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Tesis Doctoral
DOI
https://doi.org/10.11606/T.48.2020.tde-28092020-165023
Documento
Autor
Nombre completo
Leonam Costa Oliveira
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2020
Director
Tribunal
Almeida, Maria Isabel de (Presidente)
Batista, Nildo Alves
Galian, Claudia Valentina Assumpção
Pedrosa, José Ivo dos Santos
Sakai, Marcia Hiromi
Título en portugués
Percepções discentes sobre a aprendizagem baseada em problemas: uma ressignificação do papel docente e do processo de ensino-aprendizagem
Palabras clave en portugués
Educação Médica; Aprendizagem; Tutor; Aprendizagem baseada em problemas
Resumen en portugués
Durante décadas, a educação médica brasileira foi baseada em um modelo tecnicista. Com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina, o processo de ensino-aprendizagem passou a utilizar metodologias ativas, destacando-se a Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP), onde novas relações entre professores (agora tutores) e alunos vêm se estabelecendo. Esta pesquisa objetivou compreender, segundo a percepção discente, as qualidades de um bom tutor na ABP e o processo de ensino-aprendizagem que ali ocorre. Foram realizadas entrevistas estruturadas e grupos focais com 95 alunos de um curso de medicina que adota a ABP, sendo utilizada a análise de conteúdo de Bardin. Com as entrevistas foram encontradas(os) oito categorias/conjuntos que sustentam, cada uma, temas específicos de características dos tutores. Segundo os discentes, os bons tutores são aqueles que: medeiam a discussão dos grupos (categoria 1); indagam durante as tutorias (categoria 2); correlacionam a discussão trazida pelo grupo com vivências da prática clínica (categoria 3); estão preocupados com o aprendizado do aluno e atentos às características individuais e do grupo (categoria 4); avaliam e fazem um feedback efetivo (categoria 5); estão comprometidos com a metodologia da ABP (categoria 6); conhecem e estudam os casos-problemas (categoria 7); explicam pontos que os alunos não chegaram, discorrem sobre misconceptions (categoria 8). A análise dos grupos focais trouxe que: a mediação dos bons tutores ocorre de forma secundária à mediação dos próprio(s) alunos/grupo; os questionamentos/indagações são uma nova maneira de ensinar, confrontar e dar significado à aprendizagem discente; as categorias 4, 6 e 7 são determinantes da categoria 5; e que explicações do tutor podem fazer parte da ABP sem ferir seus princípios, apontando para uma interação com o ensino tradicional. Ao se analisar as percepções dos alunos sobre o processo de ensino-aprendizagem na ABP, pôde-se compreender que, como eram provenientes de uma pedagogia tradicional (96,8% dos entrevistados) acabaram por apresentar resistência às mudanças. Eles perceberam na ABP uma reconfiguração das relações de poder, com um maior equilíbrio entre a autoridade do tutor e a liberdade dos alunos, resultando na necessidade de mudanças de hábitos/comportamentos. Nas incertezas geradas na ABP o conhecimento foi percebido como uma construção coletiva, que só é possível graças a uma relação de horizontalidade entre alunos e professores. A ABP, segundo a percepção discente, oportuniza e possibilita a construção/reconstrução de uma autonomia e dialogicidade discente que estão diretamente relacionadas ao constante exercício da reflexão. A reflexão aqui foi percebida como tendo aspectos conteudista, de metacognição e comportamental/atitudinal. Exercendo essa reflexividade em seus diferentes aspectos e tendo consciência de cada um deles, os alunos caminham para uma aprendizagem realmente autônoma e dialógica e não meramente uma adaptação à metodologia. Esta pesquisa, partindo da análise da percepção discente sobre as características de um bom tutor na ABP, conseguiu revelar caminhos para o saber-fazer dos tutores na facilitação de uma aprendizagem autônoma, ativa e colaborativa. Os grupos focais ratificaram os achados das entrevistas individuais e permitiram um aprofundamento a respeito, não do produto, mas do processo de ensino-aprendizagem que ocorre na ABP.
Título en inglés
Student perceptions about problem-based learning: a resignification of the teacher's role and the teaching-learning process
Palabras clave en inglés
Medical education; Learning; Tutor; Problem based learning
Resumen en inglés
For decades, Brazilian medical education was used in a technical model. With the National Curriculum Guidelines of the Medical Undergraduate Course, the teaching-learning process started to use active methodologies, highlighting the Problem-Based Learning (PBL), where new relationships between teachers (now tutors) and students are already using. This research aimed to understand, according to a student perception, as qualities of a good tutor in the PBL and the teaching-learning process that occurs. Structured interviews and groups were conducted with 95 students from a medical school that adopts the PBL, being used in Bardin's content analysis. With the interviews were presented eight categories/sets that support, each, themes of characteristics of teachers. According to students, good teachers are those who: mediate group discussion (category 1); ask during tutorials (category 2); correlate a discussion brought by the group with experiences of clinical practice (category 3); are concerned with student learning and individual and group characteristics (category 4); evaluate and provide effective feedback (category 5); are committed to the BPA methodology (category 6); know and study problem cases (category 7); explain points that the students did not reach, talk about mistakes (category 8). An analysis of the focus groups showed that: the mediation of good tutors occurs secondary to the mediation of the students/group itself; questioning is a new way of teaching, confronting and giving meaning to student learning; categories 4, 6 and 7 are determinants of category 5; and that tutor explanations can be part of the PBL without hurting its principles, altering an interaction with traditional teaching. By analyzing how students' perceptions of the teachinglearning process in PBL, you can understand that, as was the student of a traditional pedagogy (96.8% of respondents), ended up resisting change. They perceived in PBL a reconfiguration of power relations, with a greater balance between tutor authority and student freedom, resulting in the need for changes in habits / practices. In the uncertainties generated in PBL or knowledge was perceived as a collective construction, which is possible due to a horizontal relationship between students and teachers. PBL, according to student perception, provides opportunities and enables the construction / reconstruction of student autonomy and dialogicity that are directly related to the exercise of reflection. The reflection here was perceived as having content, metacognition and behavioral/attitudinal aspects. Exercising this reflexivity in its different aspects and being aware of each one of them, the students move towards a really automatic and dialogical learning and not merely an adaptation to the methodology. This research, which is part of the student perception analysis of how resources of a good tutor in the PBL, was able to find ways for tutors to know how in facilitating automatic, active and collaborative learning. The focus groups ratified the findings of the individual interviews and allowed for an improvement in respect, not in the product, but in the teaching-learning process that takes place in PBL.
 
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Fecha de Publicación
2020-11-20
 
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