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Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.59.2013.tde-15072013-152308
Document
Author
Full name
Cristina Penna Crispim
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
Ribeirão Preto, 2013
Supervisor
Committee
Campos, Maria Lucia Arruda de Moura (President)
Andrade, Adalgisa Rodrigues de
Fadini, Pedro Sérgio
Title in Portuguese
Aspectos da qualidade da água potável de Ribeirão Preto - SP
Keywords in Portuguese
chumbo.
ferro
fluoreto
Fluorose
toxicidade
Abstract in Portuguese
A cidade de Ribeirão Preto é abastecida com água proveniente do Aquífero Guarani, sendo apenas fluoretada e clorada antes da distribuição. O objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade da água que a população está consumindo com relação às concentrações de fluoreto, chumbo e ferro. Além disso, foi investigada se a concentração de ferro poderia ser utilizada como marcadora da contaminação por chumbo na água potável. Foram investigadas 145 residências de 4 bairros antigos de Ribeirão Preto (casas com mais de 40 anos), havendo pelo menos uma criança moradora por residência. Um bairro novo (menos de 10 anos) foi escolhido para controle. Amostras de água foram coletadas na torneira da cozinha e do quintal, sendo a 1ª alíquota coletada após pelo menos 6 h de estagnação e a 2ª alíquota após 5 minutos de escoamento. A concentração dos íons fluoreto foi determinada por eletrodo combinado íon-seletivo e cromatografia iônica; chumbo por ET AAS e ICP-MS; e ferro por espectrofotometria. As concentrações de fluoreto nas amostras (n = 281) variaram de 0,052 a 1,01 mg L-1. Considerando apenas 1 algarismo significativo e as amostras provenientes da cozinha, observou-se que 30% das casas estiveram fora do padrão de potabilidade estabelecido pela Resolução SS-65 (2005), isto é, de 0,6 a 0,8 mg L-1. Considerado 2 algarismos, essa percentagem passou para 45%. Um baixo consumo de fluoreto pelas crianças pode não prevenir eficientemente a formação de cáries, enquanto que concentrações elevadas podem levar à fluorose dentária. As concentrações de chumbo variaram de 0,025 a 58,4 µg L-1 (n = 562), sendo que a concentração máxima permitida pela Portaria 2.914 (Ministério da Saúde) é de 10,0 µg L-1. Para todas as casas avaliadas, as concentrações de chumbo na água da torneira da cozinha não ultrapassaram 5,00 µg L-1, caracterizando um baixo risco de contaminação por chumbo por essa via. Para 2 alíquotas de água coletadas na torneira do quintal, a concentração de chumbo ultrapassou o limite tolerável para chumbo, porém, o uso dessa água para ingestão é pouco usual. Possivelmente a contaminação observada seja oriunda da própria torneira e outras partes metálicas, pois após escoamento da água por 5 minutos, a concentração de chumbo caiu dentro dos valores permitidos. As concentrações de ferro variaram de 13,40 a 4.119 µg L-1 (n = 189; 1ª alíquota), sendo a concentração máxima permitida de 300 µg L-1 (Portaria 2.914). Em 4 casas a água do quintal apresentou concentração superior a permitida, mas na água da cozinha a concentração foi de 8 a 66 vezes menor. Isso indica que a torneira do quintal pode ser uma grande fonte de contaminação de ferro. Apesar do coeficiente de correlação linear entre a concentração de ferro e chumbo na água ser estatisticamente significativo (r = 0,410; n = 184), essa correlação foi relativamente baixa para sugerir o uso do ferro como marcador da contaminação por chumbo.
Title in English
Some aspects of the Ribeirão Preto SP drinking water quality
Keywords in English
fluoride
Fluorosis
iron
lead.
toxicity
Abstract in English
The city of Ribeirão Preto is supplied with water from the Guarani Aquifer, that is only fluoridated and chlorinated before distribution. The objective of this study was to evaluate the quality of drinking water that the population is consuming with respect to the concentrations of fluoride, lead and iron. Furthermore, it was investigated if the concentration of iron could be used as a marker to infer lead contamination in drinking water. We investigated 145 residences with more than 40 years of age in 4 districts of Ribeirão Preto, with at least one resident child. One new district (less than 10 years) was selected as a control group. Water samples were collected from the kitchen and the yard taps. The 1st aliquot was collected after at least 6 h of stagnation and the 2nd after leaving the water running for 5 minutes. The concentration of fluoride ions was determined by combined ion-selective electrode and ion chromatography; lead by ET AAS and ICP-MS; and iron by spectrophotometry. The fluoride concentrations in the samples varied from 0.052 to 1.01 mg L-1 (n = 281). Considering only 1 significant digit and the kitchen samples, it was observed that 30% of the homes did not attend the legislation for fluoride in drinking water (Resolution SS-65, 2005), that is, from 0.6 to 0.8 mg L-1. Considering 2 significant digits, this percentage increased to 45%. A low intake of fluoride by children cannot effectively prevent the formation of dental caries, while high concentrations can cause dental fluorosis. Lead concentrations ranged from 0.025 to 58.4 µg L-1 (n = 562), and the maximum permited by the law 2,914 (Ministry of Health) is 10.0 µg L-1. For all homes investigated, lead concentrations from the kitchens tap water did not exceed 5.00 µg L-1, showing there is a low risk of lead contamination through this pathway. For 2 aliquots of water collected from the yards tap, the concentration of lead exceeded the tolerable limit, however, the use of this water for ingestion is unusual. Possibly this contamination might come from the tap itself and from others metal parts, because after running the water for 5 minutes the lead concentration fell below the permitted value. Iron concentrations varied from 13.40 to 4,119 µg L-1 (n = 189, 1st aliquot), and the tolerable limit is 300 µg L-1 (law 2.914). In 4 houses the water from the year tap had concentrations above the limit, while in the kitchen water iron concentrations were from 8 to 66 times lower. This indicates that the tap material from the yard can be a large source of iron contamination. Although the linear correlation coefficient between iron and lead concentrations in the drinking water was statistically significant (r = 0.410; n = 184), this correlation was relatively low to suggest the use of iron as a marker of contamination by lead.
 
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Dissertacao.pdf (1.67 Mbytes)
Publishing Date
2013-09-12
 
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