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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.5.2021.tde-16082021-105116
Documento
Autor
Nome completo
Frederico Lafraia Lobo
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2021
Orientador
Banca examinadora
Ferreira Neto, Arnaldo Amado (Presidente)
Ejnisman, Benno
Godinho, Glaydson Gomes
Pécora, José Ricardo
Título em português
Estudo clínico comparativo entre o uso de âncoras com ou sem nós no tratamento artroscópico da luxação recidivante do ombro
Palavras-chave em português
Articulação do ombro
Artroscopia
Avaliação de resultado de intervenções terapêuticas
Ensaio clínico controlado aleatório
Estudo comparativo
Instabilidade articular
Lesões de Bankart
Luxações articulares
Ortopedia
Resultado do tratamento.
Resumo em português
INTRODUÇÃO: O ombro é a articulação que mais comumente sofre luxação, sendo a instabilidade anterior a mais frequente. Reparo artroscópico da lesão de Bankart com âncoras com nó é o tratamento mais usado para a instabilidade anterior do ombro. Em 2001 o conceito de fixação do tecido com o uso de âncoras sem nó foi estabelecido, e sua aplicabilidade foi demonstrada para o tratamento da lesão do lábio glenoidal, solucionando a dificuldade de confecção do nó artroscópico. Além disso, o volume do nó pode acarretar lesões da cartilagem articular da cabeça do úmero pelo atrito e levar a desconforto articular na mobilização do ombro. O objetivo do estudo foi comparar os resultados clínicos e de exames de imagem pós operatórios de pacientes submetidos ao tratamento da instabilidade recidivante do ombro por via artroscópica com uso de âncoras absorvíveis com nó em relação aos tratados com âncoras absorvíveis sem nó. MÉTODOS: Nesse estudo prospectivo foram randomizados 64 pacientes, 32 para cada grupo. Os desfechos clínicos foram avaliados com 6, 12 e 24 meses de pós-operatório por meio dos escores clínicos de Rowe, "Western Ontario Shoulder Instability Index" (WOSI), "Single Assessment Numeric Evaluation" (SANE), Escala Visual Analógica para dor (EVAd) e a taxa de recorrência de luxação pós-operatória. Ressonância Magnética (RM) pós-operatória foi realizada e os desfechos foram o índice da altura anterior do lábio glenoidal (IAALG), o índice da altura inferior do lábio glenoidal (IAILG), a inclinação anterior do lábio glenoidal (IALG) e a inclinação inferior do lábio glenoidal (IILG). RESULTADOS: Cinquenta e um pacientes completaram 24 meses de seguimento, 24 no Grupo Com Nó e 27 no Grupo Sem Nó. Aos 24 meses, o escore de Rowe foi 81,7 ± 19,9 pontos para o Grupo Com Nó e 85,9 ± 14 pontos para o Grupo Sem Nó (p = 0,623); o WOSI foi de 509,2 ± 480,1 pontos para o Grupo Com Nó e 555,9 ± 393,6 pontos para o Grupo Sem Nó (p = 0,533); o SANE foi de 90,7 ± 18,7 pontos para o Grupo Com Nó e 89,2 ± 14,8 pontos para o Grupo Sem Nó (p = 0,427); EVAd foi de 1,7 ± 2,5 pontos para o Grupo Com Nó e 2,5 ± 2,7 pontos para o Grupo Sem Nó (p = 0,275). Não houve diferença estatística na amplitude de movimento, na recorrência de instabilidade pós-operatória e nos parâmetros pós-operatórios de RM entre os grupos. CONCLUSÕES: O reparo da lesão de Bankart com o uso de âncoras absorvíveis com ou sem nó produziu resultados clínicos, radiológicos e de recorrência semelhantes na análise pós-operatória de 24 meses.
Título em inglês
Arthroscopic treatment of anterior shoulder instability using knotted or knotless anchors: a randomized clinical trial
Palavras-chave em inglês
Arthroscopy
Bankart Lesions
Comparative study
Evaluation of results of therapeutic interventions
Joint dislocations
Joint instability
Orthopedics
Randomized controlled trial
Shoulder joint
Treatment outcome
Resumo em inglês
INTRODUCTION: The shoulder is the joint that most suffers dislocation, with anterior instability being the most frequent. Arthroscopic Bankart repair with knotted anchors is the most commonly used treatment for anterior shoulder instability. In 2001, the concept of tissue fixation through knotless anchors was established, and its applicability for the fixation of labrum lesions was demonstrated, solving the difficulty of making the arthroscopic knot. In addition, the volume of the knot can cause injuries to the humeral head's articular cartilage through friction and lead to joint discomfort in the shoulder's mobilization. The aim of this study was to compare the clinical and postoperative imaging results of patients undergoing arthroscopic treatment of shoulder instability using knotted absorbable anchors compared to those treated with knotless absorbable anchors. METHODS: In this prospective study 64 patients were randomized, 32 for each group. Clinical outcomes were assessed at 6, 12 and 24 months postoperatively by the Rowe score, Western Ontario Shoulder Instability Index (WOSI), Single Assessment Numeric Evaluation (SANE), Visual Analogue Scale for pain (VASp) and the rate of postoperative dislocation recurrence. Postoperative magnetic resonance imaging (MRI) was evaluated and the outcomes were anterior and inferior labrum glenoid height index (aLGHI and iLGHI); and anterior and inferior labral slope (aSlope and iSlope). RESULTS: Fifty-one patients completed 24 months of follow-up, 24 in the Knotted Group and 27 in the Knotless Group. At 24 months, the Rowe score was 81.7 ± 19.9 points for the Knotted Group and 85.9 ± 14 points for the Knotless Group (p = 0.623); the WOSI was 509.2 ± 480.1 points for the Knotted Group and 555.9 ± 393.6 points for the Knotless Group (p = 0.533); SANE was 90.7 ± 18.7 points for the Knotted Group and 89.2 ± 14.8 points for the Knotless Group (p = 0.427); VASp was 1.7 ± 2.5 points for the Knotted Group and 2.5 ± 2.7 points for the Knotless Group (p = 0.275). There was no statistical difference in range of motion, postoperative instability recurrence and MRI postoperative parameters between groups. CONCLUSIONS: The repair of the Bankart lesion using absorbable knotted or knotless anchors produced similar clinical, radiological and recurrence results in the 24-month postoperative analysis
 
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Data de Publicação
2021-08-16
 
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