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Dissertação de Mestrado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Carla Maria de Almeida Prado Magdalena
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2018
Orientador
Banca examinadora
Silva, Cláudia Helena Lovato da (Presidente)
Coto, Neide Pena
Guiotti, Aimée Maria
Souza, Fernanda de Carvalho Panzeri Pires de
Título em português
Influência de diferentes técnicas de confecção da prótese ocular nas propriedades físicas, mecânicas, viabilidade celular e alteração de cor
Palavras-chave em português
Alteração de cor
Caracterização
Propriedades
Prótese ocular
Resumo em português
Este estudo avaliou o efeito de duas técnicas de caracterização da prótese ocular sobre propriedades da resina acrílica e viabilidade celular de fibroblastos e o efeito de substratos de fixação, tempo de secagem/agente de proteção da pintura e tempo de armazenamento sobre a alteração de cor da íris. Para porosidade, rugosidade e dureza, 30 espécimes circulares compuseram três grupos: Controle – Resina acrílica termopolimerizável (N1)+resina acrílica incolor termopolimerizável (RAIT); G1: N1+caracterização direta com pigmento acrílico vermelho e monopólio+RAIT; G2: N1+caracterização indireta com pigmento acrílico vermelho+RAIT. As variáveis foram mensuradas após polimento dos espécimes com discos de feltro, pedra pomes e branco de espanha em politriz. Para viabilidade celular os corpos de prova, semelhantes aos descritos acima, foram colocados em contato direto com as células, em suas diferentes fases de confecção: resina N1; N1+caracterização; N1+caracterização+RAIT. Para quantificação do percentual de porosidade em Microscópio invertido e software NIS Elements Basic Research foram realizadas quatro leituras. O ensaio de rugosidade (Rugosímetro; cut off de 0,8mm/4,8mm de área) seguiu a norma ABNT/NBR/ISSO 4287:2002, com 3 mensurações e uma média final. Para a dureza Knoop (Microhardness Tester Shimadzu, carga de 25g/5seg) foram obtidas 4 mensurações e uma média final. A viabilidade celular foi avaliada pela fluorescência direta, MTT e RT-PCR em uma linhagem de fibroblastos. Para a alteração de cor da íris, 60 espécimes foram distribuídos em seis grupos em função do tempo de secagem da pintura da íris (24hr ou 1hr)/agente de proteção da íris (cianoacrilato, cianoacrilato+polímero; monopólio+polímero) sendo divididos em subgrupos em função do substrato de fixação (cera ou resina N1). Calotas acrílicas foram pintadas com tinta acrílica preta (pupila e fundo final); Sépia (halo externo); marrom Vandik (cor base). Após a pintura e respeitado o tempo de secagem de cada grupo, as íris receberam uma camada do agente de proteção e depois da secagem, foram submetidas à primeira leitura de cor (Easy Shade - iluminação D65). Um padrão de esclera foi incluído para a obtenção de escleras em cera e resina acrílica N1, nas quais as íris foram fixadas e processadas. Imediatamente após a confecção das próteses, foram realizadas as mensurações de cor, as próteses foram armazenadas em recipiente com água a 37ºC para novas leituras após 14 e 28 dias. Para a porosidade, G2 apresentou a menor porcentagem, sendo estatisticamente diferente dos demais, os quais foram semelhantes entre si (Teste de Kruskal-Wallis; p=0,00). Não houve diferença significante entre os grupos para rugosidade (ANOVA; p=0,303). O G2 apresentou menor dureza quando comparado ao controle e G1 apresentou valores intermediários (ANOVA; p=0,020). Após o contato direto não foi detectada viabilidade celular das células conjuntivas. Para alteração de cor, comparando os grupos em cada substrato, G4/cera e G6/resina apresentaram a menor alteração cromática. Comparando os substratos, as maiores alterações foram encontradas na cera. A caracterização indireta proporcionou menor porosidade e dureza comparada à técnica direta. Ambas influenciaram negativamente na viabilidade celular. A alteração de cor da íris foi maior no G5
Título em inglês
Influence of different ocular prosthesis making technique on physical, mechanical, cellular viability and color alterations
Palavras-chave em inglês
Caracterization
Color change
Ocular prostheses
Properties
Resumo em inglês
This study evaluated the effect of two techniques of ocular prosthesis characterization on acrylic resin properties and cellular viability of fibroblasts and the effect of fixation substrates, drying time/paint protection agent on iris color change. For porosity, roughness and hardness, 30 circular specimens comprised three groups: Control – Heat cured acrylic resin (N1) + heat cured acrylic resin (RAIT); G1: N1 + direct characterization with red acrylic pigment and monopoly + RAIT; G2: N1 + indirect characterization with red acrylic pigment + RAIT. The variables were measured after polishing of the specimens with felt discs, pumice stone and white from Spain in politriz. For cell viability, similar specimens to those described above were placed in direct contact with the cells in different phases of their preparation: N1 resin; N1 + characterization; N1 + characterization + RAIT. For percentage porosity quantification with inverted microscope and NIS Elements Basic Research software, four readings were performed. The roughness test (Rugosimeter, cut off of 0.8mm/4.8mm area) followed the ABNT/NBR/ISO 4287:2002 standard, with 3 measurements and a final mean. For the Knoop hardness (Microhardness Tester Shimadzu, loading of 25g / 5sec), 4 measurements and a final mean were obtained. Cell viability was assessed by direct fluorescence, MTT and RT-PCR in a fibroblast line. For the iris color change, 60 specimens were distributed in six groups in according of iris paint drying time (24hr or 1hr)/iris protection agent (cyanoacrylate, cyanoacrylate + polymer, monopoly + polymer) and divided into subgroups in according with fixation substrate (wax or N1 resin). Acrylic shells were painted with acrylic paint: black (pupil and bottom end); Sepia (external halo); Vandik brown (base color). After painting and respecting the drying time of each group, the irises received a layer of the protective agent and after drying, they were subjected to the first color reading (Easy Shade - ilumination D65). A sclera pattern was included to obtain sclera in wax or acrylic resin N1, in which irises were fixed and processed. Immediately after the preparation of the prostheses, the color measurements were performed, the prostheses were stored in a container with water at 37ºC for new readings after 14 and 28 days. For the porosity, G2 show the lowest percentage, being statistically different from the others, which were similar to each other (Kruskal-Wallis test; p = 0.00). There was no significant difference between groups for roughness (ANOVA; p = 0.303). The G2 showed lower hardness when compared to the control and G1 showed intermediate values (ANOVA; p = 0.020). After direct contact, no cellular viability of the connective cells was detected. For color change, comparing the groups in each substrate, G4/ wax and G6 showed the least chromatic alteration. Comparing the substrates, the largest changes were found with the wax. The indirect characterization provided lower porosity and hardness compared to the direct technique. Both had a negative influence on cell viability. The iris color change was greater in G5
 
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Data de Publicação
2019-10-17
 
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