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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2011.tde-23112011-183723
Documento
Autor
Nome completo
Erika Rabelo Forte de Siqueira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2011
Orientador
Banca examinadora
Carrilho, Flair José (Presidente)
Ferraz, Maria Lúcia Cardoso Gomes
Oliveira, Claudia Pinto Marques Souza de
Silva, Mario Reis Alvares da
Soares, Elza Cotrim
Título em português
Avaliação do polimorfismo C677T (ALA222VAL) do gene da metilenotetrahidrofolato redutose (MTHFR) da hemocisteína e-493G/T do gene da proteína microssomal transportadora de triglicerídeos (MTP) em pacientes com hepatite C crônica do Nordeste do Brasil
Palavras-chave em português
Fibrose
Hepatite C crônica
Homocisteína
Metilenotetrahidrofolato redutase
Proteína microssomal transportadora de triglicerídeos
Resumo em português
Introdução: A infecção crônica pelo vírus da hepatite C (VHC) está associada à presença da resistência insulínica e da esteatose hepática, independentemente dos fatores metabólicos do hospedeiro. A alteração na enzima MTHFR resulta em hiperhomocisteinemia, que altera o metabolismo intracelular dos lipídios e pode estar relacionada à esteatose hepática e à fibrose, em portadores do VHC. A redução da atividade hepática da MTP resulta em acúmulo de gordura nos hepatócitos, contribuindo para a severidade da esteatose hepática e da fibrose em portadores do VHC. Como objetivos foram estudados os polimorfismos 677 C/T do gene da MTHFR e -493 G/T do gene da MTP e sua relação com as variáveis clínicas, bioquímicas e histológicas em pacientes com infecção crônica pelo VHC. Métodos: 174 pacientes sem tratamento prévio com RNA do VHC positivo e com biópsia hepática foram genotipados para o polimorfismo 677C/T da MTHFR por Restriction Fragment Length Polymorfism-Polimerase Chain (PCRRFLP) e para -493G/T da MTP, por sequenciamento. Todos os pacientes tinham marcadores negativos para doença de Wilson, hemocromatose e doença autoimune, e também tinham baixa ingesta alcoólica, com menos de 100g/semana. Variáveis bioquímicas foram analisadas no momento da realização da biópsia hepática. Resultados: A frequência do genótipo TT do gene MTHFR foi de 9,8% nos pacientes com genótipo não 1 do VHC. No entanto, foi encontrada associação entre o genótipo TT x CT /CC do polimorfismo do gene MTHFR, com o grau de esteatose e fibrose em ambos os genótipos da hepatite C (p < 0,05). Uma diferença significativa foi encontrada em níveis plasmáticos de homocisteína em pacientes com esteatose (p = 0,03). A frequência do genótipo GG+GT do gene MTP foi de 56,8% nos pacientes com genótipo 1 do VHC com fibrose hepática grau 3+4 (OR 1,8, IC 95% 1,3-2,3). Foi observada uma associação direta entre a presença da esteatose hepática nos pacientes com VHC com o genótipo GG+GT do polimorfismo -493G/T do gene da MTP independentemente do genótipo do VHC (OR = 0,4, IC 95% 0,2-0,8, p = 0,01). Conclusões: o genótipo TT do polimorfismo C677T do gene da MTHFR foi mais frequente no genótipo não 1 do VHC, independentemente da classificação histopatológica, assim como a frequência do genótipo CT + TT na presença de fibrose grau 1+ 2 e da esteatose hepática. A hiperhomocisteinemia foi altamente prevalente em indivíduos com esteatose. Por outro lado, a presença do alelo G do do polimorfismo -493G/T do gene da MTP está associada a uma menor expressão da MTP hepática, protegendo contra a esteatose em pacientes com VHC do Nordeste do Brasil. Estudos adicionais em outras populações são necessários para avaliar melhor o papel desses polimorfismos em indivíduos infectados pelo VHC
Título em inglês
Methylenetetrahydrofolate reductase (MTHFR) C677T (ALA222VAL) polimorphysm and microsomal triglyceride transfer protein (MTP) -493G/T polymorphism in chronic hepatitis C patients from Northeast of Brazil
Palavras-chave em inglês
Fibrosis
Hepatitis C
Homocysteine
Methylenetetrahydrofolate reductase
Microsomal triglyceride transfer protein
Resumo em inglês
Background: Chronic hepatitis C (CHC) infection has been shown to promote insulin resistance and hepatic steatosis independent of host metabolic factors. A lower MTHFR activity is associated to hiperhomocysteinemia and also may be related to steatosis and fibrosis in CHC. Futhermore a reduction on hepatic MTP activity resulting in fatty liver and could contribute to the severity of hepatic steatosis and fibrosis in CHC. The aim was to investigate this this polymorphism in the 677 C/T MTHFR and -493G/T MTP genes and there relation with metabolic and histological variables in patients with CHC. Methods: One hundred seven-four untreated patients with viral RNA and liver biopsy were genotyped for the 677C/T MTHFR and 493G/T MTP polymorphisms. The 677C/T polymorphism of the MTHFR gene was identified by Restriction Fragment Length Polymorfism- Polimerase Chain (PCRRFLP) and the 493 G/T polymorphism of the MTP gene was determined by direct sequencing of the polymerase chain reaction products. All patients were negative for markers of Wilsons disease, hemochromatosis and autoimmune diseases and had current and past daily alcohol intake less than 100g/week. A set of metabolic markers were also measured at the time of liver biopsies. Results: Among subjects infected with CHC genotype non-1 the frequency of MTHFR genotypes TT was 9.8%. Nevertheless, association was found between the MTHFR genotype TT x CT/CC polymorphism and the degree of steatosis and fibrosis in both hepatitis C genotype (p < 0.05). A significant difference was found on plasma homocysteine levels in patients with steatosis (p=0.03). Among subjects infected with CHC genotype 1 with fibrosis grade 3+4 the frequency of MTP genotypes GG+GT was 56.8% (OR 1.8; CI 95% 1.3-2.3). Observed an association with steatosis as dependent variable identified in genotypes GG+GT as independent protective factors against steatosis (OR=0.4, CI 95% 0.2-0.8, p = 0.01). Conclusion: The presence of genotype TT of MTHFR C677T polymorphism was more common in CHC genotype non-1 infected patient regardless of histopathological classification and genotype CT+TT frequencies were significant in the presence of fibrosis grade 1+2 and of steatosis. On the other hand the presence of the G allele of MTP 493G/T, which is possibly associated with a lower MTP hepatic expression, protects against steatosis in CHC patients from northeast of Brazil. Additional studies in other populations are needed to further assess the role of this polimorphysm in CHC
 
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Data de Publicação
2011-11-24
 
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