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Mémoire de Maîtrise
DOI
https://doi.org/10.11606/D.59.2021.tde-17062021-191557
Document
Auteur
Nom complet
Carlos Augusto Martínez Martínez
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
Ribeirão Preto, 2021
Directeur
Jury
Santos, Isabel Alves dos (Président)
Aguiar, Antonio Jose Camillo de
Cordeiro, Guaraci Duran
Titre en portugais
Morfometria das antenas das abelhas crepusculares e/ou noturnas (Hymenoptera: Apoidea) e um novo enfoque metodológico para conhecer sua diversidade
Mots-clés en portugais
2-phenylethanol
Alometria
Compostos orgânicos voláteis
Megalopta
Ptiloglossa
Segmentos antenais
Sistema olfativo
Resumé en portugais
As abelhas crepusculares e/ou noturnas raramente são coletadas, pois forrageiam antes de nascer e depois do pôr do sol ou durante a noite. Esse grupo caracteriza-se por possuir grandes ocelos e olhos compostos de aposição modificados para se orientar em ambientes com condições de pouca luminosidade. Os estudos morfométricos realizados neste grupo de abelhas dão enfoque no sistema ótico, analisando principalmente a forma, o comprimento e a área dos olhos, omatídeos, ocelos, e rabdômeros. No sistema olfativo, alguns estudos foram feitos na identificação de voláteis florais associados ao processo de forrageamento destas abelhas. Em contra partida, as análises morfométricas do sistema olfativo são escassas e estão restritas ao registro de sensilas em duas espécies noturnas e a medidas de alguns segmentos das antenas para descrições taxonômicas. Este estudo propôs comparar a variação morfométrica de comprimento, diâmetro e área dos segmentos antenais entre abelhas noturnas e diurnas e avaliar a existência de uma correlação entre o tamanho dos segmentos antenais e a distância intertegular nas abelhas noturnas. Para isso foram examinadas abelhas de seis espécies noturnas e quatro espécies diurnas provenientes de diferentes localidades. As espécies noturnas analisadas foram Megalopta aegis, Megalopta amoena, Megommation insigne, Ptiloglossa latecalcarata, Zikanapis seabrai e Zikanapis zikani. Já as espécies diurnas foram Augochloropsis cognata, Bombus brasiliensis, Centris nitens e Apis mellifera. As abelhas noturnas foram atraídas e coletadas com voláteis florais. As abelhas diurnas foram capturadas em flores (abelha do mel) ou obtidas em coleções entomológicas. No total foram analisadas 127 abelhas, 60 diurnas e 67 noturnas. Os resultados das análises morfométricas mostraram que as abelhas noturnas de porte médio dos gêneros Megalopta e Megommation e a abelha de grande porte P. latecalcarata apresentam valores médios significativamente maiores de comprimento, diâmetro e área na maioria dos segmentos, em especial dos segmentos F5 - F10, quando comparado com as espécies diurnas A. cognata, B. brasiliensis e C. nitens. Por outro lado, o tamanho dos segmentos antenais não apresenta correlação com a distância intertegular em pelo menos três espécies de abelhas noturnas. Em abelhas noturnas que usam pistas olfativas para encontrar fontes de alimentos, um maior tamanho dos segmentos possivelmente está relacionado com a disponibilidade de área para os órgãos sensoriais (sensilas) capazes de detectar estímulos químicos, assim como acontece nas antenas de machos de mariposas e de abelhas sociais, onde um maior tamanho e número de sensilas quimioreceptoras permite detectar fêmeas. No capítulo 2 desta dissertação apresentamos um estudo que propõe a utilização de compostos químicos, imitando os voláteis florais de plantas com antese noturna, na atração e captura das abelhas noturnas. Os dados apresentados provêm de uma revisão bibliográfica e de coletas recentes. Representantes de 14 espécies de abelhas noturnas foram capturados, sendo Megalopta o gênero mais numeroso (nove espécies). Estas abelhas foram atraídas por ao menos 10 compostos químicos identificados dos buquês florais ou mistura dos mesmos. O composto 2-phenylethanol foi o mais atrativo. Este método de amostragem pode ser incorporado aos levantamentos de apifauna para aumentar o conhecimento sobre a diversidade de abelhas noturnas.
Titre en anglais
Antennae morphometrics of nocturnal and/or crepuscular bees (Hymenoptera: Apoidea) and a new methodological approach to know their diversity
Mots-clés en anglais
2-phenylethanol
Alometry
Antena segments
Floral volatiles
Megalopta
Olfactory system
Ptiloglossa
Resumé en anglais
Nocturnal and/or crepuscular bees are rarely collected, as they forage before sunset and after sunrise or during the night. This group is characterized by having large eyes and compound apposition eyes modified to orient themselves in environments with low light conditions. The morphometric studies carried out in this group of bees are focused on the optical system, mainly analyzing the shape, length, and area of the eyes, ommatids, ocelli, and rhabdomere. In the olfactory system, some studies have been done in the identification of floral volatiles associated with the foraging process of these bees. Therefore, morphometric analysis of the olfactory system is scarce, and they are restricted to the recording of sensilla in two nocturnal species and to the measurements of some segments of the antennae for taxonomic descriptions. This study proposed to compare the morphometric variation in length, diameter and area of the antenna segments between nocturnal and diurnal bees and to assess the existence of a correlation between the size of the antenna segments and the intertegular distance in the nocturnal bees. For this, bees from six nocturnal species and four diurnal species from different locations were examined. The nocturnal species analyzed were Megalopta aegis, Megalopta amoena, Megommation insigne, Ptiloglossa latecalcarata, Zikanapis seabrai and Zikanapis zikani. The diurnal species were Apis mellifera, Augochloropsis cognata, Bombus brasiliensis, Centris nitens and Apis mellifera. The nocturnal bees were attracted and collected with volatile flowers. Diurnal bees were collected from flowers (honey bee) or obtained from entomological collections. A total of 127 bees were analyzed, 60 diurnal and 67 nocturnal. The results of the morphometric analysis showed that the medium-sized nocturnal bees of the genera Megalopta and Megommation and the large bee P. latecalcarata present significantly higher mean values of length, diameter and area in most segments; especially of the F5 - F10 segments, when compared with the diurnal species A. cognata, B. brasiliensis and C. nitens. However, the size of the antenna segments does not correlate with the intertegular distance in at least three species of nocturnal bees. In nocturnal bees that use olfactory cues to find the food sources a larger size of the segments is possibly related to the availability of area for sensory organs (sensilas), able to detect chemical stimulus, as it happens in the antennae of male moths and social bees, where a larger size and number of chemoreceptors sensilla make it easier to detect females. In chapter 2 of this dissertation, we present a study that proposes the use of chemical compounds, resembling the volatile floral of plants with nocturnal anthesis, in the capture and sampling of nocturnal bees. The data presented come from a bibliographic review and recent collections. A total of 14 species of nocturnal bees were captured, with Megalopta being the most diverse genus (nine species). These bees were attracted to at least 10 chemical compounds identified from the floral bouquets or a mixture of them. 2-phenylethanol compound was the most attractive. This sampling method can be incorporated in apifauna surveys to increase knowledge about the diversity of nocturnal bees.
 
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Date de Publication
2021-06-21
 
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