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Master's Dissertation
DOI
https://doi.org/10.11606/D.48.2020.tde-21102020-130758
Document
Author
Full name
Dalila Gonçalves Luiz
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2020
Supervisor
Committee
Colello, Silvia de Mattos Gasparian (President)
Lucas, Maria Angelica Olivo Francisco
Moura, Ana Célia Clementino
Title in Portuguese
Um game a serviço da cultura escrita: a experiência com a educação infantil
Keywords in Portuguese
Cultura escrita
Ensino da língua escrita
Game
Resolução de problemas
Tecnologia na educação
Abstract in Portuguese
Esta investigação tem o objetivo de compreender, explicitar e analisar a construção cognitiva de crianças ao final da Educação Infantil em relação à Cultura Escrita. Considerando que, em muitas escolas, práticas mecanicistas e artificiais do ensino da língua prejudicam o estabelecimento das relações entre escrita e práticas sociais, esta investigação busca compreender: Quais aspectos da Cultura Escrita chamam mais a atenção das crianças no período pré-escolar? Que hipóteses elas levantam sobre as diferentes dimensões das práticas sociais de linguagem?. Pautada na concepção interacionista de educação, sustentada pelos referenciais teóricos construtivistas e histórico- culturais (particularmente nos estudos liderados por Piaget, Ferreiro, Teberosky, Vygotsky, Bakhtin, Geraldi, e Soares) e na metodologia ativa Aprendizagem Baseada em Problemas ABP (representados por Mennin; Coll, Mauri e Ornubia), a pesquisa utilizou, como instrumento de coleta de dados, o game Qual é o problema? (Programa Cultura Escrita, elaborado por Colello e Luize). O jogo foi estruturado com base em 51 situações-problemas distribuídas em quatro aspectos da Cultura Escrita, que constituem os eixos de análise da pesquisa: Comportamento Leitor; Propósitos Sociais; Modos de Falar e de Escrever; Gêneros, Portadores e Configurações Textuais. Como procedimento metodológico, quinze duplas de crianças, matriculadas no último ano da Educação Infantil de uma escola pública municipal de São Paulo, participaram do game, constituindo, com suas respostas, o corpus desta investigação. Os dados foram classificados em cinco categorias, distribuídas em um continuum de construção cognitiva (a progressiva aproximação com concepções e comportamentos mais convencionais da/na Cultura Escrita): A (Não compreende a situação / não sabe a resposta / com escapes); B (Lógica própria incorreta para a situação); C (Lógica própria viável para a situação); D (Lógica própria próxima da convencional); E (Lógica convencional). As conclusões do estudo apontam para a complexidade e a heterogeneidade dos percursos de construção cognitiva, em função das oportunidades de reflexão e das experiências vividas dentro e fora da escola. Isso fica evidente tanto pela oscilação, individual e coletiva, na competência em diferentes eixos (alguns mais desafiantes que outros), como pela pluralidade de tendências das respostas das crianças em cada categoria. Como implicações desta pesquisa, é possível situar: a necessidade de políticas sociais de valorização da Cultura Escrita e de revisão dos currículos escolares; a importância de investir, desde muito cedo, na imersão dos alunos na Cultura Escrita, dando continuidade nos demais segmentos escolares; e, por fim, no âmbito da formação de professores, a necessidade de romper com paradigmas reducionistas no ensino da língua escrita e na avaliação dos desempenhos das crianças.
Title in English
A game at the service of Written Culture: the Kindergarten experience
Keywords in English
Game
Problem solving
Technology in education
Written culture
Written language teaching
Abstract in English
This researchs goal is to understand, point and analyze the cognitive construction of children at the end of Preschool Education in regard to written culture. Considering that, in many schools, mechanistic and artificial language teaching methods damage the balance between writing and social practices, this paper aims to understand: "Which aspects of Written Culture get the most attention of kids in their pre-school period? What hipotheses do they make on the different dimensions of social practices of language?" Guided by the interactionist conception of education, supported by constructivist and cultural-historical theoretical references (particularly the studies led by Piaget, Ferreiro, Teberosky, Vygotsky, Bakhtin, Geraldi, and Soares) and by the active methodology of PBL Problem-based Learning (represented by Mennin; Coll, Mauri and Ornubia), this research used the game Qual é o problema? (What is the problem?, by Programa Cultura Escrita, designed by Colello and Luize) as an instrument for collecting data. The games structure was based on 51 problem situations distributed across four aspects of the written culture, which are the axis for this studys analysis: Reading Behavior; Social Purposes; Spoken and Written Modes; Writing Genres, Medium and Settings. As a methodological procedure, fifteen pairs of children, that were enrolled in the last year of Preschool of a public school in São Paulo, took part in the game amounting to the corpus of this research. The data was classified in five categories, distributed in a cognitive construction continuum (the progressive closeness to conceptions and behaviors that are more conventional in/of the written culture): A (Doesnt understand the situation / doesnt know the answer / with evasion); B (The childs own logic is incorrect for the situation); C (The childs own logic is viable for the situation); D (The childs own logic is close to conventional); E (Conventional logic). This studys conclusion points to the complexity and heterogeneity of the cognitive constructions routes, which depend on opportunities for reflection and life experiences inside and outside of school. This becomes evident not only because of the oscillation found in the competence, both individual and collective, in different axes (some more challenging than others), but also due to the plurality of tendencies in the childrens answers in each category. As an implication of this research, it is possible to ascertain: the need for social politics that value written culture and that review school curriculums; the importance of investing early on in the immersion of students in written culture, continuing it in other school segments; and, finally, inside the scope of teacher education, the need to break free from reductionist paradigms in the teaching of written language and in the evaluation of the childrens performance.
 
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Publishing Date
2020-11-15
 
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