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Doctoral Thesis
DOI
https://doi.org/10.11606/T.5.2020.tde-19012021-122121
Document
Author
Full name
Isaac José Felippe Correa Neto
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2020
Supervisor
Committee
Nahas, Sergio Carlos (President)
Bin, Fang Chia
Coy, Claudio Saddy Rodrigues
Marques, Carlos Frederico Sparapan
Title in Portuguese
Resultados de estudo prospectivo, randomizado entre o emprego do agente de preenchimento anal com partículas de copolímero de poliacrilato-poliálcool e a eletroestimulação endoanal no manejo da incontinência anal leve e moderada
Keywords in Portuguese
Agente de preenchimento anal
Eletroestimulação anal
Esfíncter anal interno
Feedback anorretal
Incontinência anal
Abstract in Portuguese
INTRODUÇÃO: A incontinência anal é definida como a perda de fezes e/ou flatos, em momentos inoportunos. Ela é decorrente fundamentalmente de lesões anatômicas, funcionais e/ ou neurológicas ao complexo muscular esfincteriano do assoalho pélvico, o que acarreta profunda mudança e impacto na qualidade de vida. Para seu diagnóstico, devem-se reconhecer os fatores de risco, realizar história clínica, avaliar a qualidade de vida e utilizar-se da manometria anorretal e da ultrassonografia endoanal, a fim de orientar o tratamento. Na prática clínica, com o aumento da expectativa de vida, observa-se um aumento da incidência de incontinência anal com disfunção do esfíncter anal interno. Esse apresenta espessura tênue, controle involuntário e poucas opções de tratamento. OBJETIVOS: comparar os resultados do emprego do agente de preenchimento anorretal - com partículas de copolímero de poliacrilato-poliálcool Exantia® (Grupo 1) - à realização eletroestimulação endoanal com Feedback (Grupo 2), em pacientes portadores de incontinência anal leve ou moderada, valendo-se do índice de incontinência anal e da qualidade de vida. MÉTODOS: estudo prospectivo e randomizado em 31 portadores de incontinência anal leve ou moderada (índice de incontinência anal menor que 13), com sintomatologia superior a 6 meses, sem defeitos anatômicos esfincterianos ou defeitos pontuais do esfíncter anal interno com análise prévia de amostra piloto e melhora superior a 50% no grupo 1 com nível de significância unilateral de 5% e um poder de análise de 80%. Acompanharam-se os pacientes no ambulatório de Fisiologia Colorretoanal do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP). Excluíram-se pacientes com incontinência anal grave, dano anatômico associado do esfíncter anal externo, passado de radioterapia pélvica, evidência de sepse perineal, doenças benignas e malignas colorretais, má formação congênita, esclerodermia, doença de Parkinson, imunossupressão e gestação em curso. O estudo desenvolveu-se em quatro fases: prétratamento, procedimentos, pós-tratamento precoce e pós-tratamento tardio aos 6 e 12 meses com a análise de dados demográficos, índice de incontinência anal, questionários de qualidade de vida (Fecal Incontinence Quality of Life Scale and Short-form 36), recomendação dos procedimentos, manometria anorretal e ultrassonografia endoanal. RESULTADOS: A média de idade (p=0,164), a distribuição por sexo (p=0,172), o índice de massa corpórea (p=0,332) e a consistência das fezes (p=0,254) foram semelhantes entre os grupos. O índice de incontinência anal no pré-tratamento foi em média de 10,4 (± 1,6); no grupo 1 e 10,0 (± 2,3); no grupo 2 (p=0,202) com uma diferença média após 12 meses, demonstrando melhora estatisticamente superior no grupo 1 (6,2 ± 3,5), quando comparada ao grupo 2 (9,2±3,0; p=0,002), embora sem uma alteração importante dos parâmetros manométricos anorretal. Houve uma melhora da qualidade de vida significativa nos pacientes do grupo 1 (p=0,012). Ao se estratificar uma melhora superior a 50% do índice de incontinência anal inicial, essa ocorreu em 37,5% dos pacientes do Grupo 1 e em nenhum caso no Grupo 2 após 12 meses. (p=0,018). CONCLUSÃO: Nos pacientes com incontinência anal leve ou moderada verificou-se uma melhora significativa dos índices de incontinência anal e qualidade de vida em pacientes submetidos ao implante de agente de preenchimento anorretal - com partículas de copolímero de poliacrilato-poliálcool Exantia® - em comparação àqueles nos quais se realizou eletroestimulação endoanal com Feedback após 12 meses
