriz Duarte Palma
Título em português
Avaliação dos impactos do trabalho em turnos noturnos na produção de citocinas inflamatórias salivares e na secreção dos hormônios rítmicos melatonina e cortisol
Palavras-chave em português
Citocinas inflamatórias
Cortisol
Distúrbios Circadianos
Inflamação
Melatonina
Trabalho Noturno
Resumo em português
Introdução. Embora necessário ao desenvolvimento econômico e bastante disseminado na sociedade atual, o trabalho em turnos noturnos fixos contribui para consequências sociais negativas e prejuízos à saúde dos trabalhadores deste turno de trabalho. Objetivo. Investigar possíveis efeitos do trabalho em turnos fixos noturnos sobre o sono e biomarcadores hormonais e inflamatórios selecionados. Métodos. Estudo transversal em indústria de metais sanitários da cidade de São Paulo, de que participaram 17 trabalhadores do sexo masculino do turno noturno (das 21h às 6h) e 21 trabalhadores de um dos turnos diurnos (das 7h às 17 h). Dados sociodemográficos, de saúde e de condições de trabalho e sobre fadiga, sonolência, estresse e matutinidade-vespertinidade foram obtidos por questionário. O ciclo atividade/repouso foi avaliado por actimetria e por protocolo diário de atividades durante 10 dias consecutivos, abrangendo ao menos um ciclo de turnos completo. Amostras de saliva coletadas em momentos diferentes durante três dias de trabalho foram analisadas por ELISA para determinação das concentrações dos cinco biomarcadores. Todos os dados obtidos foram então submetidos às análises matemáticas e estatísticas mais adequadas a cada caso. Resultados. O trabalho noturno foi associado a uma diminuição na secreção da melatonina e a alterações em seu ritmo de secreção. Foram observadas também alterações no ritmo de secreção do cortisol e no padrão de variação diário das citocinas salivares TNF, IL-1 e IL-6. Nos trabalhadores diurnos, a privação parcial do sono foi associada a aumento significativo da concentração da IL-6 na saliva. Um maior grau de dessincronização crônica entre os trabalhadores noturnos estaria associado a um maior encurtamento do sono diurno em dias de trabalho, a uma grande variabilidade no ritmo circadiano de secreção do cortisol e a uma maior variabilidade no padrão de variação diário da produção da IL-1 salivar. Conclusões. Os resultados indicam que o trabalho noturno em turnos fixos pode vir a ocasionar prejuízos à saúde dos trabalhadores deste esquema de turnos, tornando-o desaconselhável desse ponto de vista. Diferentes graus de sincronização do sistema de temporização endógeno estariam associados a maior ou menor adaptação ao trabalho em turnos noturnos fixos, com possíveis reflexos, em médio e longo prazos, sobre a tolerância ao trabalho em turnos e os efeitos à saúde nesses trabalhadores. Turnos diurnos com um horário de início associados à privação parcial do sono também poderiam acarretar prejuízos futuros à saúde desses trabalhadores
Título em inglês
Effects of night work in salivary cytokine production and salivary melatonin and cortisol secretion
Palavras-chave em inglês
Circadian Disorders
Cortisol
Inflammation
Inflammatory Cytokines
Melatonin
Night Work
Resumo em inglês
Introduction. Despite its relevance for the economic development and widespread employment in modern societies, night work contributes to social distress and health injuries of workers. Aim. Assess the effects of permanent night work on sleep and selected hormonal and inflammatory biomarkers. Methods. This cross-sectional study in a sanitary metals industry in São Paulo, Brazil, included only male workers. Demographic, health and working conditions data were obtained for seventeen permanent night workers (shift hours: 21:00 to 6:00) and twenty one permanent day workers (shift hours: 7:00 to 17:00). They also answered questionnaires about fatigue, sleepiness, stress and morningness-eveningness. Activity/rest cycle was evaluated by actimetry and activity protocols for ten consecutive days, thus covering at least an entire shift work cycle. Saliva samples collected in different moments for three workdays were submitted to ELISA analysis for the assessment of the salivary levels of the five biomarkers. All data were further submitted to the appropriate mathematical and statistical analyzes. Results. Night work was associated with lower levels of salivary melatonin and with a disturbed rhythm of secretion. It was also associated with disturbances in the cortisol rhythm and in the daily variation pattern of salivary cytokines TNF, IL-1, and IL-6. Partial sleep deprivation was associated with significant elevated levels of salivary IL-6. Higher levels of chronic dessinchronization among night workers were associated with a shorter day sleep during workdays, great variability in the cortisol rhythm and to more variability in the daily variation pattern of salivary IL-1. Conclusions. Permanent night work might cause health injuries and should be avoided. Distinct levels of desynchronization seem to be associated with a better or worse adaptation to permanent night work, which could be later reflected in the tolerance to shift work and general health of night workers. An early morning start of day shifts is associated with partial sleep deprivation and could cause later health injuries; for this reason, they should also be avoided
 
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EricaReinhardt.pdf (4.55 Mbytes)
Data de Publicação
2013-06-17
 
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