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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.5.2020.tde-22072021-200227
Documento
Autor
Nome completo
Paola Angelica Samuel Sierra
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2020
Orientador
Banca examinadora
Tsuji, Robinson Koji (Presidente)
Francesco, Renata Cantisani di
Alvarenga, Katia de Freitas
Costa, Lucas Bevilacqua Alves da
Título em português
A avaliação da efetividade da autoprogramação do processador de fala do implante coclear
Palavras-chave em português
Audição
Implantes cocleares
Surdez
Tecnologia
Telemetria
Telemonitoramento
Testes de discriminação da fala
Resumo em português
Introdução: O resultado do implante coclear depende de uma série de fatores, entre eles dos ajustes que configuram a qualidade do som enviada ao sistema nervoso auditivo central, dada pela programação do processador de fala. A programação do processador de fala exige que o paciente compareça periodicamente ao centro de implante coclear. A possibilidade de o usuário de implante coclear realizar ajustes em seus mapas por meio de um dispositivo que já faz parte de sua rotina (assistente remoto) seria uma forma de oferecer uma alternativa de programação, reduzindo assim a necessidade do atendimento presencial. Objetivos: O objetivo primário deste estudo foi avaliar a viabilidade da autoprogramação do processador de fala com o assistente remoto em adultos usuários de implante coclear por meio da análise dos mapas comportamental e criados e ajustados pelo assistente remoto, análise do grau de satisfação, análise da opinião subjetiva dada em questionário e análise do reconhecimento de fala e testes psicofísicos. Os objetivos secundários foram: avaliar a preferência dos usuários quanto ao mapa testado e avaliar os fatores que limitam a autoprogramação na rotina clínica. Método: foram convidados a participar deste estudo adultos (>= de 18 anos) usuários de implante coclear da marca Cochlear© , com unidades internas e processadores de fala compatíveis com o uso do assistente remoto (Remote Assistant Fitting - RAF), com uso sistemático há pelo menos um ano e reconhecimento de fala em conjunto aberto maior ou igual a 50%. O estudo foi realizado em duas visitas. Na primeira sessão foi realizada a bateria de testes de reconhecimento de fala, teste de crescimento da sensação de intensidade, questionário SSQ12 e julgamento subjetivo da qualidade do mapa em uso pelo paciente por meio de escala visual analógica. Juntamente com o fonoaudiólogo, o paciente criou um mapa pelo RAF, gerado a partir das respostas neurais avaliadas na mesma sessão e ajustado pelos controles disponibilizados pelo RAF. Foram salvos três mapas no processador de fala: (1) mapa em uso, (2) mapa em uso disponível para modificações e (3) mapa criado e ajustado pelo RAF. O paciente foi orientado a realizar ajustes com o RAF nos mapas (2) e (3) quando julgasse necessário. Após duas semanas de experiência domiciliar, a bateria de testes foi repetida com o mapa preferencial, escolhido pelo paciente entre as opções disponíveis em seu processador de fala. Foram comparados os níveis mínimos e máximos de estimulação (níveis T e C, respectivamente) e os resultados da bateria de testes realizada com mapa em uso e o mapa preferencial. Resultados: Participaram deste estudo 19 usuários de implante coclear, sendo um bilateral, totalizando 20 orelhas. Na comparação entre os mapas em uso e preferencial após experiência domiciliar, foram encontradas diferenças significantes nos níveis C na região apical do feixe de eletrodos e reconhecimento de fala em dissílabos apresentados a 40 dB NPS, sendo os valores mais altos no mapa preferencial. A avaliação subjetiva dos participantes mostrou diferença significante na subescala de qualidades auditivas do SSQ12 e pontuação do VAS, sendo mais baixas no mapa preferencial, porém sem correlação com as demais variáveis. O uso da ferramenta de autoprogramação mostrou que o mapa criado pelo RAF segue parâmetros fixos, independente dos parâmetros em uso pelo paciente ou número de eletrodos ativos. Sendo assim, pacientes que apresentem necessidade de parâmetros específicos ou desativação de eletrodos não poderiam realizar estes ajustes sem supervisão de um profissional. Conclusões: Os resultados sugerem que a autoprogramação, realizada por meio do assistente remoto, mostrou-se viável em casos selecionados de adultos usuários de implante coclear, sem impactar negativamente no desempenho auditivo do paciente. A maioria dos participantes preferiu o mapa referência. Os fatores que limitaram a autoprogramação foram inserção incompleta dos eletrodos, alteração de impedâncias, sensação extra-auditiva e necessidade de desativação parcial de eletrodos.
