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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2010.tde-04112010-170118
Documento
Autor
Nome completo
Camila Magalhães Silveira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2010
Orientador
Banca examinadora
Andrade, Laura Helena Silveira Guerra de (Presidente)
Baltieri, Danilo Antonio
Catapani, Wilson Roberto
Galduróz, José Carlos Fernandes
Malbergier, André
Título em português
Preditores sociodemográficos das transições entre os estágios do uso de álcool (uso na vida, uso regular, abuso e dependência) e remissão dos transtornos relacionados ao uso do álcool na população geral adulta residente na região metropolitana de São Paulo
Palavras-chave em português
Abuso
Álcool
Brasil
Dependência
Transições
Resumo em português
Objetivos: Avaliar os correlatos sociodemográficos associados com as transições entre os estágios de uso do álcool (desde o primeiro uso na vida até o desenvolvimento de transtornos relacionados ao uso, como abuso e dependência, AUD) e remissão, em uma amostra da população geral residente na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), com 18 anos de idade ou mais. Métodos: Uma amostra probabilística e multiestratificada de adultos domiciliados (n = 5.037) na RMSP foi estudada. O uso de álcool, uso regular (pelo menos 12 doses/ ano), abuso e dependência de acordo com os critérios do DSM-IV, e remissão de AUD foram avaliados utilizando-se a versão do Composite International Diagnostic Interview para o World Mental Health Survey. As curvas de idade de início cumulativas (AOO) para o primeiro uso de álcool na vida, o uso regular, o abuso e a dependência foram elaboradas com dados obtidos a partir da amostra de 5.037 indivíduos. Os correlatos sociodemográficos das transições entre os estágios de uso do álcool e da remissão de AUD foram obtidos a partir de uma subamostra de 2.942 entrevistados, para os quais, os dados sociodemográficos tempodependentes estavam disponíveis. Resultados: as prevalências encontradas foram: 85,8% de uso de álcool na vida, 56,2% de uso regular, 10,6% de abuso e 3,6% de dependência. As probabilidades de transição foram: 63,1% do primeiro uso na vida para o uso regular, 17,9% do uso regular para o abuso, e 28,3% do abuso para dependência. Remitiram 73,4% e 58,8% dos entrevistados com diagnóstico de abuso e dependência de álcool na vida, respectivamente. Todas as transições entre os estágios de uso de álcool até o abuso estiveram consistentemente associadas ao sexo masculino, às gerações mais jovens e à baixa escolaridade, sendo que outros correlatos variaram entre as transições. Vale a pena destacar que baixa escolaridade foi um correlato para o desenvolvimento de abuso e dependência e para a não remissão destes transtornos. Idade de início precoce do uso regular esteve associada com a transição para o abuso de álcool entre usuários regulares. Conclusões: O presente estudo demonstra que correlatos específicos contribuem diferentemente no decorrer da trajetória de uso de álcool nesta amostra populacional de São Paulo. Nossos achados reforçam a necessidade de programas para prevenir a iniciação precoce do uso de álcool e que os esforços devem estar concentrados nos indivíduos de menor nível socioeconômico e de baixa escolaridade, a fim de minimizar a progressão para AUD e melhorar a remissão dessas condições. Além disto, a partir deste estudo, sugerimos a inclusão da idade de início no modelo do Índice de Risco Comparativo (Comparative Risk Assessment - CRA) utilizado pelo estudo Global Burden of Diseases para estimar as conseqüências negativas decorrentes do uso do álcool no Brasil e no mundo
Título em inglês
Socio-demographic correlates of transitions from alcohol use to disorders and remission in the São Paulo megacity mental health survey, Brazil
Palavras-chave em inglês
Abuse
Alcohol
Brazil
Dependence
Transitions
Resumo em inglês
Aims: To evaluate socio-demographic correlates associated with transitions across alcohol use stages (from first use to alcohol use disorders, AUD) and remission in a sample of household residents in the São Paulo Metropolitan Area adult, aged 18 years and over. Methods: A probabilistic, multi-stage clustered sample of adult household residents (n=5,037) in the São Paulo Metropolitan Area was analyzed. Alcohol use, regular use (at least 12 drinks/year), DSM-IV abuse and dependence, and remission from AUD were assessed with the World Mental Health version of the Composite International Diagnostic Interview. Age of onset (AOO) distributions of the cumulative lifetime probability of alcohol use, regular use, abuse, and dependence were prepared with data obtained from 5,037 subjects. Correlates of transition across alcohol use stages and remission were obtained from a subsample of 2,942 respondents, whose time-dependent sociodemographic data were available. Results: Lifetime prevalences were 85.8% for alcohol use, 56.2% for regular use, 10.6% for abuse, and 3.6% for dependence. The transitions probabilities were 63.1% for everuse to regular use, 17.9% for regular use to abuse, and 28.3% for abuse to dependence; 73.4% and 58.8% of respondents with lifetime abuse and dependence, respectively, had remitted. All transitions across alcohol use stages up to abuse were consistently associated with male gender, younger cohorts and low education, with other correlates varying among transitions. Importantly, low education was a correlate for developing AUD and for not remitting from them. Early AOO of regular use was associated with alcohol abuse among regular users. Conclusions: The present study demonstrates that specific correlates differently contribute throughout alcohol use trajectory in a Brazilian population. Our findings reinforce the need of programs to prevent early initiation of alcohol use and that efforts should focus on individuals of lower socioeconomical levels and low education, in order to minimize the progression to AUD and improve remission from these conditions. Moreover, based on these findings we suggest the inclusion of age of onset in the conceptual model used for the current analysis of alcohol within the Global Burden of Disease and Injury study
 
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Data de Publicação
2010-11-08
 
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