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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.48.2020.tde-26102020-122149
Documento
Autor
Nome completo
Raquel Sousa Valois
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2020
Orientador
Banca examinadora
Roberto, Lúcia Helena Sasseron (Presidente)
Justi, Rosária da Silva
Moura, Manoel Oriosvaldo de
Nascimento, Luciana de Abreu
Silva, Maíra Batistoni e
Título em português
O estágio em ensino de ciências como possibilidade de envolvimento em comunidades de prática
Palavras-chave em português
Comunidades de prática
Comunidades de práticas científicas
Ensino de Ciências
Formação de professores de Ciências
Resumo em português
Nesta pesquisa caracterizamos e analisamos o envolvimento de estudantes de um curso de Pedagogia em comunidades de prática ao planejar e realizar o estágio de ensino de ciências. Metodologicamente, o trabalho foi organizado em duas etapas. Na primeira, de cunho teórico, discutimos sobre a aprendizagem enquanto prática social, recorrendo aos conceitos de aprendizagem situada, participação periférica legítima e Teoria Social da Aprendizagem, que juntos fundamentaram a abordagem de comunidades de prática. A respeito dessa última, apresentamos suas características, dimensões (empreendimento conjunto, engajamento mútuo e repertório compartilhado) e implicações para o contexto educacional que, por sua vez, levou à ideia de comunidades de prática locais. No contexto do ensino de ciências, aproximamo-nos de autores que defendem a ciência como prática e propõem o ensino e a aprendizagem a partir do olhar sobre as dimensões conceitual, epistêmica, social e material, para possibilitar que as salas de aulas possam se constituir como comunidades de práticas científicas. A partir das relações teórico-metodológicas entre esses referenciais, construímos uma ferramenta constituída de quatro questões para a análise da constituição de "comunidades de práticas locais do ensino de ciências (CoPLEC), que perpassaram os seguintes aspectos: a) finalidades das atividades de estágio; b) envolvimento coletivo, compartilhamento e legitimação de práticas e normas sociais; c) conhecimentos considerados, partilhados e legitimados, e d) recursos utilizados. A segunda etapa da pesquisa, de cunho empírico, foi compreendida pela análise qualitativa de dados obtidos junto a três estagiários de uma disciplina de Metodologia do Ensino de Ciências, em uma universidade pública da cidade de São Paulo. Dentre os resultados destacamos que, para os estagiários que participaram do projeto Clube, foi possível identificar evidências das dimensões de comunidades de prática e de comunidades de práticas científicas, pois estes tiveram oportunidades de negociação de ideias e recursos, que os levaram à criação de responsabilidade mútua. Ao trabalharem coletivamente, identificamos a relação mútua entre esses estagiários, apesar de tensões e conflitos que surgiram, e o reconhecimento público de algumas contribuições dadas por outros. Os recursos adotados foram constantemente revistos, de modo a favorecer a participação dos alunos, que tiveram seus interesses considerados pelos estagiários durante o planejamento e implementação das atividades. Já para a estagiária que implementou o estágio individualmente, embora estivesse também inserida em um grupo, não foi possível identificar o seu envolvimento com o estágio de modo a caracterizar se houve a constituição de uma comunidade de prática. Com base nos resultados teórico-empíricos, defendemos a tese de que as questões analíticas de CoPLEC podem ser relevantes para analisar comunidades de prática no âmbito do ensino de ciências. Além disso, argumentamos a favor de que a organização de aulas em cursos de formação de professores de ciências seja orientada por um problema que envolva os estagiários de modo a trabalharem coletivamente, possibilitando- os coletar e analisar dados, discutir e construir ideias, refletir sobre novos problemas e socializar resultados obtidos a partir das experiências vivenciadas. Os resultados desse estudo podem suscitar interessantes reflexões que levem a novas maneiras de compreender a formação inicial de professores de ciências na perspectiva da constituição de comunidades de prática que almejam alavancar o desenvolvimento profissional desses sujeitos e possibilitar novas compreensões sobre o ensino de ciências como prática.
Título em inglês
Science education's internship as possible involvement in communities of practice
Palavras-chave em inglês
Communities of practice
Communities of science practices
Science education
Science teacher training
Resumo em inglês
This research characterized and analyzed the involvement of students of a Pedagogy course in communities of practice in the planning and making of science educations internship. Methodologically, the paper was organized in two parts. The first, which was theoretical, discussed learning as a social practice, based on the concepts of situated learning, legitimate peripheral participation and Social Leaning Theory, which grounded the communities of practice approach. About this one, it is introduced the characteristics, dimensions (joint enterprise, mutual engagement and shared repertoire) and implications for the educational field, that is near of the idea of local communities of practice. In the context of science education, it is close to authors who advocate science as a practice and put learning from the look about conceptual, epistemic, social and material dimensions, so classrooms become communities of science practice. From the theoretical and methodological relations between the references, it was built an instrument that had four questions for the analysis of local communities of practice of science education (LCoPSE) that permeated the following aspects: a) purposes of the internship activities; b) collective involvement, sharing and legitimating of practices and social norms; c) considered, shared and legitimized knowledge; d) resources used. The second step of the research was empirical, and embraced a qualitative analysis of data gained with three interns of the class Methodology of Science Education, from a public university of the city of São Paulo. The results: for the interns who attended the Club project, it were identified dimensions of communities of practices and communities of science practices, for they had the opportunity of negotiate ideas and resources, which created mutual engagement. By working together, it was identified the mutual relationship between the interns, despite of conflicts that appeared, and the public recognition of some contributions given by others. The resources elected were constantly reviewed, so the students could take part of the process, and they had their interests considered by the interns during the planning and making of activities. However, for the intern who performed the internship individually, despite also in a group, it wasnt possible to identified involvement in the internship to characterize if there was the formation of a community of practice. With the theoretical and empirical results, the thesis aim is that analytical questions of LCoPSE can be relevant to the analysis of communities of practice in the science education field. Furthermore, aim for the teaching organization in teachers training courses be guided by a issue involving the interns, for the collective working, making possible the gathering and analysis of data, discussions and shaping of ideas, reflection on new matters and socializing data gained in lived experiences. The results of this study may provoke interesting reflections that lead to new ways of comprehend the initial science teacher training, in the perspective of communities of practice formation that crave promote professional development and make possible new understanding about science education as a practice.
 
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Data de Publicação
2020-11-12
 
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