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Tese de Doutorado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Marcelo Batista Bonadio
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Demange, Marco Kawamura (Presidente)
Ejnisman, Leandro
Helito, Camilo Partezani
Reiff, Rodrigo Bezerra de Menezes
Título em português
Tratamento das lesões de edema medular ósseo do joelho pela técnica de subcondroplastia
Palavras-chave em português
Articulação do joelho
Artroplastia subcondral
Doenças da medula óssea
Estudos de coortes
Imagem por ressonância magnética
Osteoartrite do joelho
Substitutos ósseos
Resumo em português
INTRODUÇÃO: O edema medular ósseo pode ser encontrado em diversas doenças do joelho e existe ainda grande controvérsia quanto à sua classificação e nomenclatura na literatura, principalmente, em vista dos estudos mais recentes, a partir do ano de 2000, quando a repercussão clínica de tais alterações de imagens de ressonância magnética começaram a ser melhor avaliadas. Estudos demonstraram a correlação do edema ósseo com a dor e a progressão da osteoartrite. Um novo método cirúrgico desenvolvido para o tratamento dessas lesões é denominado subcondroplastia e consiste na injeção de substituto ósseo pastoso no local do edema medular ósseo. O objetivo do presente trabalho é avaliar a técnica de subcondroplastia no Brasil quanto a sua aplicabilidade e os resultados no tratamento do edema medular ósseo. MÉTODOS: Foram incluídos pacientes com idade entre 40 e 85 anos, com dor no joelho há pelo menos 6 meses, associada à ressonância magnética com lesão de hipersinal em ponderação de T2 na tíbia ou fêmur. Os pacientes foram avaliados segundo a escala visual analógica de dor e pela escala de KOOS, IKDC subjetivo e SF36, uma semana antes da cirurgia e com 1, 3, 6, 12, 24 e 48 semanas após. Também foi realizada avaliação por imagem do joelho afetado com radiografia e ressonância magnética, sendo tais exames realizados no pré-operatório e após 48 semanas da cirurgia. A subcondroplastia foi realizada com técnica desenvolvida para o preenchimento da área de lesão óssea medular, guiada por fluoroscopia, com substituto ósseo em pasta à base de fosfato de cálcio. RESULTADOS: O preenchimento foi realizado com sucesso em 20 joelhos, sendo 11 lesões no côndilo femoral medial e 12 no planalto tibial medial. A avaliação pela escala de KOOS apresentou uma melhora significativa durante o seguimento na avaliação de sintomas (p < 0,001), dor (p < 0,001), função diária (p < 0,001), função esportiva (p=0,006) e qualidade de vida (p < 0,001). As avaliações pelas escalas do IKDC subjetivo (p < 0,001) e dor pela EVA (p < 0,001) também apresentaram melhora significativa. Na avaliação da qualidade de vida pela escala SF-36, os critérios de capacidade funcional (p < 0,001), aspectos físicos (p < 0,001), estado geral de saúde (p=0,015), vitalidade (p=0,017), aspectos sociais (p < 0,003), aspectos emocionais (p < 0,001) e saúde mental (p=0,019) apresentaram melhora significativa e apenas o critério de dor (p=0,398) não obteve melhora significativa. A escala radiográfica de Kellgren-Lawrence ao final do seguimento foi significativamente pior que a pontuação pré-operatória (p=0,025). Doze ressonâncias magnéticas realizadas após 48 semanas de seguimento foram avaliadas, com seis pacientes apresentando redução do edema. A impacção estava pior em 5 joelhos, não houve alteração em 6 joelhos e em apenas 1 houve redução da impacção. Todos os pacientes conseguiram deambular, sem apoio adicional, já no primeiro dia após o procedimento. Como complicações, dois pacientes apresentaram extravasamento de enxerto para partes moles. CONCLUSÃO: A técnica de subcondroplastia é segura, apresenta melhora rápida e sustentada de dor e desempenho funcional dos pacientes em um seguimento de 48 semanas
Título em inglês
Treatment of bone marrow edema lesions of the knee with subchondroplasty technique
Palavras-chave em inglês
Arthroplasty subchondral
Bone marrow diseases
Bone substitutes
Cohort studies
Knee joint
Magnetic resonance imaging
Osteoarthritis knee
Resumo em inglês
INTRODUCTION: Bone marrow edema can be found in several pathologies of the knee and there is still great controversy regarding classification and nomenclature in the literature, especially in view of the most recent studies since the year 2000, when the clinical repercussion of such magnetic resonance imaging began to be better evaluated. Studies have shown the correlation of bone edema with pain and osteoarthritis progression. A new surgical method developed for the treatment of these lesions is called subchondroplasty and consists of the injection of a paste substitute at the site of bone marrow edema. The aim of the present study was the development of the subchondroplasty technique in Brazil to evaluate its applicability and results in the treatment of bone marrow edema. METHODS: We included patients aged 40 to 85 years, with pain in the knee for at least 6 months, associated with increased uptake MRI lesion on T2 weighting in the tibia or femur. The patients were evaluated according to the visual analogue pain scale and the KOOS, subjective IKDC and SF36 scales one week before surgery and at 1, 3, 6, 12, 24 and 48 weeks after surgery. We also performed image evaluation of the affected knee with radiography and MRI, which were performed preoperatively and after 48 weeks of surgery. The subchondroplasty was performed using a technique developed to fill the area of bone marrow lesion, guided by fluoroscopy, with a bone substitute in a paste based on calcium phosphate. RESULTS: The filling was successfully performed on 20 knees, with 11 lesions on the medial femoral condyle and 12 on the medial tibial plateau. The KOOS score showed a significant improvement during the evaluation of symptoms (p < 0.001), pain (p < 0.001), daily function (p < 0.001), sports function (p=0.006) and quality of life (p < 0.001). Evaluations by the subjective IKDC scales (p < 0.001) and pain by the VAS (p < 0.001) also showed significant improvement. In the evaluation of the SF-36 quality of life the criteria of functional capacity (p<0.001), physical aspects (p < 0.001), general health status (p=0.015), vitality (p=0.017), social aspects (p < 0.003), emotional aspects (p < 0.001) and mental health (p=0.019) presented significant improvement, and only the pain criteria (p=0.398) showed no significant improvement. The Kellgren-Lawrence scale at the end of the follow-up was significantly worse than the preoperative score (p=0.025). Twelve magnetic resonances performed after 48 weeks of follow-up were evaluated, with six patients presenting with edema reduction. The impaction was worse in 5 knees, in 6 there was no alteration and in 1 there was reduction of impaction. All patients were able to walk, without additional support, on the first day after the procedure. As complications, two patients presented extravasation of graft to soft parts. CONCLUSION: The subchondroplasty technique is safe and presents rapid and sustained improvement of pain and functional performance of patients at a 48-week follow-up
 
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Data de Publicação
2019-10-29
 
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