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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.5.2020.tde-21012020-125049
Documento
Autor
Nome completo
Karina Gordon
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Rocha Filho, Joel Avancini (Presidente)
Albuquerque, Luiz Augusto Carneiro D
Boin, Ilka de Fatima Santana Ferreira
Gonzalez, Adriano Miziara
Júnior, Paulo do Nascimento
Título em português
Influência da transfusão de concentrado de hemácias na evolução pós-operatória de crianças submetidas a transplante hepático com doador vivo
Palavras-chave em português
Cirrose hepática
Complicações pós-tratamento
Criança
Doadores vivos
Rejeição de enxerto
Sobrevivência pós-tratamento
Transfusão de eritrócitos
Transplante de fígado
Resumo em português
Transfusão sanguínea tem sido associada ao aumento de complicações pós-operatórias (PO). Entretanto, há poucos estudos na área de transplante hepático pediátrico (THP). O objetivo do estudo foi avaliar o impacto da transfusão de concentrado de hemácias (CH) no período perioperatório sobre as complicações e a sobrevida do THP. Este e um estudo observacional analítico retrospectivo que avaliou 240 crianças com peso <= 20kg, submetidos a THP, com doador vivo. As complicações PO foram avaliadas segundo a classificação de Clavien-Dindo, e os pacientes classificados segundo a presença ou ausência de complicações graves. Estes pacientes foram estudados de acordo com o volume de CH transfundido no perioperatório, sendo incluídos 103 pacientes no grupo de baixo volume de CH (BCH, <= 27,5 mL/kg) e 137, no grupo de alto volume de CH (ACH, > 27,5 mL/kg). Os fatores independentes de risco para transfusão de CH perioperatório foram identificados por regressão logística multivariada e os de sobrevida, por regressão múltipla de Cox. As sobrevidas do enxerto e do paciente foram avaliadas pelo método de Kaplan-Meier e teste de Log-Rank. O nível de significância estatística considerado foi p < 0,05. A transfusão de CH perioperatório foi o único fator de risco independente para complicação grave. No pré-operatório, o grupo ACH apresentou idade, peso, estatura, hemoglobina (Hb), sódio (Na) e depuração de creatinina (DCr) menores, graus mais elevados de desnutrição e ascite, escore PELD (Pediatric End- Stage Liver Disease) e RNI (razão normalizada internacional) maiores, do que o grupo BCH. No intra-operatório, o grupo ACH apresentou Hb e Na menores e RNI, relação peso do implante para peso do paciente (RPIPP), tempos anestésico e cirúrgico, volumes de fluido e de diurese maiores, do que o grupo BCH. No pós-operatório, o grupo ACH apresentou menor taxa de intubação precoce, intubação mais prolongada e períodos de internação em UTI e hospitalar maiores do que o grupo BCH. Durante o período de internação pós-THP, o grupo ACH apresentou mais complicações por paciente, mais complicações graves, mais pacientes com, ao menos uma complicação grave, maior mediana de complicações graves, mais complicações cardiológicas, respiratórias, infecciosas maiores e sangramentos e menos complicações alérgicas e rejeições. O grupo ACH apresentou maior mortalidade até 30 dias pós-THP, diferentemente do grupo BCH, que não apresentou nenhum óbito neste período. Até 10 anos, foram observadas mais complicações cardiovasculares, respiratórias, infecciosas maiores e neoplásicas menores e menos rejeições, além de maior número de óbitos no grupo ACH, comparado ao grupo BCH. Foram fatores independentes de risco para transfusão de CH perioperatório: zescore peso/estatura (ZP/E), PELD, DCr, Hb e Na pré-operatórios e RPIPP. Foram fatores de risco independentes de mortalidade: DCr (HR = 0,995; p=0,023) e CH > 27,5 mL/kg (HR = 3,031; p=0,009). O grupo ACH apresentou sobrevida de enxerto e de paciente menores, em 1, 5 e 10 anos pós-THP do que o grupo BCH. CONCLUSÃO: A transfusão de concentrado de hemácias no perioperatório do THP com doador vivo está diretamente associada ao aumento da morbidade e a redução da sobrevida do enxerto e do paciente
Título em inglês
Influence of red blood cells transfusion on postoperative outcome of pediatric living donor liver transplantation
Palavras-chave em inglês
Child
Disease-free survival
Erytrocyte transfusion
Graft rejection
Liver cirrhosis
Liver transplantation
Living donors
Postoperative complications
Resumo em inglês
Blood transfusion has been associated with an increase in postoperative complications (POC). However, there are few studies in the area of pediatric liver transplantation (PLT). The aim of the study was to evaluate the impact of perioperative red blood cells (RBC) transfusion on POC and PLT survival. This is an observational retrospective analytical study that evaluated 240 children weighing <= 20 kg, undergoing living donor liver transplantation (LDLT). POC were assessed according to the Clavien-Dindo classification, and the patients classified, whether they presented or not major complications. These patients were studied according to the perioperative transfused RBC volume, with 103 patients in the low transfusion group (LTr, <= 27.5 mL/kg) and 137 in the high transfusion group (HTr, > 27.5 mL/kg). The independent risk factors of the perioperative RBC transfusion were identified by multivariate logistic regression and mortality independent risk factors, by multiple Cox regression. Graft and patient survival were assessed using the Kaplan-Meier method and Log-Rank test. Level of statistical significance was p < 0.05. Perioperative RBC transfusion was the only independent risk factor for major complication. In the preoperative period, the HTr group presented lower age, weight, length, hemoglobin (Hb), sodium (Na) and creatinine clearance (CrCl) and more severe malnutrition and ascites, higher PELD (Pediatric End-Stage Liver Disease) score and INR (International normalized ratio), than the LTr group. In the intraoperative period, the HTr group presented lower Hb and Na and higher INR levels, higher graft-to-bodyweight ratio (GBWR), longer anesthetic and surgical times and larger fluid and urine volumes, than the LTr group. In the postoperative period, the HTr group had a lower rate of early extubation, longer intubation period and longer ICU and hospitalization periods, than the LTr group. During the post-PLT hospitalization period, the HTr group presented more complications per patient, more major complications, more patients with at least one major complication and a higher median number of major complications, than the LTr group. Furthermore, the HTr group presented more major cardiovascular, respiratory, infectious and bleeding complications and less allergic and rejection complications than LTr group. The HTr group presented higher mortality up to 30 days post-PLT, unlike the LTr group, which did not present any deaths during this period. Up to 10 years, the HTr group presented more major cardiovascular, respiratory, infectious and minor neoplastic complications and less rejections besides, a higher mortality, compared to the LTr group. The independent risk factors for perioperative RBC transfusion were: z-score weight/length (ZWL), PELD score, CrCl, preoperative Hb and Na and GBWR. The independent risk factors for mortality were: CrCl (HR = 0.995, p = 0.023) and RBC volume > 27.5 mL/kg (HR = 3.031, p = 0.009). The HTr group presented lower graft and patient survival at 1, 5 and 10 years post-PLT than the LTr group. CONCLUSION: The transfusion of red blood cells in the perioperative period of the pediatric LDLT is directly associated with increased morbidity and reduced graft and patient survival
 
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Data de Publicação
2020-01-21
 
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