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Tese de Doutorado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Daniel Castanho Genta Pereira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Drager, Luciano Ferreira (Presidente)
Bortolotto, Luiz Aparecido
Genta, Pedro Rodrigues
Luiz, Fatima Dumas Cintra
Título em português
Utilidade dos diferentes padrões de descenso noturno da pressão arterial no rastreamento da apneia obstrutiva do sono
Palavras-chave em português
Acurácia dos dados
Diagnóstico
Monitorização ambulatorial da pressão arterial
Pressão arterial
Síndromes de apneia do sono
Resumo em português
Introdução: O uso da monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) é uma ferramenta útil para auxílio no diagnóstico, tratamento e prognóstico de pacientes, destacadamente no contexto da hipertensão arterial sistêmica (HAS). Alterações no descenso noturno (DN) da pressão arterial (PA) têm sido associados com maior lesão de órgãos-alvo e pior prognóstico. Entre os fatores que potencialmente podem influenciar o DN, destaca-se a apneia obstrutiva do sono (AOS). Em pacientes com AOS, alterações do DN da PA são mais comuns do que em pacientes sem AOS. No entanto, não está claro se os diferentes padrões de alteração do DN são bons preditores para a presença da AOS em uma população de pacientes com indicação de realizarem a MAPA. Métodos: Durante o período de um ano foram recrutados de forma consecutiva pacientes adultos com indicação de realizarem a MAPA na Unidade de Hipertensão do Instituto do Coração. Foram excluídos trabalhadores noturnos. Na análise da MAPA, a variação da PA entre os períodos de vigília e sono foi expressa em valores percentuais (média da pressão da vigília - média da pressão do sono/média da pressão da vigília x 100). Seguindo a classificação do comportamento da PA entre os períodos de vigília e sono, foram adotados os seguintes critérios de DN: 1) DN normal (fisiológico): >= 10 e < 20%; 2) DN atenuado: >= 0 e < 10%; 3) DN ausente ou reverso da PA: <= 0%; 4) DN acentuado: >= 20%. No dia seguinte, os pacientes retornavam ao setor de MAPA para a retirada do aparelho sendo orientados a instalarem a monitorização portátil do sono em domicílio. A AOS foi definida por um índice de apneia-hipopneia (IAH) >= 15 eventos/hora. Todos os pacientes foram submetidos a uma avaliação clínica que incluiu a coleta de dados antropométricos, PA e frequência cardíaca. Além disto, todos os pacientes foram avaliados com relação à presença de comorbidades, presença de ronco, além de preencherem os questionários de Berlim e o escore NoSAS para a caracterização em alto ou baixo risco de AOS. Tanto a MAPA quanto a monitorização do sono foram avaliados por diferentes pesquisadores sem o conhecimento dos outros dados. Inicialmente, foi avaliada a frequência da AOS de acordo com o tipo de DN encontrado. Posteriormente, avaliou-se a razão de chances (odds) para a presença da AOS de acordo com os padrões de DN, considerando modelos de ajuste para as principais variáveis de confusão. Por fim, avaliou-se se a presença subjetiva de ronco, o alto risco no questionário de Berlim e o alto risco no escore NoSAS agregava valor em relação ao padrão de DN associado com a AOS. Resultados: Foram avaliados 153 pacientes (frequência de AOS: 50,3%). Os pacientes com AOS tinham maiores níveis de PA durante o sono, estavam tomando mais anti-hipertensivos e mais frequentemente usavam drogas anti-hipertensivas durante a noite do que os pacientes sem AOS. Considerando a PA sistólica, a frequência de AOS em pacientes com DN ausente (73,5%) foi maior que em pacientes com DN normal (37,3%), DN acentuado (46,2%) e DN atenuado (49,1%; P=0,012). Para a PA diastólica, a AOS foi mais comum em DN atenuado (66,7%) e DN ausente (69,6%) do que em pacientes com DN presente (41,4%) ou DN acentuado (33,3%; P=0,007). Na análise de regressão, o padrão de DN ausente da PAS foi independentemente associado à AOS (odds ratio, 3,92; IC 95%, 1,31-11,78). Tanto o DN atenuado quanto o DN ausente da PAD aumentaram a probabilidade de AOS em 2,7 e 3,5 vezes, respectivamente. A presença subjetiva do ronco e o alto risco para os questionários de rastreamento da AOS foram associados a um discreto aumento na acurácia do DN reverso para predizer a AOS. Conclusões: Em pacientes com indicação de realizarem a MAPA, o padrão de DN ausente da PA sistólica bem como os padrões de DN atenuado e ausente da PA diastólica foram independentemente associados à presença da AOS
