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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.5.2020.tde-10032020-095906
Documento
Autor
Nome completo
Douglas Henrique Crispim
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Levin, Anna Sara Shafferman (Presidente)
Carvalho, Ricardo Tavares de
Corrêa, Luci
Costa, Silvia Figueiredo
Título em português
Análise da decisão de médicos atuantes em cuidados paliativos sobre o uso de antibióticos em pacientes com doenças terminais
Palavras-chave em português
Antibacterianos
Antibióticos antineoplásicos
Cuidados paliativos
Estado terminal
Médicos
Tomada de decisões
Resumo em português
Introdução: Na prática, existe uma grande incerteza sobre a introdução, não introdução ou retirada de antibióticos em uso, em pacientes com doenças terminais. Muitos pacientes irão falecer em uso de esquema antibiótico e isso gera questionamentos sobre a real utilidade dessas medicações para pacientes com doenças terminais. Quando usados até momentos próximos ao óbito, seu uso deve ser reconsiderado, pois podem significar o prolongamento desnecessário do sofrimento. A maioria dos estudos sobre o uso de antibióticos no fim da vida é retrospectiva. Esta heterogeneidade torna difícil a avaliar quais decisões os médicos que atuam em cuidados paliativos tomariam quando expostos a um mesmo cenário. Objetivos: Avaliar a decisão de médicos atuantes em cuidados paliativos sobre a introdução e ampliação de espectro de antibióticos para infeções em pacientes no fim da vida portadores de Câncer, doença de Alzheimer, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, Acidente Vascular Encefálico Maligno de Artéria Cerebral Média e Falência Múltipla de Órgãos em unidade de terapia intensiva. Métodos: Foi elaborado um questionário online com casos de infecção e casos de não resposta após 72 horas de uso de antibióticos para cada tipo de doença terminal. Estas vinhetas foram enviadas a médicos que atuam em cuidados paliativos no formato survey. Foi feita a análise descritiva e em seguida foi feita uma análise bivariada de cada situação clínica, avaliando possíveis associações de alguma variável com o início ou ampliação do esquema antibiótico para cada cenário. As variáveis com valor de p de 0,10 ou menor foram incluídas no modelo de regressão logística para análise multivariada. Resultados: Dos 900 questionários enviados, 224 foram respondidos. Em 100% dos cenários, a maioria dos médicos optou por iniciar antibióticos nos casos de infecção. Especificamente para os casos de não resposta do antibiótico após 72 horas para cenários de demência avançada e falência múltipla de órgãos em unidade de terapia intensiva, a maioria dos médicos optou por suspender definitivamente o esquema antibiótico. Porém nos casos de câncer com PPS 30%, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica GOLD- D, e acidente vascular encefálico maligno, a maioria dos médicos decidiu pela ampliação ou manutenção do esquema antibiótico. As variáveis mais associadas ao uso dos antibióticos foram ausência de formação especializada em cuidados paliativos e tempo desde a graduação maior que 13 anos. Outras variáveis associadas a esta conduta foram predominância dos atendimentos em ambiente extra-hospitalar, atuação predominante do médico no setor público, possuir mais de 4 médicos na equipe, ser do sexo feminino, possuir cargo de coordenador do serviço. Conclusão: Para esta amostra, médicos de cuidados paliativos, em sua maioria opta por iniciar antibióticos nos casos de infecção em pacientes no fim da vida, e, com exceção dos casos de demência avançada e falência múltipla de órgãos na unidade de terapia intensiva, a maioria ainda decide por ampliar ou manter esquema antibiótico nos casos de não resposta em 72 horas de início do mesmo. Médicos com mais tempo de formado e sem especialização formal em cuidados paliativos foram os principais fatores associados à decisão por utilizar antibióticos
Título em inglês
Decision-making analysis of palliative care physicians about antibiotic use in terminally ill patients
Palavras-chave em inglês
Anti-bacterial agents
Antibiotic antineoplastic
Critical illness
Decision making
Palliative care
Physicians
Resumo em inglês
Introduction: In practice, there is great uncertainty concerning the administration or withdrawal of antibiotics in terminal patients. As many patients will die on antibiotic treatment, the real benefits of these medications for terminal patients are questionable. The administration of antibiotics should be reconsidered as signs of death appear in order to avoid unnecessary prolongation of suffering. Most studies on end-of-life antibiotic use are retrospective. This heterogeneity and contrasting findings further limit any conclusions about whether palliative care physicians would prescribe antibiotics under the same scenario. Objectives: To evaluate palliative care physicians' decisions on the start and broadening spectrum antibiotics for infections in end-of-life cancer patients, Alzheimer's disease, Chronic Obstructive Pulmonary Disease, Malignant Stroke, and Multiple Organs Failure in intensive care unit. Methods: An online questionnaire with cases of infection and non-response after 72 hours of antibiotic use was developed for each type of terminal disease. These stickers were sent to doctors working in palliative care in a survey format. Descriptive analysis was performed and then a bivariate analysis of each clinical situation was performed, assessing possible associations of any variable with the initiation or expansion of the antibiotic regimen for each scenario. Variables with pvalues of 0.10 or less were included in the logistic regression model for multivariate analysis. Results: Of the 900 questionnaires sent, 224 were answered. In 100% of scenarios, most doctors chose to start antibiotics in cases of infection. Specifically for cases of antibiotic non-response after 72 hours for scenarios of advanced dementia and multiple organ failure in the intensive care unit, most physicians chose to permanently discontinue the antibiotic regimen. But in cases of cancer with 30% PPS, GOLD-D Chronic Obstructive Pulmonary Disease, and malignant stroke, most doctors decided to extend or maintain the antibiotic regimen. The variables most associated with antibiotic use were absence of specialized training in palliative care and time since graduation over 13 years. Other variables associated with this conduct were the predominance of outpatient care, the predominant role of the physician in the public sector, having more than 4 doctors in the team, being female, having the position of service coordinator. Conclusion: For this sample, most palliative care physicians prefer to introduce antibiotics in cases of infection in end-of-life patients, and with the exception of cases of advanced dementia and multiple organ failure in the intensive care unit, most still decide to extend or maintain antibiotic regimen in cases of non-response within 72 hours of its initiation. Doctors graduated longer ago and without formal specialization in palliative care were the main factors associated with the decision to use antibiotics
 
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Data de Publicação
2020-03-10
 
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