Título em inglês
Evaluation of the effectiveness of the self-programming of the speech processor of the cochlear implant
Palavras-chave em inglês
Cochlear Implants
Deafness
Hearing
Speech Discrimination Tests
Technology.
Telemetry
Telemonitoring
Resumo em inglês
Introduction: The result of the cochlear implant depends on a series of factors, including the adjustments that configure the quality of the sound, sent to the central auditory nervous system, given by the speech processor programming. Programming the speech processor requires that the patient, periodically, attend the cochlear implant center. The possibility for the cochlear implant user to make adjustments to their maps, using a device that is already part of their routine (remote assistant), would be a way to offer a programming alternative, thus reducing the need for face-to-face assistance. Objectives: The primary objective of this study was to assess the feasibility of self-programming the speech processor with the remote assistant in adult users of cochlear implants by analyzing the behavioral maps, created and adjusted by the remote assistant, analyzing the satisfaction with the maps and the subjective opinion, given in questionnaire and analysis of speech recognition and psychophysical tests. The secondary objectives were: to evaluate the users' preference regarding the tested map and to assess the factors that limit self-programming in the clinical routine. Method: Experienced adults (>= 18 years old) who were implanted with Cochlear© internal units and speech processors compatible with the use of the remote assistant fitting (RAF), with speech recognition in open set, greater than or equal to 50%, were selected. The study was carried out in two visits. In the first session, a battery of speech recognition tests, loudness sensation growth test, SSQ12 questionnaire and subjective judgment of the quality of the map in use by the patient, using a visual analog scale, were performed. With the audiologist, the patient created a map by the RAF, generated from the neural responses, evaluated in the same session and adjusted by the controls available by the RAF. Three maps were saved in the speech processor: (1) map in use, (2) map in use available for modifications and (3) map created and adjusted by the RAF. The patient was instructed to make adjustments with the RAF on the maps (2) and (3) when he deemed necessary. After two weeks of home experience, the battery of tests was repeated with the preferred map, chosen by the patient from the options available on the speech processor. The minimum and maximum levels of stimulation (T and C levels, respectively) and the results of the battery of tests performed with the map in use and the preferred map, were compared. Results: Nineteen users of cochlear implant participated in this study, with one patient with bilateral cochlear implants, totaling 20 ears. In the comparison between the maps in use and the preferred one after home experience, significant differences were found in C levels in the apical region of the electrode array and speech recognition in disyllables presented at 40 dB SPL, with the highest values in the preferred map. The subjective evaluation of the participants showed a significant difference in the subscale of auditory qualities of SSQ12 and VAS score, being lower in the preferential map, but without correlation with the other variables. The use of the self-adjustment tool showed that the map created by the RAF follows fixed parameters, regardless of the parameters in use by the patient or the number of active electrodes. Therefore, patients who need specific parameters or deactivated electrodes could not perform these adjustments without professional supervision. Conclusions: The results suggest that self-programming, performed using the remote assistant, proved to be viable in selected cases of adults using cochlear implants, without negatively impacting the patient's auditory performance. Most participants preferred the reference map. Incomplete insertion of the electrodes, changed impedances, extra-auditory sensation and need for partial deactivation of electrodes were factors that limited the self-programming procedure.
 
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Data de Publicação
2021-07-22
 
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