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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.5.2021.tde-02092021-152209
Documento
Autor
Nome completo
Bárbara Reis Tamburim
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2021
Orientador
Banca examinadora
Issa, Victor Sarli (Presidente)
Pereira, Sabrina Bernardez
Ramires, Felix José Alvarez
Santos, Carolina Casadei dos
Título em português
Estudo sobre preferências de pacientes internados por insuficiência cardíaca descompensada: longevidade ou qualidade de vida
Palavras-chave em português
insuficiência cardíaca
prognóstico
qualidade de vida
time trade-off
utility
Resumo em português
Introdução: A incorporação das preferências dos pacientes para o diagnóstico e tratamento de doenças em modelos de decisão compartilhada é ponto central para o cuidado de indivíduos com afecções crônicas. Entretanto, há estudos que indicam que pacientes podem preferir delegar a decisão aos agentes de saúde e que as preferências podem ser moduladas pelas características e condições clínicas dos pacientes. Não há estudos que tenham explorado as preferências dos pacientes e suas variáveis moduladoras no cenário de insuficiência cardíaca descompensada. Objetivo: Estudar as preferências dos pacientes internados com descompensação da insuficiência cardíaca em relação à qualidade de vida ou longevidade. Método: Trata-se de estudo com pacientes internados por insuficiência cardíaca descompensada no Hospital do Coração (HCor) da Associação Beneficente Síria de São Paulo, com idade superior a 18 anos e com fração de ejeção do ventrículo esquerdo medida pelo ecocardiograma inferior a 40%. Como medida da preferência do paciente foi aferido o momento estimado pelo paciente em que ele estaria disposto a trocar tempo de vida por qualidade de vida. Este método, conhecido na língua inglesa como Time to Trade-Off (TTO), tem sido reconhecido como padrão-ouro para medida de utilidade (utility). Resultados: No período de fevereiro de 2018 a dezembro de 2019 foram incluídos 141 pacientes no estudo; a mediana de idade (variação interquartil 25-75%) foi 71 (61-80) anos e 113 (80,1%) eram do gênero masculino; 54 (38,3%) pacientes estavam na sua primeira internação por descompensação da insuficiência cardíaca e a mediana do tempo de internação (variação interquartil 25-75%) foi 8 (5-14,5) dias; 3 (2,1%) pacientes morreram na internação. No total, 78 (55,3%) aceitaram negociar algum tempo de vida no estado de saúde atual por um menor tempo de vida em estado ótimo de saúde e 63 (44,7%) não aceitaram negociar, ou seja, escolheram longevidade ao invés da saúde excelente. Os pacientes que aceitaram negociar tempo de vida apresentaram maior proporção de indivíduos do sexo masculino [67 (85,9%) pacientes versus 46 (73%), 8 P=0,08], maior proporção de hipertensão arterial [73 (93,6%) versus 47 (74,6%), P=0,002] e maior proporção de comorbidades [44 (56,4%) versus 25 (39,7%), P=0,005]. Conclusões: Os resultados do presente estudo permitem afirmar que mais da metade dos pacientes internados por insuficiência cardíaca descompensada escolhem qualidade de vida ao invés de longevidade; pacientes que aceitam negociar tempo de vida possuem determinadas características clinicas que os distinguem, a saber, maior proporção de homens, presença de hipertensão arterial e de comorbidades; a opção por longevidade foi marcador de pior prognóstico em até 180 dias após a alta hospitalar.
Título em inglês
Study on preferences of hospitalized patients for decompensated heart failure: longevity or quality of life
Palavras-chave em inglês
heart failure
prognosis
quality of life
time trade-off
utility.
Resumo em inglês
Introduction: The incorporation of patient´s preferences for the diagnosis and treatment of diseases in shared decision models is a central point for the care of individuals with chronic diseases. However, there are studies that indicate that patients may prefer to delegate the decision to health agents and that the preferences may be modulated by the characteristics and clinical conditions of the patients. There are no studies that have explored preferences of patients and their modulating variables in the scenario of decompensated heart failure. Objective: To study the preferences of hospitalized patients with heart failure decompensation in relation to quality of life or longevity. Methods: This is a study with patients hospitalized for decompensated heart failure in the Hospital do Coração (HCor) of the Syria Beneficent Association of São Paulo, aged over 18 years and with left ventricular ejection fraction measured by echocardiography less than 40%. As a measure of patient´s preference, the patient's estimated time when he or she would be willing to change life time for quality of life was measured. This method, known in English as Time to Trade-Off (TTO), has been recognized as the gold standard for utility measurement. Results: From February 2018 to December 2019, 141 patients were included in the study; the median age (interquartile range 25-75%) was 71 (61-80) years and 113 (80.1%) were male; 54 (38.3%) patients were on their first hospitalization due to decompensated heart failure and the median length of stay (interquartile range 25-75%) was 8 (5-14.5) days; 3 (2.1%) patients died on admission. In total, 78 (55.3%) agreed to negotiate some time of life in the current state of health for a shorter time of life in optimum health and 63 (44.7%) did not accept to negotiate, that is, they chose longevity when instead of excellent health. Patients who agreed to negotiate lifetime had a higher proportion of male subjects [67 (85.9%) patients versus 46 (73%), P = 0.08], a higher proportion of arterial hypertension [73 (93.6%) versus 47 (74.6%), P = 0.002] and a higher proportion of 10 comorbidities [44 (56.4%) versus 25 (39.7%), P = 0.005]. Conclusions: The results of the present study allow us to state that more than half of the patients hospitalized for decompensated heart failure choose quality of life instead of longevity; patients who accept to negotiate life time have certain clinical characteristics that distinguish them, namely, higher proportion of men, presence of hypertension and comorbidities; the option for longevity was a marker of worse prognosis within 180 days after hospital discharge.
 
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Data de Publicação
2021-09-09
 
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