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Disertación de Maestría
DOI
https://doi.org/10.11606/D.5.2021.tde-28092021-110721
Documento
Autor
Nombre completo
Priscila Tavares Franco e Semprebom
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2021
Director
Tribunal
Almeida, Maria Helena Morgani de (Presidente)
Berzins, Marilia Anselmo Viana da Silva
Caromano, Fátima Aparecida
Toldrá, Rosé Colom
Título en portugués
Capacidade funcional e práticas de autocuidado de idosos: norteadores para atenção integral a idosos a partir da atenção primária à saúde
Palabras clave en portugués
Atenção Primária à Saúde
Atividades Cotidianas
Autocuidado
Capacidade Funcional
Centros de Saúde
Idoso
Resumen en portugués
Introdução: O envelhecimento populacional é considerado um fenômeno mundial, relacionado à redução das taxas de natalidade e mortalidade. A manutenção da capacidade funcional, independência e autonomia da pessoa idosa têm sido considerada primordial pelas políticas públicas para essa população. A identificação das dificuldades funcionais para as atividades de vida diária básicas e instrumentais (ABVD e AIVD), das práticas de autocuidado utilizadas para seu enfrentamento e de fatores associados mostra-se necessária para intervenções efetivas com foco na manutenção ou melhora da capacidade funcional de idosos. Objetivos: Avaliar capacidade funcional e práticas de autocuidado adotadas por idosos usuários de serviços no âmbito da atenção primária em saúde na região do Itaim Paulista e sua associação com alguns indicadores de vulnerabilidade social. Método: Estudo de natureza quantitativa e delineamento transversal, descritivo e analítico, conduzido junto a idosos usuários das unidades básicas de saúde Jd. Camargo Novo e UBS Dr. Júlio de Gouveia (n=128). O estudo foi realizado por meio de entrevistas com aplicação de instrumentos padronizados: Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa na Atenção Básica (AMPI-AB) e o Instrumento para a Classificação de idosos quanto à Capacidade para o Autocuidado (CICAc). Foram conduzidas análises descritivas e estatísticas com uso dos testes qui-quadrado, teste exato de Fisher ou testes da razão de verossimilhanças, com intervalos com 95% de confiança e uso de regressão logística bivariada. Resultados: A amostra de conveniência foi predominantemente de mulheres (72,7%), na faixa etária de 60 a 69 anos (55,5%), casadas (58,6%), com até 4 anos de escolaridade (55,4%), com recursos financeiros oriundos de aposentadoria (53,1%), que referem ter trabalhado durante a vida principalmente em serviços de limpeza (28,1%), com recursos financeiros que satisfazem mais ou menos suas necessidades básicas (45,3%), com autopercepção de saúde regular/ruim/muito ruim (53,9%), apresentando 3 ou mais condições crônicas (62,5%) e classificadas como pré-frágeis pela AMPI-AB (47,7%). Quanto às ABVD, 25% referiram dificuldades, a maioria referiu de 1 a 2 dificuldades (21,1%), sendo que metade dessas dificuldades encontram-se compensada (10,9%) e estão relacionadas à locomoção (19,5%). Quanto às AIVD, a grande maioria dos idosos referiu dificuldades (84,8%), possuindo em sua maioria de 1 a 2 atividades com dificuldades (52,3%), sendo que a maioria requer ajuda (53,9) e pequena parte mencionou realizar práticas de autocuidado (8,6%). As dificuldades predominaram nas tarefas domésticas (64%), compras (46,1%), uso de meio de transporte (23,4), controle do orçamento (21,3%) e lavagem de roupas (19,8). Quanto às análises estatísticas, sexo, nível de fragilidade, autopercepção de saúde, diabetes, AVC, depressão e dor crônica influenciaram na presença, grau e número de dificuldades para ABVD (p < 0,05). Pessoas do sexo masculino apresentaram chance de terem dificuldades para ABVD 6,06 vezes maior que a chance de pessoas do sexo feminino, as pessoas com fragilidade apresentaram chance de terem dificuldades para ABVD 16,59 vezes maior que a chance de pessoas saudáveis, pessoas com diabetes apresentaram chance de terem dificuldades para ABVD 4,65 vezes maior que a chance de pessoas sem diabetes e pessoas com depressão apresentaram chance de terem dificuldade para ABVD 3,62 vezes maior que pessoas sem depressão, independente das demais características avaliadas. No tocante às AIVD sexo, faixa etária, nível de fragilidade, autopercepção de saúde, condições crônicas, anemia, osteoartrose e depressão influenciaram em algum ou todos os desfechos funcionais (p < 0,05). Osteoartrose influenciou estatisticamente presença de dificuldade para AIVD (p = 0,042) independente das demais características avaliadas, sendo que pessoas com osteoartrose apresentaram chance de apresentar alguma dificuldade para AIVD 4,01 vezes maior que a chance de pessoas sem osteoartrose. Nenhuma das características avaliadas influenciou estatisticamente na compensação da dificuldade para ABVD (p > 0,05), mas pessoas com osteoartrose apresentaram estatisticamente menor frequência de compensação das dificuldades AIVD (p = 0,016). Conclusão: A caracterização sociodemográfica, clínica e funcional dos idosos participantes, bem como associação entre parte dessas caraterísticas com presença, número e grau de dificuldades para atividades diárias, incluindo adoção ou não de práticas de autocuidado podem contribuir para o planejamento de ações no território, setoriais e intersetoriais, com foco na capacidade funcional e autocuidado de idosos, a partir da atenção primária em saúde.