Título em inglês
Utility of the dipping blood pressure patterns in screening obstructive sleep apnea
Palavras-chave em inglês
Blood pressure
Blood pressure monitoring ambulatory
Data accuracy
Diagnosis
Sleep apnea syndromes
Resumo em inglês
Introduction: Ambulatory blood pressure monitoring (ABPM) is a useful tool for diagnosis, treatment and prognosis of patients, especially in the context of systemic arterial hypertension. Abnormalities in the dipping blood pressure (BP) patterns have been associated with target organ damage and worse prognosis. Obstructive sleep apnea (OSA) is one of the factors that can potentially influence dipping BP patterns. In patients with OSA, changes in BP dipping pattern are more common than in patients without OSA. However, it is not clear whether the different patterns of BP dipping are good predictors of OSA in a population of patients with clinical indication for performing ABPM. Methods: During the one-year period, we recruited consecutive patients with clinical indication for performing ABPM at the Hypertension Unit, Heart Institute. Shift workers were excluded. In the analysis of ABPM, the BP variations between the daytime and nighttime periods were expressed in percentage values (average of the daytime BP - mean of the nighttime BP / mean of the daytime BP x 100). According to the BP daytime and nighttime profiles, were adopted the following dipping BP patterns: 1) Normal Dippers: >= 10 and < 20%; 2) Reduced Dippers: >= 0 and < 10%; 3) Reverse Dippers: < 0%; 4) Extreme Dippers: >= 20%. In the following day, the patients returned the ABPM device and were instructed to install a portable sleep monitoring at home. OSA was defined as an apnea-hypopnea index (AHI) >= 15 events / hour. All patients underwent a clinical evaluation that included anthropometric data, BP and heart rate. In addition, all patients were evaluated for the presence of comorbidities, presence of snoring, in addition to fill the Berlin questionnaires and the NoSAS score for screening OSA. Both ABPM and sleep monitoring were evaluated by different researchers in a blinded way. The frequency of OSA was initially assessed according to the type of dipping BP pattern. Subsequently, the odds ratio was evaluated for the presence of OSA according to each dipping BP pattern adjusting for potential confounding factors. Finally, it was assessed whether the subjective presence of snoring, high risk for OSA by Berlin questionnaire and the high risk for OSA by the NoSAS score added value in relation to the dipping BP pattern associated with OSA. Results: We evaluated 153patients (OSA frequency: 50.3%). Patients with OSA had higher BP levels during sleep, used more antihypertensive drugs and more often used antihypertensive drugs at night than patients without OSA. Considering systolic BP, the frequency of OSA in reverse dippers (73.5%) was higher than in normal dippers (37.3%), extreme dippers (46.2%) and reduced dippers (49.1% %, P=0.012). For diastolic BP, OSA was more common in reduced dippers (66.7%) and reverse dippers (69.6%) than in normal dippers (41.4%) or extreme dippers (33.3%; P=0.007). In the regression analysis, the reverse dipping pattern of the systolic BP was independently associated with OSA (odds ratio, 3.92, 95% CI, 1.31-11.78). Both the reduced dipping and the reverse dipping patterns of the diastolic BP increased the likelihood of OSA by 2.7 and 3.5-fold, respectively. The subjective presence of snoring and the high risk for OSA by screening questionnaires were associated with modest increase in the accuracy of the reverse dipping BP pattern to predict OSA. Conclusion: In patients with indication for ABPM, the reverse dipping pattern of the systolic BP as well as the reduced and the reverse dipping patterns of the diastolic BP were independently associated with the presence of OSA
 
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Data de Publicação
2019-10-16
 
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