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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.5.2021.tde-14012022-154101
Documento
Autor
Nome completo
Natália Cândido de Sousa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2021
Orientador
Banca examinadora
Bento, Ricardo Ferreira (Presidente)
Gomez, Maria Valeria Schmidt Goffi
Beck, Roberto Miquelino de Oliveira
Felix, Felippe
Título em português
Eletrococleografia para avaliação e monitorização de adultos com audição residual e submetidos ao implante coclear
Palavras-chave em português
Audição residual
Audiometria de resposta evocada
Implante coclear
Limiar auditivo
Potenciais microfônicos da cóclea
Preservação auditiva
Resumo em português
INTRODUÇÃO: O aprimoramento tecnológico dos aparelhos de implante coclear aliado a técnicas cirúrgicas minimamente traumáticas têm permitido que pacientes com audição residual e com indicação de cirurgia sejam implantados com eletrodos convencionais com boas chances de preservação auditiva. A possibilidade de melhores resultados audiológicos nestes pacientes, após a cirurgia, tem tornado essencial a monitorização da audição residual e, por conseguinte, da função coclear, antes, durante e após a realização do implante. Desta forma, a eletrococleografia (EcoG) ganha destaque, por tratar-se de um método objetivo capaz de obter respostas elétricas da cóclea com boa amplitude de sinal tanto na orelha média, através da EcoG transtimpânica (EcoGTT), quanto na orelha interna, por meio da EcoG intracoclear (EcoGI). O objetivo deste estudo é analisar a viabilidade da eletrococleografia (EcoG) para avaliação e monitorização de adultos com audição residual e submetidos ao implante coclear. MÉTODO: As respostas da eletrococleografia transtimpânica (EcoGTT) a tone bursts com fases alternadas de 250, 500 e 1000 Hz foram registradas antes da cirurgia em 10 pacientes com audição residual na orelha definida para o implante. O procedimento cirúrgico, utilizando a técnica de soft surgery, foi realizado em todos os pacientes, e a eletrococleografia intracoclear (EcoGI) intraoperatória foi registrada durante e após a inserção do feixe de eletrodos na cóclea. As médias dos limiares de microfonismo coclear (MC) na EcoGTT e na EcoGI, nas frequência de 250, 500 e 1000Hz, foram relacionadas com as médias dos limiares da audiometria tonal, realizada antes e após 3 e 12 meses da cirurgia, nas mesmas frequências. RESULTADOS: Todos os pacientes apresentaram MC na EcoGTT pré-operatória. Uma média de 0,3 dB foi observada entre os limiares audiométricos e os limiares da EcoGTT no préoperatório. Uma perda auditiva média de 37,5 dB e 43 dB foram observadas após 3 meses e 12 meses de cirurgia, respectivamente, em comparação com limiares audiométricos tonais pré-operatórios. Uma média de 0,5 dB foi observada entre os limiares estimados na EcoGI intraoperatória e os limiares tonais audiométricos após 12 meses de cirurgia. CONCLUSÃO: A eletrococleografia (EcoG) mostrou-se eficiente para avaliar e monitorizar a audição residual em pacientes submetidos ao implante coclear, fornecendo importantes informações eletrofisiológicas da cóclea durante as diferentes etapas da cirurgia
Título em inglês
Electrocochleography for the assessment and monitoring residual hearing in cochlear implant candidates
Palavras-chave em inglês
Audiometry evoked response
Auditory threshold
Cochlear implant
Cochlear microphonic potentials
Hearing preservation
Residual hearing
Resumo em inglês
INTRODUCTION: The technological improvement of the cochlear implant devices combined with minimally traumatic surgical techniques have allowed patients with residual hearing to be implanted with conventional electrode arrays with good chances of hearing preservation. The possibility of better audiological results in these patients after surgery has made essential to monitor residual hearing and, consequently, cochlear function, before, during and after implantation. The electrocochleography (EcochG) stands out as an objective method capable of obtaining electrical responses from the cochlea with good signal amplitude in the middle ear, through transtympanic EcochG (TTEcochG), and in the inner ear, through the intracochlear EcochG (ICEcochG). The aim of this study is to analyze the feasibility of electrocochleography (EcochG) to access and monitor residual hearing in patients who underwent cochlear implant surgery. METHODS: Transtympanic electrocochleography (TTEcochG) responses to tone bursts with alternating phases at 250, 500, and 1000 Hz were recorded before surgery in 10 patients with residual hearing in the ear to be implanted. The surgical procedure using the soft surgery technique was performed in all patients and intraoperative intracochlear electrocochleography (ICEcochG) was recorded during and after insertion of the electrode array into the cochlea. The mean of the cochlear microphonism (CM) thresholds from TTEcochG and ICEcochG at the frequencies of 250, 500 and 1000Hz were related to the mean of the pure tone audiometry thresholds (PTA), performed before and 3 and 12 months after surgery at the same frequencies. RESULTS: All patients showed CM responses during preoperative TTEcochG. A mean of 0.3 dB was observed between pre-op audiometric PTA and pre-op TTECochG thresholds. A mean hearing loss of 37.5 dB was observed at 3 months post-op and a mean of 43 dB hearing loss was observed at 12 months compared to preoperative audiograms. A mean of 0.5 dB was observed between intraop ICECochG thresholds and 12-month audiometric thresholds. Conclusion: The electrocochleography (EcochG) proved to be efficient to access and monitor residual hearing in patients who underwent cochlear implant surgery, providing important electrophysiological cochlear information during the different steps of the surgery
 
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Data de Publicação
2022-01-20
 
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