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Tesis Doctoral
DOI
https://doi.org/10.11606/T.5.2020.tde-09072020-150254
Documento
Autor
Nombre completo
Vanessa Mika Kinchoku
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2020
Director
Tribunal
Tsuji, Domingos Hiroshi (Presidente)
Braga, Natasha Mascarenhas Andrade
Imamura, Rui
Koishi, Henry Ugadin
Título en portugués
Microrretalho bipediculado de mucosa cordal em fonomicrocirurgia: estudo experimental em laringes humanas excisadas
Palabras clave en portugués
Cadáver
Disfonia
Epidemiologia experimental
Laringe
Prega Vocal
Voz
Resumen en portugués
Introdução: A fonomicrocirurgia evoluiu ao longo dos anos à medida que se aprofundou os conhecimentos sobre anatomia e fisiologia da laringe, porém as complicações ainda são inevitáveis. Uma das possíveis complicações é a perda de tecido de cobertura na borda livre da prega vocal ou área adjacente a ela. Dependendo da extensão e profundidade do defeito, ocorre uma exposição do ligamento vocal e irregularidade da borda livre, podendo gerar retração cicatricial, fenda glótica e rigidez de mucosa. Foi desenvolvido um retalho bipediculado de mucosa cordal com a finalidade de recobrir esse defeito de mucosa, regularizar a borda livre e reduzir a chance de uma possível fibrose que ocorreria, caso o defeito cicatrizasse por segunda intenção. Objetivos: Quantificar o maior defeito que o retalho bipediculado de mucosa cordal é capaz de recobrir. Avaliar a viabilidade de aumentar o retalho, acrescentando mucosa do assoalho do ventrículo e estudar a histologia desta região. Métodos: Utilizou-se no total 25 laringes excisadas de cadáveres humanos adultos. Em 10 laringes (cinco de cada gênero) confeccionou-se o maior retalho bipediculado de mucosa cordal na sua face cranial para então, posteriormente, quantificar as dimensões do defeito que ele poderia recobrir com seu deslocamento medial. Em outras 10 laringes (cinco de cada gênero) o retalho foi acrescido lateralmente de mucosa do ventrículo laríngeo e verificou-se se este aumento no tamanho do retalho seria capaz de recobrir defeitos maiores. As cinco laringes restantes foram utilizadas para análise histológica do assoalho do ventrículo laríngeo. As lâminas foram coradas com hematoxilina-eosina, picrossirius e resorcina-fucsina de Weigert. Resultados: Houve correlação do tamanho do defeito com comprimento da prega vocal e com largura do retalho no grupo 1 e somente com o comprimento da prega vocal no grupo 2. Observou-se que o epitélio do assoalho do ventrículo é do tipo respiratório. Conclusão: A média da largura do defeito mucoso, capaz de ser recoberto pelo retalho bipediculado, foi de 1,51mm e quando o retalho foi acrescido lateralmente com mucosa do assoalho do ventrículo foi de 1,67mm. Esta diferença, porém, não foi estatisticamente significante. Houve diferença estatística no tamanho do defeito de acordo com o gênero, sendo maior no grupo masculino. Há diferenças bastante evidentes na histologia da prega vocal e assoalho do ventrículo laríngeo
Título en inglés
Bipedicled vocal fold mucosal flap in phonomicrosurgery: experimental study in excised human larynges
Palabras clave en inglés
Cadaver
Dysphonia
Epidemiology experimental
Larynx
Vocal cords
Voice
Resumen en inglés
INTRODUCTION: Phonomicrosurgery has developed over the years as the knowledge on laryngeal anatomy and physiology increased, but complications are still inevitable. Complications may include loss of cover tissue at the free edge of the vocal fold or an area adjacent to it. Depending on the length and depth of the defect, vocal ligament exposure and free edge irregularity may occur, which can lead to scar retraction, glottal gap, and mucosal stiffness. A bipedicled mucosal flap was developed with the aim to cover this mucosal defect, regularize the free edge, and reduce the chance of possible fibrosis that could occur if the defect healed by secondary intention. OBJECTIVES: To quantify the largest defect that the bipedicled mucosal flap can recover. To evaluate the feasibility of enlarging the flap by adding ventricular floor mucosa and to study the histology of this area. METHODS: A total of 25 excised larynges from adult human cadavers were used. In 10 larynges (five of each gender) the largest bipedicled vocal fold mucosal flap was made on its cranial surface to subsequently quantified the dimensions of the defect that it could cover by displacing the flap medially. In 10 other larynges (five of each gender) the flap was laterally added to the laryngeal ventricle mucosa and it was verified whether this increase in flap size would be able to cover larger defects. The five remaining larynges were used for histological analysis of the laryngeal ventricle floor. The slides were stained with hematoxylin-eosin, picrossirius and Weigert's resorcin-fuchsin. RESULTS: There was a correlation between defect size and vocal fold length and flap width in group 1 and only with vocal fold length in group 2. The ventricular floor epithelium is similar to the respiratory type. CONCLUSION: The mean width of the mucosal defect capable of being covered by the bipedicled flap was 1.51mm and when the flap was laterally added with ventricular floor mucosa was 1.67mm. This difference, however, was not statistically significant. There was a statistical difference in defect size according to gender, being larger in the male group. There are evident differences in the histology of the vocal fold and ventricular floor
 
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Fecha de Publicación
2020-07-10
 
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