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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.5.2020.tde-05072020-154252
Documento
Autor
Nome completo
Marcelo Tadeu Caiero
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Camargo, Olavo Pires de (Presidente)
Guedes, Alex
Júnior, Rosalvo Zosimo Bispo
Wei, Teng Hsiang
Título em português
Estudo da expressão do VEGF no tumor de células gigantes ósseo
Palavras-chave em português
Fator A de crescimento do endotélio vascular
Metástase pulmonar
Recidiva
Tumor de células gigantes do osso
VEGF
Resumo em português
INTRODUÇÃO: O tumor de células gigantes (TCG) ósseo é considerado atualmente uma neoplasia de grau intermediário, com crescimento muitas vezes rápido, apresentando potencial de destruição articular e desenvolvimento de metástase pulmonar. Acomete pacientes adultos jovens e tem predileção pela articulação do joelho. Alguns tumores de células gigantes parecem ter um comportamento mais agressivo que outros, sem que se saiba exatamente quais os motivos para isso. Nossa hipótese é que o VEGF, um potente fator de crescimento endotelial vascular já bastante estudado em outras neoplasias, possa explicar em parte a maior agressividade de determinados TCGs. OBJETIVOS: (1)verificar a correlação entre os tipos mais agressivos de TCG e a expressão de VEGF; (2) verificar a correlação entre o osso envolvido pelo TCG e a expressão de VEGF; (3) verificar a correlação entre a ocorrência de recidiva do TCG e a expressão de VEGF; (4) verificar a correlação entre TCG com evolução para metástase pulmonar e a expressão de VEGF. MÉTODOS: foram avaliados retrospectivamente os prontuários de 127 pacientes com TCGs ósseos no período entre 2000 e 2016. Os casos foram divididos de acordo com a classificação de Campanacci, localização, faixa etária, presença de recidiva e presença de metástase pulmonar. Foi realizada a análise da expressão do VEGF através de imunohistoquímica no tecido tumoral obtido pela cirurgia em todos os casos. Os casos foram divididos de duas formas: (1) expressão de VEGF abaixo de 25%, baixa expressão, e expressão acima de 25%, alta expressão; (2) sem expressão de VEGF ou com expressão de VEGF. RESULTADOS: a média de idade foi de 32 anos e o tempo e seguimento médio foi de 6,7 anos. Sete casos desenvolveram metástase pulmonar. Não foram observadas diferenças significativas entre a expressão de VEGF com o corte de 25% e a classificação de Campanacci (p=0,341), localização do tumor (p=0,819), faixa etária (p=0,418) e presença de recidiva (p=0,947). Também não foram observadas diferenças significativas com o corte de 0% e a classificação de Campanacci (p=0,169), localização do tumor (p=0,513), faixa etária (p=0,342) e presença de recidiva (p=0,114). No caso da metástase pulmonar, não houve diferença no grupo baixa expressão x alta expressão (p=0,604), mas houve diferença significativa para os grupos sem x com expressão de VEGF (p=0,031). Os casos Campanacci III tiveram maior taxa de metástase pulmonar (p=0,017). Todos os 7 pacientes com metástase pulmonar expressaram VEGF em algum grau. O VEGF positivo apresentou uma sensibilidade de 100%, especificidade de 27,7%, valor preditivo positivo de 10,4% e valor preditivo negativo de 100% para o desenvolvimento de metástase pulmonar. Os tumores localizados na região distal do rádio tiveram maior taxa de recidiva (p=0,03) e maior taxa de metástase pulmonar (p=0,038). Os casos de TCGs proximais do fêmur tiveram maior índice de fratura patológica (p < 0,001). CONCLUSÃO: Houve diferença estatisticamente significativa entre alguma expressão de VEGF e desenvolvimento de metástase pulmonar. A expressão de VEGF tem alta sensibilidade e alto valor preditivo negativo para identificar os casos que podem evoluir para metástase. Não houve diferença entre localização do tumor, faixa etária, classificação de Campanacci, presença de recidiva e a expressão de VEGF. Os tumores localizados na região distal do rádio apresentam maior probabilidade de evoluir com recidiva local e metástase pulmonar. Os tumores da região proximal do fêmur têm maior probabilidade de apresentar fratura patológica
Título em inglês
Study of VEGF expression in giant cell tumor of bone
Palavras-chave em inglês
Giant cell tumor of bone
Pulmonary metastasis
Recurrence
Vascular endothelial growth factor A
VEGF
Resumo em inglês
INTRODUCTION: The giant cell tumor of bone (GCT) is currently considered an intermediate-grade neoplasm with often fast-growth, potential for bone destruction and development of pulmonary metastases. It affects young adult patients and has a predilection for the knee joint. Some giant cell tumors appear to behave more aggressively than others, without knowing exactly the reason. Our hypothesis is that VEGF, a potent vascular endothelial growth factor already extensively studied in other cancers, may partly explain the greater aggressiveness of certain GCTs. OBJECTIVES: (1) to verify the correlation between the most aggressive types of GCT and the VEGF expression; (2) to verify the correlation between the bone involved by GCT and VEGF expression; (3) to verify the correlation between the GCT recurrence and VEGF expression; (4) to verify the correlation between GCT with evolution to pulmonary metastases and VEGF expression. METHODS: The medical records of 127 patients with GCTs were retrospectively evaluated between 2000 and 2016. Cases were classified according to Campanacci classification, location, age range, recurrence and presence of pulmonary metastases. In all cases, VEGF expression was analyzed by immunohistochemical in the tumor tissue obtained in surgery. The cases were divided into two forms: (1) VEGF expression below 25%, low expression and above 25%, high expression; (2) with or without VEGF expression. RESULTS: The patients' average age was 32 years and the mean time of follow-up were 6.7 years. Seven cases developed pulmonary metastases. No significant differences were observed between VEGF expression at a 25% cutoff level and Campanacci classification (p = 0.341), tumor location (p = 0.819), age range (p = 0.418), and recurrence (p = 0.947). Significant differences were also not found at a 0% cutoff level and Campanacci classification (p=0.169), tumor location (p=0.513), age range (p=0.342) and recurrence (p=0.114). In the pulmonary metastases cases, there was no difference in the low expression x high expression groups (p = 0.604), but there was significant difference for with x without VEGF expression groups (p = 0.031). Campanacci grade III cases had a higher rate of pulmonary metastases (p = 0.017). All 7 patients with pulmonary metastases expressed VEGF to some degree. Positive VEGF presented a sensitivity of 100%, specificity of 27.7%, a positive predictive value of 10.4% and a negative predictive value of 100% for the development of pulmonary metastases. Tumors located in the distal radius region had a higher recurrence rate (p = 0.03) and a higher pulmonary metastases rate (p = 0.038). The GCTs cases in the proximal femoral region had a higher pathological fracture index (p < 0.001). CONCLUSION: There was a statistically significant difference between some VEGF expression and development of pulmonary metastases. Some VEGF expression has a high sensitivity to identify cases that may progress to metastases. There was no difference between age, age range, Campanacci classification, recurrence, and VEGF expression. Tumors located in the distal radius region are more likely to evolve with local recurrence and pulmonary metastases. Tumors in the proximal femoral region are more likely to have pathological fractures
 
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Data de Publicação
2020-07-05
 
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