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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.5.2021.tde-07012022-093617
Documento
Autor
Nome completo
Beatriz Monteiro Fernandes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2021
Orientador
Banca examinadora
Souza, Márcio Gerhardt Soeiro de (Presidente)
Caetano, Sheila Cavalcante
Elkis, Helio
Oliveira, Arão Belitardo de
Título em português
Estudo longitudinal sobre o impacto do exercício físico aeróbico adjuvante ao antidepressivo nos marcadores inflamatórios periféricos de pacientes com transtorno depressivo maior
Palavras-chave em português
Antidepressivos
Exercício físico
Hidrocortisona
Inflamação
Interleucinas
Transtorno depressivo maior
Resumo em português
Introdução: O transtorno depressivo maior (TDM) possui uma complexa fisiopatologia, que engloba alterações nos marcadores inflamatórios periféricos. Nessa esteira, há relatos de que o tratamento com antidepressivos (AD) teria uma ação secundária nos marcadores inflamatórios do sangue periférico. Assim, o treinamento físico aeróbico regular é recomendado como um complemento ao tratamento do TDM, segundo os principais consensos de especialistas no assunto. No entanto, ainda não está claro se o treinamento físico como adjuvante ao tratamento antidepressivo teria uma influência na resposta clínica ou estaria associado a mudanças diferenciadas nos níveis de marcadores inflamatórios. Métodos: Foi realizado um ensaio clínico simples-cego de quatro semanas envolvendo 40 pacientes com TDM, divididos em grupo controle (sertralina) e grupo intervenção (sertralina + 40 min/dia de treinamento físico, quatro vezes por semana, durante quatro semanas). Os marcadores inflamatórios periféricos (IL-1, IL-6, IL-8, IL-10, IL-12, TNF- e cortisol) foram coletados na linha de base e na linha de desfecho. Resultados: De maneira geral, houve diminuição dos níveis de cortisol, independentemente da realização do treinamento físico, assim como redução na pontuação da HAMD-17. A taxa de remissão ao tratamento com AD não diferiu entre os grupos controle e intervenção, observando-se apenas uma tendência a menores níveis de IL-6 em respondedores totais e parciais. A remissão clínica foi associada ao sexo feminino e ao grupo intervenção. Conclusão:Embora existam evidências anedóticas e epidemiológicas de um resultado clínico mais positivo quando o treinamento físico é usado como adjuvante ao tratamento antidepressivo em casos de TDM, este ensaio clínico não observou tal fato. A pontuação da HAMD-17 não se correlacionou aos níveis pré-tratamento de nenhuma interleucina. Novos estudos devem explorar a associação entre o tratamento farmacológico adjunto ao treinamento físico e os níveis dos marcadores inflamatórios, além da resposta clínica obtida com o aumento ou diminuição das interleucinas
Título em inglês
Longitudinal study on the effect of aerobic exercise as an adjunct to antidepressant on peripheral inflammatory markers of patients with major depressive disorder
Palavras-chave em inglês
Antidepressive agents
Depressive disorder major
Hydrocortisone
Inflammation
Interleukins
Physical exercise
Resumo em inglês
Introduction: Major depressive disorder (MDD) has a complex pathophysiology, which includes changes in peripheral inflammatory markers. In this context, there are reports that treatment with antidepressants (AD) would have a secondary action on inflammatory markers in peripheral blood. Thus, regular aerobic exercise is recommended as a complement to the treatment of MDD, according to the main consensus of experts on the subject. However, it is not yet clear whether physical exercise as an adjunct to antidepressant treatment would have an influence on the clinical response or be associated with differentiated changes in the levels of inflammatory markers. Methods: A four-week simple-blind clinical trial involving 40 patients with MDD, divided into a control group (sertraline) and an intervention group (sertraline + 40 min / day of physical exercise, four times a week, for four weeks) was carried out. Peripheral inflammatory markers (IL-1, IL-6, IL-8, IL-10, IL-12, TNF- and cortisol) were collected at baseline and at the outcome line. Results: In general, there was a decrease in cortisol levels, regardless of physical exercise, as well as a reduction in the HAMD-17 score. The rate of remission to treatment with AD did not differ between the control and intervention groups, with only a trend towards lower levels of IL-6 in total and partial responders. Clinical remission was associated with females and the intervention group. Conclusion: Although there is anecdotal and epidemiological evidence of a more positive clinical outcome when exercise training is used as an adjunct to antidepressant treatment in cases of MDD, this clinical trial did not observe this fact. The HAMD-17 score did not correlate with pretreatment levels of any interleukin. New studies should explore the association between pharmacological treatment adjunct to physical training and levels of inflammatory markers, in addition to the clinical response obtained with the increase or decrease of interleukins
 
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Data de Publicação
2022-01-07
 
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