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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2016.tde-15022016-092853
Documento
Autor
Nome completo
Tatiane Evelyn Barboza
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Lacchini, Silvia (Presidente)
Medeiros, Alessandra
Rodrigues, Bruno
Título em português
Efeito do enriquecimento ambiental sobre o perfil cardiometabólico e estresse oxidativo no músculo e coração em ratos jovens e idosos
Palavras-chave em português
Atividade motora
Coração
Envelhecimento
Estresse oxidativo
Meio ambiente
Músculo esquelético
Ratos
Resumo em português
A maioria dos estudos explora o enriquecimento ambiental (EA) como uma forma de estudar o comportamento do animal, função cerebral e memória. Além disso, o EA pode estimular a atividade física voluntária. No entanto, pouco se sabe sobre o impacto deste estímulo sobre o perfil de estresse oxidativo no coração, assim como nos parâmetros cardiometabólicos. O objetivo do presente estudo é verificar os efeitos da atividade física voluntária sobre os parâmetros cardiometabólicos e sobre o perfil de estresse oxidativo no coração e músculo sóleo de ratos jovens e velhos. Foram utilizados 32 ratos, machos, Wistar, separados em 4 grupos: jovens controle (JC), jovens com enriquecimento ambiental (JEA), velhos controle (VC), velhos com enriquecimento ambiental (VEA). Os animais foram mantidos em seus grupos por 6 semanas, sendo que após esse período todos os animais foram avaliados (teste de esforço, peso, glicemia). Os resultados demonstraram alterações na composição corporal: aumento da gordura marrom no grupo VEA comparado ao grupo VC e redução da gordura periepididimal no grupo VEA comparado ao grupo VC. Houve também uma melhora no desempenho físico (tempo de corrida e velocidade) observado no teste de esforço do grupo VE comparado ao VC. A enzima citrato sintase é menor no VC comparado ao JC, sendo que o EA faz desaparecer essa diferença, deixando o grupo VEA semelhante ao JEA. Em relação ao perfil de estresse oxidativo, houve redução dos pró-oxidantes no grupo JEA tanto no coração quanto no músculo sóleo; já no grupo VEA houve aumento da enzima antioxidante superóxido dismutase (SOD) e foi possível observar uma tendência de aumento na glutationa peroxidase (Gpx). O EA é capaz de alterar a composição corporal, melhorar a performance e aumentar a SOD no grupo de ratos velhos. No grupo de ratos jovens reduz o dano oxidativo tanto no músculo sóleo quanto no coração, mas não provoca adaptações relevantes no sistema de defesa antioxidante enzimático
Título em inglês
Effect of environmental enrichment on the oxidative stress profile in heart and skeletal muscle in young and old rats
Palavras-chave em inglês
Aging
Environment
Heart
Motor activity
Muscle skeletal
Oxidative stress
Rats
Resumo em inglês
Most studies exploring environmental enrichment (EE) as a way to study the animal's behavior, brain function and memory. In addition the EE can stimulate voluntary physical activity however, little is known about the impact of stimulus Profile oxidative stress in the heart, as in cardiometabolic parameters. The aim of this study was to access the effects of voluntary physical activity (EE) on cardiometabolic parameters and the oxidative stress profile in soleus muscle and heart of young and old male rats. Thirty-two male Wistar rats were randomly assigned into four groups: young control (YC), young environmental enrichment (YE), old control (OC), old environmental enrichment (OE). After six weeks, the weight, stress test and blood glucose were evaluated in all groups. The data showed body composition changes: increased in the brown fat in OE group (0.072 ± 0.032) compared to OC group (0.051 ± 0.012); and reduced fat periepydidimal in OEA group (1.25 ± 0.48) compared to OC group (1.87 ± 0.63). We also observed a physical performance improvement (running time and speed) in the stress test of OE group (232.14 ± 102.50) compared to OC (51.67 ± 44.74). The enzyme citrate synthase was lower in OC compared to YC ( P= 0.0020), indicating a deleterious effect of aging,. EE has removed this difference, leaving the OE group similar to YE (P= 0.1529). Regarding the oxidative stress profile, there was a reduction of pro-oxidants in the heart (H202, carbonyls, lipoperoxidation) and in the soleus muscle (carbonyls and lipoperoxidation) of YE group. In the OE there was a significant increase of the antioxidant superoxide dismutase enzyme (SOD) and we observed a increase trend in glutathione peroxidase (GPx). EE was capable of altering body composition (brown and periepydidimal fat), improved physical performance and increased SOD in old mice group. In young group, oxidative damage reduced both in soleus muscle as in the heart, but does not caused significant adjustments in the enzymatic antioxidant defense system
 
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Data de Publicação
2016-02-15
 
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