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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2013.tde-24062013-112733
Documento
Autor
Nome completo
Simone Almeida da Silva
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2013
Orientador
Banca examinadora
Menezes, Paulo Rossi (Presidente)
Alencar, Gizelton Pereira
Germani, Ana Claudia Camargo Gonçalves
Lourenço, Roberto Alves
Oliveira, Ana Flavia Pires Lucas D
Título em português
Depressão e incapacidade funcional em idosos : um estudo de base populacional
Palavras-chave em português
Classificação Internacional de Funcionalidade Incapacidade e Saúde
Depressão
Epidemiologia
Idoso
Saúde do idoso
Saúde pública
Transtornos mentais
Resumo em português
INTRODUÇÃO: Com o rápido processo de envelhecimento populacional, a incapacidade funcional em idosos tem se tornado um importante problema de saúde pública globalmente. Depressão é uma morbidade bastante prevalente nessa fase da vida e pode estar associada com uma proporção significativa da incapacidade funcional na população de idosos. OBJETIVOS: Avaliar os níveis de incapacidade funcional, os principais fatores associados e o impacto dos transtornos mentais na incapacidade funcional de idosos vivendo na comunidade; examinar os fatores preditores de incapacidade funcional em um período de dois anos. MÉTODO: A presente investigação é parte da coorte prospectiva de base populacional "São Paulo Ageing & Health Study" (SPAH), que incluiu idosos com 65 anos ou mais, residentes de uma área economicamente menos favorecida na região Oeste da cidade de São Paulo. Os participantes foram identificados por arrolamento domiciliar e entrevistados em seus domicílios seguindo protocolo padronizado de pesquisa. A avaliação de incapacidade funcional foi realizada com o instrumento "World Health Organization Disability Assessment Schedule 2.0", criado para avaliar níveis de incapacidade conforme as definições e critérios da International Classification of Functioning, Disability and Health da Organização Mundial de Saúde, na sua versão com 12 itens. Depressão pelos critérios diagnósticos da CID-10 e sintomas depressivos foram avaliados com o instrumento Geriatric Mental State. Foram examinadas as associações independentes entre os transtornos mentais e incapacidade funcional através de modelos de regressão multivariada e modelos longitudinais multinível. Também foi calculada a Fração Atribuível na População dos transtornos mentais na incapacidade funcional dos idosos. RESULTADOS: Foram incluídos 2.072 idosos no período de 2003 a 2005. Mobilidade, atividades de vida diárias e participação na sociedade foram os domínios de incapacidade funcional mais afetados nessa população. A prevalência de depressão clinicamente significativa foi 26,2% (IC 95% 24,3 - 28,1), sendo 4,8% para depressão CID-10 e 21,4% para sintomas depressivos. Demência, depressão CID-10 e problema em membros apresentaram as associações de maior magnitude com as médias dos escores totais padronizados de incapacidade funcional, seguidos por sintomas depressivos, AVC e DPOC. Sintomas depressivos e depressão CID-10 foram responsáveis por 25,0% do total de incapacidade funcional grave nessa população. Dos idosos incluídos no SPAH, 1.661 foram reavaliados após dois anos. No seguimento, 56,1% dos idosos permaneceram com o mesmo nível de incapacidade funcional, 21,8% melhoraram e 22,1% pioraram. Os idosos que apresentaram sintomas depressivos, depressão CID-10 e demência na inclusão tiveram maior chance de piora da incapacidade funcional após dois anos, independentemente da categoria de incapacidade na inclusão do estudo e das morbidades físicas presentes. CONCLUSÃO: Os transtornos mentais em idosos, principalmente os sintomas depressivos e a depressão CID-10, apresentam associações e impacto importantes na incapacidade funcional. Além disso, são fatores preditores de piora na incapacidade funcional em idosos. Sabe-se que depressão e sintomas depressivos são doenças potencialmente preveníveis e tratáveis, e que sua adequada abordagem em idosos pode culminar com a diminuição da incapacidade funcional, melhora da qualidade de vida e diminuição dos custos em saúde
Título em inglês
Depression and functional disability in the elderly - a population-based study
Palavras-chave em inglês
Aging
Depression
Epidemiology
Health of the Elderly
International Classification of Functioning Disability and Health
Mental disorders
Public health
Resumo em inglês
BACKGROUND: With the fast population aging, functional disability in the elderly has become a major public health issue globally. Depression is a very prevalent morbidity in this life period and may be associated with a significant proportion of functional disability in the elderly population. AIMS: To assess the level of functional disability, the main comorbidities associated and the impact of mental disorders on functional disability in the elderly living in the community; to investigate the predictors of functional disability in a period of two years. METHOD: The present investigation is part of a population-based prospective cohort study "São Paulo Ageing & Health Study" (SPAH), which included participants aged 65 or older living in an economically underprivileged area in the western region of São Paulo city. Participants were identified by household enrollment and interviewed in their homes using a standardized research protocol. The assessment of disability was performed with the 12-item version of the "World Health Organization Disability Assessment Schedule 2.0," created to assess levels of disability according to the definitions and criteria of the International Classification of Functioning, Disability and Health of the World Health Organization. ICD-10 depression and depressive symptoms were assessed with the Geriatric Mental State instrument. We examined the independent associations between mental disorders and functional disability through multivariate regression models and longitudinal multilevel models. We also calculated the Population Attributable Fraction of mental disorders on functional disability in elderly. RESULTS: We included 2072 elderly from 2003 to 2005. Mobility, activities of daily living and participation in society were the most affected domains of functional disability in this population. The prevalence of clinically significant depression was 26,2% (CI 95% 24,3 to 28,1), 4,8% for ICD-10 depression and 21,4% for depressive symptoms. Dementia, ICD-10 depression and limb problems were highly associated with the mean of functional disability overall standardized scores, followed by depressive symptoms, stroke and COPD. Depressive symptoms and ICD-10 depression accounted for 25,0% of severe functional disability in this population. Among the elderly included in SPAH, 1661 were reassessed after two years. In this follow-up, 56,1% of the elderly remained with the same level of functional disability, 21,8% improved and 22,1% worsened. The elderly who presented depressive symptoms, ICD-10 depression and dementia at baseline had a higher risk of worsening disability after two years, independently of the category of disability and physical morbidities at baseline. CONCLUSION: Mental disorders in older adults, particularly depressive symptoms and ICD-10 depression, have significant associations and impact on functional disability. Also, they are predictive factors of worsening disability. It is known that depression and depressive symptoms are potentially preventable and treatable diseases and a proper approach may lead to a decreased functional disability, improved quality of life and decreased healthcare costs
 
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Data de Publicação
2013-06-24
 
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