Título en inglés
Functional capacity and self-care practices of the elderly: guidelines for comprehensive care of the elderly based on primary health care service
Palabras clave en inglés
Activities of daily living
Aged
Functional capacity
Health centers
Primary health care
Self-care
Resumen en inglés
Introduction: Population aging is considered a worldwide phenomenon, related to the reduction of birth and mortality rates. The maintenance of functional capacity, independence and autonomy of the elderly has been considered paramount by public policies for this population. The identification of functional difficulties in activities of daily living - basic and instrumental (ADLs and IADLs), self-care practices used for coping with them and associated factors is necessary for effective interventions focused on maintaining or improving the functional capacity of the elderly. Objectives: To evaluate the functional capacity and self-care practices adopted by elderly users of primary health care services in the region of Itaim Paulista and its association with some indicators of social vulnerability. Method: A quantitative, cross-sectional, descriptive and analytical study was conducted with elderly users of the Basic Health Units Jd. Camargo Novo and UBS Dr. Júlio de Gouveia (n=128). The study was carried out by means of interviews with use of standardized instruments: Multidimensional Assessment of the Elderly in Primary Care (AMPI-AB) and the Instrument for the Classification of the Elderly regarding Capacity for Self-Care (CICAc). Descriptive and statistical analysis were conducted using chi-square tests, Fisher's exact test or likelihood ratio tests, with 95% confidence intervals and use of bivariate logistic regression. Results: The convenience sampling was predominantly women (72.7%), aged 60 to 69 years (55.5%), married (58.6%), with up to 4 years of schooling (55.4%), with financial resources coming from retirement (53.1%), who report having worked during their lives mainly in cleaning services (28, 1%), with financial resources that generally meet their basic needs (45.3%), with regular/poor/very poor self-perception of health (53.9%), with 3 or more chronic conditions (62.5%) and classified as pre-fragile by AMPI-AB (47.7%). As for ADLs, 25% reported difficulties, most reported 1 to 2 difficulties (21.1%), and half of these difficulties are compensated (10.9%) and related to locomotion (19.5%). As for the IADLs, the vast majority of the elderly reported difficulties (84.8%), having mostly 1 to 2 activities with difficulties (52.3%), most of which require help (53.9) and a small part mentioned performing self-care practices (8.6%). The difficulties predominated in household chores (64%), shopping (46.1%), use of means of transportation (23.4), budget control (21.3%), and washing clothes (19.8). As for the statistical analysis, gender, frailty level, self-perceived health, diabetes, stroke, depression, and chronic pain influenced the presence, degree, and number of difficulties for ADLs (p < 0.05). Males had a 6.06 times greater chance of having difficulties in ADLs than females, people with frailty had a 16.59 times greater chance of having difficulties in ADLs than healthy people, people with diabetes had a 4.65 times greater chance of having difficulties in ADLs than people without diabetes, and people with depression had a 3.62 times greater chance of having difficulties in ADLs than people without depression, regardless of the other assesssed characteristics. Regarding IADLs, gender, age group, frailty level, self-perceived health, chronic conditions, anemia, osteoarthritis, and depression influenced some or all functional outcomes (p < 0.05). Osteoarthrosis statistically influenced the presence of difficulty in IADLs (p = 0.042) regardless of other evaluated characteristics, and people with osteoarthrosis had a 4.01 times greater chance of presenting some difficulty in IADLs than people without osteoarthrosis. None of the evaluated characteristics influenced statistically in the compensation of difficulty for ADLs (p > 0.05), but people with osteoarthrosis presented statistically lower frequency of compensation for IADLs difficulties (p = 0.016). Conclusion: The socio-demographic, clinical, and functional characterization of the elderly participants, as well as the association between some of these characteristics with the presence, number, and degree of difficulties in daily activities, including the adoption or not of self-care practices, can contribute to the planning of actions in the sectorial and intersectorial territory, focusing on functional capacity and self-care of the elderly, based on primary health care service.
 
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Fecha de Publicación
2021-09-28
 
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