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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.5.2020.tde-05022021-144214
Documento
Autor
Nome completo
Fabiano Kupczik
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2020
Orientador
Banca examinadora
Gobbi, Riccardo Gomes (Presidente)
Camanho, Gilberto Luis
Luzo, Marcus Vinicius Malheiros
Oliveira, Victor Marques de
Título em português
Reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o terço medial do tendão patelar no tratamento da instabilidade recidivante da patela: resultados a médio e longo prazo
Palavras-chave em português
Cirurgia
Instabilidade articular
Ligamentos
Luxação patelar
Osteoartrite
Patela
Resumo em português
INTRODUÇÃO: A instabilidade recidivante da patela (IRP) é uma disfunção relativamente frequente na articulação do joelho e sua etiologia é multifatorial. O ligamento patelofemoral medial (LPFM) é considerado o principal estabilizador estático da patela e, atualmente, sua reconstrução é o procedimento mais realizado no tratamento cirúrgico da IRP. Porém, como este método foi descrito mais recentemente, a maioria dos relatos apresenta acompanhamento somente a curto e médio prazo e ainda há controvérsias sobre a influência dos fatores predisponentes e do posicionamento do túnel femoral nos resultados. A análise destas variáveis a longo prazo é importante, visto que erros técnicos podem estar diretamente relacionados a piores resultados funcionais, recidivas e evolução para degeneração articular. OBJETIVOS: Avaliar a taxa de recidiva, os resultados funcionais e a ocorrência de osteoartrose patelofemoral a médio e longo prazo em pacientes submetidos a reconstrução isolada do LPFM com enxerto do terço medial do tendão patelar e analisar a correlação com gênero, idade, tempo de acompanhamento, altura patelar, displasia da tróclea femoral, lesão condral pré-existente e posicionamento do túnel femoral. MÉTODOS: Série de casos com sessenta e nove pacientes (oitenta e seis joelhos) submetidos a reconstrução isolada do LPFM com enxerto autólogo do terço medial do tendão patelar. Todas as cirurgias foram realizadas pelo mesmo cirurgião entre 2004 e 2016 e o tempo médio de acompanhamento foi de 72,2 ± 37,5 meses (mínimo de 24 e máximo de 163 meses). A avaliação funcional foi realizada por meio da taxa de recidiva e do questionário de Kujala. A avaliação radiográfica incluiu a análise do posicionamento do túnel femoral pelo método de Schöttle modificado, a altura patelar pelo índice de Caton-Deschamps, a displasia da tróclea femoral pela classificação de Dejour e a osteoartrose patelofemoral pela classificação de Iwano. A lesão condral pré-existente foi graduada conforme a classificação de Outerbridge. A análise estatística uni e multivariada correlacionou as variáveis com os resultados de Kujala e a osteoartrose patelofemoral. Valores de p < 0,05 indicaram significância estatística. RESULTADOS: A idade média foi de 26,1 ± 8 anos e o sexo feminino correspondeu a 68,1%. Não houve recidivas. O valor médio de Kujala foi de 77,7 ± 18,2 e todos os pacientes estavam melhores na avaliação final. Na análise estatística, os resultados de Kujala tiveram associação significativa positiva com o maior tempo de acompanhamento (p=0,043) e foram estatisticamente menores nos tipos mais graves (B e C) de displasia da tróclea femoral (p=0,022). Não houve relação significativa entre os resultados de Kujala e as demais variáveis. A ocorrência de osteoartrose patelofemoral foi de 16,3% (grau 1, 11,6%; 2, 3,5%; 3, 1,2%) e teve correlação estatisticamente significante com os tipos mais graves (B e C) de displasia da tróclea femoral (p=0,004). Não houve relação significativa entre a ocorrência de osteoartrose patelofemoral e as demais variáveis. CONCLUSÕES: Este estudo demonstrou que a reconstrução isolada do LPFM com o terço medial do tendão patelar estabilizou a articulação patelofemoral e apresentou resultados funcionais satisfatórios, sem recidivas e sem progressão significativa para osteoartrose patelofemoral a médio e longo prazo. Contudo, os tipos mais graves (B e C) de displasia da tróclea femoral tiveram correlação estatisticamente significante com os piores resultados funcionais e com a ocorrência de osteoartrose patelofemoral
Título em inglês
Medial patellofemoral ligament reconstruction with medial third of patellar tendon in the treatment of recurrent patellar instability: medium and long-term results
Palavras-chave em inglês
Articular instability
Ligaments
Patella, Osteoarthritis
Patellar dislocation
Surgery
Resumo em inglês
INTRODUCTION: Recurrent patellar instability (RPI) is a relatively frequent dysfunction of the knee joint which etiology is multifactorial. The medial patellofemoral ligament (MPFL) is known to be the main static stabilizer of the patella and, currently, MPFL reconstruction is the most performed procedure for the surgical treatment of RIP. However, as this method was described more recently, most reports present only short and mid-term follow-up and the influence of predisposing factors and femoral tunnel positioning in the results remains unclear. The analysis of these variables in the long-term is important since technical errors can be directly related to inferior functional results, recurrences and development of osteoarthritic changes. OBJECTIVES: To evaluate medium and long-term recurrence rate, functional results and patellofemoral osteoarthritis occurrence in patients underwent isolated MPFL reconstruction with medial third of patellar tendon and the correlation to gender, age, follow-up period, patellar height, trochlear dysplasia, pre-existing chondral lesions and femoral tunnel positioning. METHODS: Case series with 69 patients (86 knees) underwent isolated MPFL reconstruction with medial third of patellar tendon autograft. All the procedures were performed by a single surgeon between 2004 and 2016 and were recorded at a mean follow-up of 72.2 ± 37.5 months (range, 24-163 months). Functional assessment was evaluated by recurrence rate and Kujala questionnaire. Radiographic assessment analyzed femoral tunnel positioning by the modified Schöttle method, patellar height by the Caton-Deschamps index, femoral trochlear dysplasia by the Dejour classification and patellofemoral osteoarthritis by the Iwano classification. Pre-existing chondral lesions were rated according to Outerbridge classification. Univariate and multivariate statistical analysis correlated the variables to Kujala score and patellofemoral osteoarthritis. Statistical significance was set at P < .05. RESULTS: The mean age was 26.1 ± 8 years and females were 68.1%. There were no recurrences. The mean Kujala score was 77.7 ± 18.2 and all patients improved after surgery. The statistical analysis showed that Kujala score was statistically lower on high-grade types (B/C) of femoral trochlear dysplasia (P = .022) and had a positive significant association to the long-term follow-up (P = .043). There was no significant relationship between Kujala score and the other variables. Patellofemoral osteoarthritis developed in 16.3% of knees (grade 1, 11.6%; 2, 3.5%; 3, 1.2%), which had a significant correlation to the high-grade types (B/C) of femoral trochlear dysplasia (P = .004). There was no significant relationship between patellofemoral osteoarthritis development and the other variables. CONCLUSIONS: This study demonstrated that isolated MPFL reconstruction with medial third of the patellar tendon stabilized the patellofemoral joint and showed good functional results, no recurrences and no significant patellofemoral osteoarthritis development in the medium and longterm follow-up. However, high-grade types (B and C) of femoral trochlear dysplasia did correlate to significant inferior functional results and development of patellofemoral osteoarthritis
 
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Data de Publicação
2021-02-11
 
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