Title in English
Outcomes of a prospective, randomized study between polyacrylate-polyalcohol copolymer particles anal bulking agent and endoanal electrostimulation with feedback in the management of mild and moderate anal incontinence
Keywords in English
Anal electrostimulation, Anorectal feedback
Fecal incontinence,Anal bulking agent
Internal anal sphincter
Abstract in English
INTRODUCTION: Fecal incontinence is defined as the loss of feces and/or flatus, at inapropriate places and time. It mainly occurs due to anatomical, functional and/or neurological injuries to the pelvic floor sphincter muscle complex, which causes a deep change and impact on quality of life. Risk factors, clinical history, of quality of life assessment, use anorectal manometry and endoanal ultrasound are important diagnostic tools to guide the appropriate treatment. The increase in life expectancy, rises the incidence of anal incontinence as well as internal anal sphincter dysfunction, which is more delicate, thinner and has few treatment options. AIM: to compare the results of anorectal bulking agent polyacrylate-polyalcohol copolymer particles (Grupo 1) with endoanal electrostimulation with feedback (Grupo 2), in patients with mild or moderate anal incontinence, by means of the Cleveland Clinic Florida fecal incontinence severity index and quality of life evaluation. METHODS: This is a prospective randomized study including 31 patients with mild or moderate fecal incontinence (severity index less than 13), for more than 6 months, without anatomical sphincter defects or limited defects of the internal anal sphincter. The power analysis of the sample was planned in a pilot study and expected improvement of at least 50% in group 1 with a unilateral significance level of 5% and a power analysis of 80%. Patients were followed up at the Colorectal Physiology outpatient clinic of Hospital das Clínicas, Faculty of Medicine, University of São Paulo. Exclusion criteria were severe fecal incontinence, anatomical damage associated with the external anal sphincter, past pelvic radiotherapy, evidence of perineal sepsis, benign and malignant colorectal diseases, congenital malformation, scleroderma, Parkinson's disease, immunosuppression and ongoing pregnancy. The study was developed in four phases: pre-treatment, procedures, early post-treatment and late posttreatment at 6 and 12 months, analyzing demographic data, fecal incontinence severity score, quality of life questionnaires (Fecal Incontinence Quality of Life Scale and Short-form 36), procedure recommendation and satisfaction and anorectal manometry findings. RESULTS: Mean age (p = 0.164), gender distribution (p = 0.172), body mass index (p = 0.332) and stool consistency (p = 0.254) were similar between the groups. The mean pre-treatment fecal incontinence score was 10.4 (± 1.6) in group 1 and 10.0 (± 2.3) in the group 2 (p = 0.202). After 12 months, there was a statistically superior improvement in group 1 (6.2 ± 3.5) when compared to group 2 (9.2 ± 3.0; p = 0.002), whereas without an important change in anorectal manometry parameters between the groups analyzed. There was also a significant improvement in quality of life in patients in group 1 (p = 0.012). The improvement of 50% or more in fecal incontinence initial score occurred in 37.5% of patients of group 1 and 0% of group 2 after 12 months (p=0,018). CONCLUSION: In patients with mild or moderate anal incontinence, there was a significant improvement in fecal incontinence severity index and general and incontinence related quality of life in patients undergoing bulking agent polyacrylate-polyalcohol copolymer particles as compared to endoanal electrostimulation with feedback, after 12 months
 
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Publishing Date
2021-02-02
 
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