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Tese de Doutorado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Mario Eduardo Jaworski
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2019
Orientador
Banca examinadora
Ribeiro, Ricardo Faria (Presidente)
Gomes, Érica Alves
Regalo, Simone Cecilio Hallak
Sartori, Ivete Aparecida de Mattias
Título em português
Avaliação do vedamento bacteriano em três diferentes conexões de implante/pilar (hexágono externo, interno e cone Morse) em modelo estático e após ciclagem termomecânica: teste in vitro
Palavras-chave em português
Contaminação
Implante dentário
Microbiologia
Resumo em português
O objetivo deste estudo foi comparar a passagem bacteriana em três diferentes conexões pilar/implante: hexágono externo (HE), hexágono interno (HI) e cone Morse (CM), em modelos estáticos e após ciclagem termomecânica, utilizando ensaio laboratorial microbiológico. Material e Método: Foram utilizados 30 implantes de cada uma das três conexões, subdivididos em dois grupos de 15 implantes, metade para o ensaio estático e metade submetido a carregamento cíclico. Todos os implantes foram perfurados com fresa de 1,0 mm na extremidade apical até atingir a câmara interna. Em seguida foram instalados os respectivos munhões com parafusos passantes nos três grupos, utilizando os torques recomendados pelo fabricante e aferidos por torquímetro digital. Os orifícios dos parafusos foram fechados com resina composta fotopolimerizável e nesses pilares foram cimentadas coroas metálicas Cobalto-cromo, confeccionadas em formato de canino. Os conjuntos implante/pilar/coroa foram subdivididos em dois subgrupos de 15 implantes cada, sendo que o subgrupo A não recebeu ensaio de ciclagem e o subgrupo B recebeu testes de cargas cíclicas ao longo eixo de (2x106 ciclos termomecânicos 5 Hz, ângulo de 90 graus e temperatura entre 5° - 55° C) em máquina de ensaios de simulação pneumática Biopdi. No preparo das amostras para o ensaio microbiológico, todos os implantes foram inseridos individualmente em uma tampa de silicone padrão de tubo de ensaio, de maneira que a porção correspondente ao componente protético ficasse no interior desse tubo. Com uma seringa descartável estéril, foi injetado caldo Brain Heart Infusion (BHI), acima do nível da junção pilar/implante. Todas as amostras foram esterilizadas por raios gama com 20Kgy, (IPEN, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares - São Paulo, Brasil). Após esta etapa, os vedamentos apicais foram removidos e com seringa estéril foi inoculado caldo BHI contendo bactéria Escherichia coli (ATCC 25922) em fase log de crescimento. Para garantir a vitalidade bacteriana a cada 7 dias foi adicionado caldo de crescimento. Todos os conjuntos ficaram incubados por 28 dias a 370C. As análises de turvamento foram feitas diariamente, a fim de detectar alteração do meio de cultura. Ao final de 28 dias todas as amostras que apresentaram resultados positivos, foram semeadas em meio ágar Rapid E.coli2 e incubadas a 440C para confirmar se o crescimento bacteriano encontrado correspondia à cepas bacterianas de E. coli. Resultados: Pelo menos uma amostra de cada grupo apresentou contaminação pela passagem bacteriana, com exceção do subgrupo CM que não sofreu carga cíclica. O grupo que apresentou maior contaminação foi o grupo HE, com o subgrupo B com três amostras positivas. Conclusão: Os implantes HE e CM quando submetidos a testes mecânicos de força, apresentaram piores resultados em comparação ao teste estático. O grupo HI apresentou resultado semelhante entre os dois subgrupos. Em números totais os melhores resultados foram obtidos pelo grupo de conexão CM, seguido por HI e HE
Título em inglês
Evaluation of the bacterial seal in three different implant/abutment connections (external hexagon, internal hexagon and Morse taper) in static model and after thermomechanical cycling: in vitro test
Palavras-chave em inglês
Contamination
Dental implant
Microbiology
Resumo em inglês
The objective of this study was to compare the bacterial passage in three different pillar / implant connections: external hexagon (HE), internal hexagon (HI) and Morse cone (CM) in static models and after thermomechanical cycling using microbiological laboratory test. Material and Method: 30 implants were used for each of the three connections, subdivided into two groups of 15 implants, half for the static test and half for cyclic loading. All implants were drilled with a 1.0 mm cutter at the apical end until reaching the inner chamber. Then, the respective trunnions were installed with through screws in the three groups, using the torques recommended by the manufacturer and measured by a digital torque wrench. The screw holes were closed with light-cured composite resin and cemented Cobalt-Chrome metal crowns were cemented into these posts. The implant / abutment / crown assemblies were subdivided into two subgroups of 15 implants each, with subgroup A not receiving a cycling test and subgroup B receiving cycling loads tests (2x106 thermomechanical cycles 5 Hz, 90 degree angle and temperature between 5° - 55° C) in a Biopdi pneumatic simulation test machine. In the preparation of the samples for the microbiological test, all implants were individually inserted into a standard test tube silicone cap, so that the portion corresponding to the prosthetic component remained within that tube. With a sterile disposable syringe, Brain Heart Infusion (BHI) broth was injected above the level of the abutment / implant junction. All samples were sterilized by 20Kg gamma rays (IPEN, Nuclear and Energy Research Institute - São Paulo, Brazil). After this step, the apical seals were removed and with a sterile syringe BHI broth containing Escherichia coli bacterium (ATCC 25922) was inoculated in log growth phase. To ensure bacterial vitality every 7 days growth broth was added. All sets were incubated for 28 days at 370C. The turbidity analyzes were performed daily in order to detect alteration of the culture medium. At the end of 28 days all samples that showed positive results were seeded in Rapid E.coli2 agar medium and incubated at 440C to confirm if the bacterial growth found corresponded to the E. coli bacterial strains. Results: At least one sample from each group showed contamination by bacterial passage, with the exception of the CM subgroup that did not undergo cyclic loading. The group that presented the highest contamination was the HE group, with the subgroup B with three positive samples. Conclusion: HE and CM implants submitted to mechanical force tests had worse results than the static test. The HI group presented similar results between the two subgroups. In total numbers the best results were obtained by the CM connection group, followed by HI and HE
 
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Data de Publicação
2019-10-17
 
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