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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2017.tde-13062017-153117
Documento
Autor
Nome completo
Danielle Priscilla Gomes e Souza Espinel
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Criado, Paulo Ricardo (Presidente)
Aoki, Valeria
Halpern, Ilana
Romiti, Ricardo
Valente, Neusa Yuriko Sakai
Título em português
Análise dos níveis séricos e expressão tecidual cutânea da lipoproteína (a) em doentes com vasculopatia livedoide
Palavras-chave em português
Dermatopatia vascular
Lipoproteína(a)
Trombofilia
Trombose
Úlcera cutânea
Resumo em português
Introdução: a vasculopatia livedoide é uma doença cutânea rara que acomete principalmente mulheres adultas, cursando inicialmente com lesões purpúricas e necróticas intensamente dolorosas, acometendo extremidades inferiores, que podem evoluir com úlceras de tamanhos variados. Estas lesões costumam evoluir com cicatrizes atróficas, estreladas e com telangiectasias, denominadas cicatrizes de atrofia branca. Apesar da etiologia não estar totalmente esclarecida, os distúrbios da coagulação parecem ser o mecanismo fisiopatológico primário da vasculopatia livedoide. Inúmeras trombofilias já foram associadas à vasculopatia livedoide, porém cerca de metade dos casos permanece sem etiologia definida. Recentemente foi documentado aumento de lipoproteína(a) na vasculopatia livedoide. Níveis plasmáticos elevados de lipoproteína(a) são considerados um fator de risco causal independente para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e trombóticas, devido à sua similaridade estrutural com o plasminogênio. A deposição tecidual da lipoproteína(a) em vasos ateroscleróticos é bem descrita, porém na vasculopatia livedoide a participação da lipoproteína(a) não é conhecida. Objetivos: analisar os níveis séricos da lipoproteína(a) e a sua expressão tecidual na pele dos pacientes com vasculopatia livedoide e comparar os resultados com um grupo controle. Métodos: amostras de pele obtidas através de biópsia de pele de 38 pacientes com vasculopatia livedoide (27 do sexo feminino e 11 do sexo masculino) e 9 indivíduos do grupo controle (5 do sexo feminino e 4 do sexo masculino) foram avaliados para a presença de lipoproteína(a) através de imuno-histoquímica utilizando anticorpo policlonal anti- lipoprotéina(a). Os níveis plasmáticos da lipoprotéeíina(a) foram analisados por imunoturbidimetria e comparados com setenta pacientes portadores de outras doenças dermatológicas. Resultados: utilizando anticorpo policlonal contra lipoproteína(a), observou-se que a pele perilesional em pacientes com vasculopatia livedoide apresentava dez vezes mais lipoprotéina (a) do que a pele controle. O coeficiente de correlação de Pearson (r = 0,02) mostrou que os níveis teciduais de lipoproteína(a) não se correlacionaram com os níveis plasmáticos nos pacientes com vasculopatia livedoide. Níveis plasmáticos elevados de lipoproteína(a) foram observados nos portadores de vasculopatia livedoide, no entanto não pode ser demonstrada diferença estatística em relação ao grupo controle. Conclusões: achados de aumento da expressão tecidual de lipoproteína(a) na pele lesionada e níveis plasmáticos elevados desta proteína em pacientes com vasculopatia livedoide podem corroborar com a hipótese de que a lipoproteína(a) possa contribuir para a patogênese da vasculopatia livedoide através dos seus efeitos antifibrinolíticos, pró- trombóticos e ação direta no endotélio vascular, induzindo a formação do trombo
Título em inglês
Analysis of serum levels and cutaneous expression of lipoprotein(a) in 38 patients with livedoid vasculopathy
Palavras-chave em inglês
Cutaneous ulcer
Lipoprotein(a)
Skin diseases vascular
Thrombophilias
Thrombosis
Resumo em inglês
Background: livedoid vasculopathy is a chronic disorder that usually presents as recurrent reticulated purpura on the lower limbs, with recurrent painful, purpuric and/or necrotic macules that may lead to ulcerative lesions. These lesions usually heal into atrophic white scars, with depigmentation and telangiectasias, known as "atrophie blanche". Although the etiology of the livedoid vasculopathy is not fully understood, coagulation disorders appear to be the primary pathophysiological mechanism. Hereditary thrombophilia has been associated with livedoid vasculopathy, but about half of the cases remain without defined etiology. Recently, high serum levels of lipoprotein(a) in livedoid vasculopathy patients have been documented. Elevated plasma levels of lipoprotein(a) are an independent risk factor for the development of cardiovascular and thrombotic diseases due to their structural similarity with plasminogen. Lipoprotein(a) deposition in atherosclerotic vessels is well described, but its role in livedoid vasculopathy is unknown. Objectives: To analyze the serum levels of lipoprotein(a) and tissue expression in the skin of patients with livedoid vasculopathy and to compare the results with a control group. Methods: Skin biopsy samples from 38 patients (27 women-11 men) with active lesions diagnosed with livedoid vasculopathy and 9 samples of normal skin (5 women-4 men) from control individuals without livedoid vasculopathy were evaluated for skin expression of lipoprotein(a) by immunohistochemistry using polyclonal anti-lipoprotein(a) antibody. Plasma levels of lipoprotein(a) were analyzed by immunoturbidimetry and compared with seventy patients with other dermatological diseases. Results: We found lesional skin in patients with livedoid vasculopathy expressed tenfold higher lipoprotein(a) immunostaining than controls. High plasma levels of lipoprotein(a) were observed in livedoid vasculopathy patients, but we cannot observed a positive correlation (p = 0.02) between skin expression of Lipoprotein(a) and plasma levels of Lipoprotein(a) in patients with livedoid vasculopathy. Conclusions: Increased of lipoprotein(a) tissue expression on lesioned skin and elevated plasma levels of this protein in patients with livedoid vasculopathy may corroborate the hypothesis that lipoprotein(a) may contribute to the pathogenesis of livedoid vasculopathy through its antifibrinolytic effects, prothrombotic and direct action on the vascular endothelium, inducing thrombosis
 
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Data de Publicação
2017-06-14
 
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