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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.5.2021.tde-06122021-135728
Documento
Autor
Nome completo
Fernanda Gomes Mariano Duque Estrada
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2021
Orientador
Banca examinadora
Almeida Neto, César de (Presidente)
Lombardi, Suzete Cleusa Ferreira Spina
Rego, Eduardo Magalhães
SILVA, TASSILA PATRICIA SALOMON
Título em português
O impacto da motivação e do capital social na fidelização de doadores de sangue
Palavras-chave em português
Altruísmo
Capital social
Capital social cognitivo
Doadores de sangue
Motivação
Transfusão de sangue
Resumo em português
As transfusões de sangue podem salvar vidas, principalmente para pacientes em choque hemorrágico, vítimas de trauma, entre outros. Entretanto, muitas vezes os estoques dos bancos de sangue estão em baixa e a demanda por transfusões de sangue, por outro lado, está em constante crescimento, principalmente nos países em desenvolvimento. A Organização Mundial da Saúde recomenda que 1% a 3% da população doe sangue regularmente, mas ainda assim não tem sido o suficiente para atender a demanda mundial. Com a pandemia por SARS-CoV-2, o número de doadores colapsou em todo o mundo, portanto, medidas para aumentar a captação e fidelização de doadores de sangue são mais do que bem-vindas e necessárias. O capital social é um termo que se refere à relação com o outro. Quando se fala em motivação, capital social e doação de sangue, é instintivo pensar que as pessoas mais motivadas e com alto grau de capital social doem mais sangue, mas essa associação nunca foi comprovada. Sabendo disso, esse projeto vai estudar o comportamento de um grupo de doadores de sangue e o impacto que os diferentes tipos de motivações e o capital social têm no seu comportamento de retorno. Em 2009, 5974 doadores, em três grandes hemocentros brasileiros, responderam a um questionário que continha perguntas sobre as diferentes motivações que os levavam a doar sangue e sobre capital social. Acompanhamos as doações subsequentes desses pacientes por um período de dois anos, onde examinamos as características demográficas, tipo de doação, status da doação, fatores motivacionais e níveis de capital e sua associação com o retorno dos doadores. Do total, 52,3% dos participantes do estudo retornaram para uma doação de sangue pelo menos uma vez durante os dois anos de acompanhamento. Os preditores do retorno dos doadores foram sexo masculino (odds ratio ajustada [AOR] = 1,6, 95%IC 1,3-1,9, para reposição e AOR = 1,3, 95%IC 1,2-1,6, para doadores comunitários), doação anterior (AOR = 2,7, 2,3-3,3, para reposição e AOR = 2,9, 95%IC 2,5-3,5, para doadores comunitários) e alto nível de altruísmo (AOR = 1,3, 95%IC 1,1-1,7, para reposição e AOR = 1,2, 95%IC 1,0-1,5, para doadores comunitários). O altruísmo foi o único motivador associado ao comportamento de maior chance de retorno. Doadores de primeira vez com escores mais baixos de capital social cognitivo e mais altos de interesse próprio apresentaram menor chance de retornar para novas doações. Doadores de Recife e São Paulo eram mais propensos a retornar para reposição e/ou para doações comunitárias do que doadores de Belo Horizonte. Não houve associação entre pontuação de capital social e comportamento de retorno do doador. A probabilidade de retorno para posterior doação de sangue depende das características individuais do doador e também varia nas diferentes regiões do Brasil. No entanto, na população geral, o capital social não foi associado a maior probabilidade de retorno. Os hemocentros necessitam tornarem-se mais conhecidos para a população de doadores, principalmente entre doadores de primeira vez. Uma melhor compreensão das categorias e apelos altruístas pode ajudar a melhorar o recrutamento e retenção de doadores
Título em inglês
The impact of motivation and social capital on blood donors´ loyalty
Palavras-chave em inglês
Altruism
Blood donors
Blood transfusion
Cognitive social capital
Motivation
Social capital
Resumo em inglês
Blood transfusions can save lives, mainly for patients in hemorrhagic shock, victims of trauma, among others. However, blood banks stocks are often below average as the demand for blood transfusions is constantly growing, especially in developing countries. The World Health Organization recommends that 1% to 3% of population should donate blood regularly but even though some countries reached this level, sometimes the stocks are not enough to meet the demand. With the SARS-CoV-2 pandemic the number of donors has collapsed worldwide. Therefore, measures to increase the recruitment and retention of blood donors are welcome and necessary. Social capital is a term that refers to a relationship with another. When we talk about motivation, social capital and blood donation, it is instinctive to think that people who are more motivated and those with higher social capital are more likely to return to new donations but this association has never been proven. This project will study the behavior of a group of blood donors and the impact on different types of motivations and social capital with the return behavior. From the total, 5974 donors, in three large Brazilians blood centers through 2009, were interviewed about motivations factors to donate and cognitive and structural social capital just before an effective donation. We assessed the return to a new donation along two years for each of these donors. Demographic characteristics, type of donation, donation status, motivators and levels of social capital and their association with donor´s returned were examined. Overall, 3123 (52.3%) of the study subjects returned for a blood donation at least once. Predictors of donors' return were male gender (adjusted odds ratio [AOR] = 1.6, 95%CI 1.3-1.9, for replacement and AOR = 1.3, 95%CI 1.2-1,6, for community donors), previous donation.(AOR=2.7, 95%CI 2.3-3.3, for replacement and AOR = 2.9, 95%CI 2.5-3.5, for community donors) and high altruism (AOR = 1.3, 95%CI 1.1-1.7, for replacement and AOR = 1.2, 95%CI 1.0-1.5, for community donors). Altruism was the only motivator associated with a greater chance of return behavior. First time donors with low cognitive social capital scores and high self-interest are less likely to return for a new donation. Donors from Recife and São Paulo were more likely to return for replacement and/or for community donations than donors from Belo Horizonte. There was no association between social capital scores and donor return behavior. The likelihood to return for a subsequent blood donation is dependent upon of individual characteristics of the donors and regional differences. However, in the general population, the social capital was not associated with the higher probability of return. Blood centers need to become better known to the donor population, especially among first time donors. A better understanding of altruistic categories and appeals may help to improve donor recruitment and retention
 
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Data de Publicação
2021-12-06
 
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