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Doctoral Thesis
DOI
https://doi.org/10.11606/T.5.2021.tde-25072021-163429
Document
Author
Full name
Alexandre de Matos Soeiro
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2021
Supervisor
Committee
Júnior, Múcio Tavares de Oliveira (President)
Fernandes, Fabio
Mangione, José Armando
Nomura, Cesar Higa
Title in Portuguese
Função e caracterização tecidual miocárdica em pacientes com miopericardite idiopática aguda por ressonância magnética cardíaca: análise evolutiva
Keywords in Portuguese
Edema
Insuficiência cardíaca
Miocardite
Mortalidade
Pericardite
Recidiva
Ressonância magnética
Abstract in Portuguese
Introdução: A identificação de marcadores prognósticos relacionados à ocorrência de eventos e recuperação da função ventricular pode ser importante em pacientes com miopericardite (MPA) aguda. Ainda carecem dados relacionados à caracterização tecidual pela ressonância magnética cardíaca (RMC) da MPA, evolução e definição de possíveis marcadores prognósticos a longo prazo. Objetivos: Avaliar a caracterização miocárdica tecidual da RMC relacionada à ocorrência de eventos combinados e ao incremento da fração de ejeção de ventrículo esquerdo (FEVE) em pacientes com MPA. Métodos: Os critérios de inclusão foram: dor torácica e/ou alterações eletrocardiográficas associadas à elevação de troponina (acima do percentil 99%) na ausência de estenose coronária (lesões < 50% no cateterismo, angiotomografia coronária ou ambos) e diagnóstico da MPA pela RMC cardíaca em < 48 horas da admissão, confirmado pela presença de edema e/ou realce tardio. Foram incluídos 102 pacientes com perda de seguimento de dois casos. Na avaliação final da ocorrência de eventos combinados (morte por todas as causas, insuficiência cardíaca e recorrência da MPA), após seguimento de até 24 meses, permaneceram 100 pacientes e na avaliação do incremento de FEVE (aumento > 5%) e 36 casos que foram reconvocados para realização de nova RMC entre 6 e 18 meses do evento inicial. Resultados: O seguimento médio dos pacientes foi 18,7 meses. Foram encontradas diferenças significativas na RMC entre pacientes que tiveram eventos combinados (n=26) versus sem eventos combinados (n=74) nas seguintes características avaliadas: FEVE inicial (OR=0,938; CI: 0,895-0,984, p=0,008), índice de volume sistólico do ventrículo esquerdo (VE) (OR=1,034; CI: 1,005-1,062, p=0,019), índice de volume diastólico de VE (OR=1,029; CI: 1,002-1,056, p=0,038), presença de hipersinal em T2 (OR=11,325; CI: 2,247-57,075, p=0,003), strain radial de VE (OR=0,872; CI: 0,793-0,959, p=0,005), strain circunferencial de VE (OR=1,315; CI: 1,087- 1,592, p=0,005), strain longitudinal de VE (OR=1,308; CI: 1,086-1,576, p=0,005), presença de realce tardio anterosseptal médio (OR=0,160; CI: 0,037- 0,685, p=0,014), anterosseptal basal (OR=0,255; CI: 0,071-0,914, p=0,036) e apical lateral (OR=5,902; CI: 1,236-28,187, p=0,026). Em relação ao incremento de FEVE, foram encontradas diferenças significativas na RMC nas seguintes características avaliadas: FEVE (OR=0,870; CI: 0,758-0,988, p=0,047), volume sistólico final do ventrículo direito (OR=1,047; CI: 1,001- xxi 1,096, p=0,047), diâmetro sistólico de VE (OR=1,283; CI: 1,034-1,593, p=0,023), diâmetro diastólico de VE (OR=1,225; CI: 1,012-1,482, p=0,038), índice de volume sistólico de VE (OR=1,340; CI: 1,066-1,685, p=0,012), índice de volume diastólico de VE (OR=1,111; CI: 1,017-1,213, p=0,019) e índice de volume sistólico de ventrículo direito (OR=1,116; CI: 1,006-1,236, p=0,037). Conclusão: Observou-se associação significativa entre eventos combinados no seguimento a longo prazo com FEVE inicial, índices de volume sistólico e diastólico de VE, hipersinal em T2, strains radial, circunferencial e longitudinal do VE e presença de realce tardio médio e basal anterosseptal e apical lateral. Já relacionado ao incremento de FEVE na RMC evolutiva, observou-se associação significativa com FEVE inicial, volume sistólico final de VD, diâmetros sistólico e diastólico de VE, índices de volume sistólico e diastólico de VE e índice de volume sistólico de VD.
