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Mémoire de Maîtrise
DOI
https://doi.org/10.11606/D.59.2021.tde-10062021-154249
Document
Auteur
Nom complet
Vítor Pansarim
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
Ribeirão Preto, 2021
Directeur
Jury
Schmidt, Andreia (Président)
Gonçalves, Fábio Leyser
Marcondes, Fernanda Klein
Titre en portugais
Efeitos da duração do estresse crônico por contenção sobre a aprendizagem espacial e comportamentos de ratos Sprague-Dawley machos e fêmeas
Mots-clés en portugais
Anedonia
Aprendizagem espacial
Comportamentos associados a ansiedade
Diferenças entre machos e fêmeas
Estresse crônico por contenção
Ratos Sprague-Dawley
Resumé en portugais
A exposição ao estresse crônico por contenção (CRS) é capaz de induzir alterações em processos fisiológicos e comportamentais. Estudos utilizando esse modelo têm encontrado resultados contraditórios sobre seus efeitos na aprendizagem espacial e a ocorrência de comportamentos relacionados à ansiedade e depressão em roedores. Essas diferenças podem estar relacionadas a variáveis metodológicas, como o tempo de exposição ao CRS. Além disto, poucos estudos utilizam fêmeas, e há indícios de que fêmeas podem ser mais resistentes aos efeitos do CRS do que os machos. O presente estudo buscou investigar da interação entre o sexo (machos e fêmeas) de ratos SpragueDawley e a duração de exposição ao CRS (11 e 22 dias) sobre: a) o desempenho em uma tarefa de aprendizagem espacial no labirinto aquático de Morris (MWM); b) a ocorrência de comportamentos associados à anedonia no teste de preferência por solução de sacarose (SPT); c) a ocorrência de comportamentos associados à ansiedade e à exploração no labirinto em cruz elevado (EPM); d) a porcentagem de ganho de peso e a composição do ciclo estral. Oitenta ratos foram alocados em oito grupos experimentais (10 sujeitos por grupo) de acordo com o sexo (macho ou fêmea), com o tipo de intervenção (controle ou CRS) e com a duração da intervenção (11 ou 22 dias). Durante a intervenção, os grupos experimentais foram expostos diariamente ao CRS durante 6 horas. Ao longo do procedimento, foi monitorado o ganho de peso dos animais e o ciclo estral das fêmeas, além de serem conduzidos os SPTs. Os testes no EPM e o MWM foram iniciados no dia seguinte após o término da intervenção. Verificou-se que o CRS de 11 dias foi capaz de induzir uma queda no ganho de peso de machos e fêmeas e de alterar a composição do ciclo estral de algumas fêmeas, enquanto que os últimos 11 dias de CRS não provocaram alterações no ganho de peso. A exposição a 11 dias de CRS provocou mais comportamentos relacionados à ansiedade em comparação à exposição a 22 dias de CRS em machos, mas não nas fêmeas. Nenhum efeito do CRS foi verificado no desempenho dos grupos no MWM e nos SPTs. Desta forma, um estresse crônico de curta duração é capaz de provocar prejuízos, como o aumento da ansiedade e uma queda no ganho de peso, enquanto que um estresse crônico prolongado é capaz de levar o organismo a uma adaptação, anulando prejuízos iniciais. Além disto, confirma-se, assim como em outros estudos, que fêmeas podem ser mais resistentes ao CRS do que machos. Não é claro quais variáveis favorecem a adaptação ou o prolongamento dos prejuízos após 21 dias de exposição ao CRS, sendo necessários mais estudos para investigar os fatores envolvidos.
Titre en anglais
Effects of the chronic restraint stress duration on spatial learning and behaviors of male and female Sprague-Dawley rats
Mots-clés en anglais
Anhedonia
Anxiety-related behaviors
Chronic restraint stress
Male and female differences
Spacial learning
Sprague-Dawley rats
Resumé en anglais
Exposure to chronic restraint stress (CRS) can induce changes in physiological and behavioral processes. Studies using this model have found contradictory results about its effects on spatial learning and the occurrence of behaviors related to anxiety and depression in rodents. These differences may be related to methodological variables, such as the time of exposure to CRS. In addition, few studies employ females, and there are indications that females may be more resistant to the effects of CRS than males. The present study aimed to investigate the interaction between the sex (males and females) of Sprague-Dawley rats and the duration of exposure to CRS (11 and 22 days) on: a) performance in a spatial learning task in the Morris water maze (MWM); b) the occurrence of behaviors associated with anhedonia in the test of preference for sucrose solution (SPT); c) the occurrence of behaviors associated with anxiety and exploration in the elevated plus maze (EPM); d) the percentage of weight gain and the estrous cycle composition. Eighty rats were allocated to eight experimental groups (10 subjects per group) according to sex (male or female), the intervention type (control or CRS) and the intervention duration (11 or 22 days). During the intervention, the experimental groups were exposed daily to the CRS for 6 hours. Throughout the procedure, the weight gain of the animals and the estrous cycle of the females were monitored, besides the SPTs that were conducted. The tests at EPM and MWM started the next day after the end of the intervention. It was observed that the 11-day CRS could induce a drop in the weight gain of males and females and to change the composition of the estrous cycle of some females, while the last 11 days of CRS did not cause changes in weight gain. Exposure to 11 days of CRS caused more anxiety-related behaviors in comparison with exposure to 22 days of CRS in males, but not in females. No effects of the CRS was verified on the performance of the groups in the MWM and in the SPTs. Thus, short-term chronic stress is capable of causing impairment, such as increased anxiety and a drop in weight gain, while prolonged chronic stress is capable of leading the organism to adapt, canceling initial losses. In addition, it is confirmed, as in other studies, that females may be more resistant to CRS than males. It is not clear which variables favor adaptation or prolongation of losses after 21 days of exposure to CRS, and further studies are needed to investigate the factors involved.
 
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Date de Libération
2023-06-10
Date de Publication
2021-06-21
 
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