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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.5.2021.tde-06122021-091214
Documento
Autor
Nome completo
Angela Scalabrin
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2021
Orientador
Banca examinadora
Menezes, Paulo Rossi (Presidente)
Trapé, Carla Andrea
Germani, Ana Claudia Camargo Gonçalves
Lopes, Claudia de Souza
Título em português
Justiça organizacional e desfechos negativos em saúde: uma revisão sistemática
Palavras-chave em português
Doença das coronárias
Doenças cardiovasculares
Doenças do sistema endócrino
Hipertensão
Justiça organizacional
Saúde do trabalhador
Transtornos cerebrovasculares
Resumo em português
Introdução: O estresse no trabalho tem repercussões para a saúde física e/ou mental dos trabalhadores. Entre os modelos conceituais de estresse no trabalho, o de Justiça Organizacional é um dos que têm sido investigados atualmente. Esse modelo permite identificar aspectos do contexto de trabalho relacionados à percepção de justiça nas dimensões distributiva (distribuição de recursos), procedural (tomada de decisão) e interacional (qualidade da comunicação e tratamento interpessoal). Vários estudos investigaram associações da percepção de justiça organizacional e desfechos em saúde, em particular, seus impactos sobre a saúde mental do trabalhador. Alguns estudos investigaram as repercussões de vivenciar injustiça organizacional sobre o aparelho cardiovascular e metabolismo dos trabalhadores. Entretanto, a sistematização da informação científica disponível sobre esse tema ainda é escassa. Objetivo: Revisar sistematicamente evidências de associação entre percepção de justiça organizacional e doença cardiovascular e metabólica em trabalhadores adultos. Métodos: As bases de dados investigadas foram MEDLINE, EMBASE, LILACS. A estratégia de busca utilizou cinco combinações para cada base, que incluíam a exposição (Justiça Organizacional) e um desfecho (doença arterial coronariana; doença cerebrovascular; hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus; doença cardiovascular). Os critérios de elegibilidade incluíam publicações originais a partir de estudos observacionais (coorte, transversal ou caso-controle), publicados em Inglês, Português ou Espanhol. Os títulos selecionados foram avaliados por dois revisores, em caso de dissenso um terceiro revisor foi chamado. A qualidade dos estudos foi avaliada por meio dos critérios do Study Quality Assessment Tools do National Institute of Health. Resultados: Foram identificados 1.932 títulos nas bases de dados investigados. Restaram 19 artigos para avaliação na íntegra, dos quais 12 avaliaram estresse no trabalho utilizando outros modelos que não o de justiça organizacional e um foi excluído porque o desfecho não atendia aos critérios estabelecidos. Foram selecionados seis artigos. Todos os 6 estudos foram realizados em países de alta renda, quatro foram estudos de coorte e dois estudos de corte transversal. Há evidência que os indivíduos com percepção de justiça organizacional alta apresentaram menor risco de doença cardiovascular (infarto e acidentes vascular cerebral) e metabólica. Conclusão: Baixa justiça organizacional tem repercussões para a saúde cardiovascular e metabólica dos trabalhadores e para as organizações. Os gestores devem elaborar estratégias para promover alta justiça organizacional e, assim, mitigar os seus impactos sobre a saúde dos trabalhadores e sobre as instituições
Título em inglês
Organizational justice and negative health outcomes: a systematic review
Palavras-chave em inglês
Cardiovascular diseases
Cerebrovascular disorders
Coronary disease
Endocrine system diseases
Hypertension
Occupational health
Organizational justice
Resumo em inglês
Background: Work stress has repercussions for the physical and/or mental health of workers. Among the conceptual models of stress at work, Organizational Justice is one of those that have been currently investigated. This model allows us to identify aspects of the work context related to the perception of justice in the distributive (resource distribution), procedural (decision making) and interactional (communication quality and interpersonal treatment) dimensions. Several studies have investigated associations between perceptions of organizational justice and health outcomes, in particular, their impacts on workers' mental health. Some studies investigated the repercussions of experiencing organizational injustice on the cardiovascular system and metabolism of workers. However, the systematization of scientific information available on this topic is still scarce. Objective: To systematically review evidence of the association between perceived organizational justice and cardiovascular and metabolic disease in adult workers. Methods: The databases investigated were MEDLINE, EMBASE, LILACS. The search strategy used five combinations for each database, which included exposure (Organizational Justice) and an outcome (coronary artery disease; cerebrovascular disease; systemic arterial hypertension; diabetes mellitus; cardiovascular disease). Eligibility criteria included original publications from observational studies (cohort, cross-sectional or case-control) published in English, Portuguese or Spanish. The selected titles were evaluated by two reviewers, in case of dissent, a third reviewer was called. Study quality was assessed using the National Institute of Health Study Quality Assessment Tools criteria. Results: 1,932 titles were identified in the investigated databases. There were 19 articles left for full evaluation, of which 12 assessed job stress using models other than organizational justice and one was excluded because the outcome did not meet the established criteria. Six articles were selected. All 6 studies were conducted in high-income countries, four were cohort studies and two were cross-sectional studies. There is evidence that individuals with a high perception of organizational justice had a lower risk of cardiovascular (infarction and stroke) and metabolic disease. Conclusion: Low organizational justice has repercussions for cardiovascular and metabolic health of workers and organizations. Managers must devise strategies to promote high organizational justice and thus mitigate its impacts on workers' health and on institutions
 
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AngelaScalabrin.pdf (1.09 Mbytes)
Data de Publicação
2021-12-06
 
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