Title in English
Myocardial tissue function and characterization in patients with idiopathic cardiac magnetic resonance myopericarditis: evolutionary analysis
Keywords in English
Heart failure
Magnetic resonance
Mortality
Myocarditis
Pericarditis
Relapse. Edema
Abstract in English
Introduction: The identification of prognostic markers related to the occurrence of events and recovery of ventricular function may be important in patients with acute myopericarditis (AMP). There is still a lack of data related to tissue characterization by cardiac magnetic resonance (CMR) of AMP, evolution and definition of possible long-term prognostic markers. Objectives: To evaluate the myocardial tissue characterization of CMR related to the occurrence of combined events and the increase in left ventricular ejection fraction (LVEF) in patients with AMP. Methods: Inclusion criteria were chest pain and/or electrocardiographic changes associated with elevated troponin (above the 99th percentile) in the absence of coronary stenosis (lesions <50% in catheterization, coronary angiotomography or both) and diagnosis of AMP by CMR <48 hours of admission confirmed by the presence of edema and/or late enhancement. Were included 102 patients with loss of follow-up in 2 cases. In the final assessment of the occurrence of combined events (death from all causes, heart failure and AMP recurrence) after a follow-up of up to 24 months, 100 patients remained and in the assessment of the increase in LVEF (increase > 5%), 36 cases remained, recalled for a new CMR between 6 and 18 months from the initial event. Results: The mean follow-up of patients was 18.7 months. Significant differences in CMR were found between patients who had combined events (n=26) versus no combined events (n=74) in the following characteristics evaluated: initial LVEF (OR=0.938; CI: 0.895-0.984, p=0.008), left ventricular (LV) systolic volume index (OR=1.034; CI:1.005-1.062, p=0.019), LV diastolic volume index (OR=1.029; CI: 1.002-1.056, p=0.038), presence of hypersignal in T2 (OR=11.325; CI: 2.247-57.075, p=0.003), LV radial strain (OR=0.872; CI: 0.793-0.959, p=0.005), LV circumferential strain (OR=1.315; CI: 1.087-1.592, p=0.005), longitudinal LV strain (OR=1.308; CI: 1.086-1.576, p=0.005), presence of late anteroseptal enhancement (OR=0.160; CI: 0.037-0.685, p=0.014), basal anteroseptal (OR=0.255; CI: 0.071-0.914, p=0.036) and lateral apical (OR=5.902; CI: 1.236-28.187, p=0.026). In relation to the increase in LVEF, significant differences were found in CMR in the following characteristics evaluated: LVEF (OR=0.870; CI: 0.758-0.988, p=0.047), end systolic volume of the right ventricle (OR=1.047; CI: 1.001-1.096, p=0.047), LV systolic diameter (OR=1.283; CI: 1.034-1.593, p=0.023), LV diastolic diameter (OR=1.225; CI: 1.012-1.482, p=0.038), LV systolic volume index (OR=1.340; CI: 1.066-1.685, p=0.012), LV diastolic volume index (OR=1.111; CI: 1.017-1.213, p=0.019) and xxiii right ventricular systolic volume index (OR=1.116; CI: 1.006-1.236, p=0.037). Conclusion: We observed a significant association between combined events in the long-term follow-up with initial LVEF, LV systolic and diastolic volume indexes, T2 hypersignal, LV radial, circumferential and longitudinal strains and the presence of mid and basal anteroseptal and lateral apical late enhancement. Already related to the increase in LVEF in evolutionary CMR, we observed a significant association with initial LVEF, end systolic volume of the right ventricle, LV systolic and diastolic diameters, LV systolic and diastolic volume indexes and right ventricle systolic volume index.
 
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Publishing Date
2021-08-19
 
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