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Disertación de Maestría
DOI
https://doi.org/10.11606/D.48.2019.tde-09112020-170013
Documento
Autor
Nombre completo
Andre Albuquerque Mourão
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2019
Director
Tribunal
Lajonquière, Leandro de (Presidente)
Brito, Maria Teresa Alencar de
Revah, Daniel
Título en portugués
A música entre a educação e a pedagogia: uma análise a partir da obra de R. Murray Schafer
Palabras clave en portugués
Educação
Educação musical
Pedagogia musical
Psicanálise e educação
R. Murray Schafer
Resumen en portugués
A partir de escritos do músico R. Murray Schafer (1991; 2011) e de interpretações que se fazem deste autor no Brasil, o presente trabalho busca confrontar diferentes leituras e perspectivas sobre educação. Valendo-nos de referenciais dos estudos de psicanálise na educação, bem como do campo da filosofia, descrevemos e argumentamos acerca daquilo que, no ato educativo, aparece como característica estruturante da nossa condição humana, isto é, o fato de ser a natalidade (Arendt, 2014) o real de toda educação. Assim, destacamos o caráter essencialmente indeterminado de toda educação e sua dimensão mais profunda, ligada à transmissibilidade de marcas simbólicas no campo da palavra e da linguagem (Lajonquière, 1999; 2010) através dos tempos. Por outro lado, ao mesmo tempo em que mostramos que a esfera pedagógica pode ser um importante reflexo de movimentos no campo político que incidem sobre o educacional, destacamos que sua dimensão na educação é sempre de ordem contingencial. A separação entre ação política e atividade educacional (Carvalho, 2017) nos permite entender com mais clareza tal questão. Acontece que com a emergência de discursos da pedagogia moderna, atravessados por toda sorte de cientificismos, consolida-se uma ideologia baseada na crença de que os efeitos de uma educação poderiam ser premeditados e controlados a partir de equações que ajustariam as ações externas (adultas) à suposta realidade da criança. Dentre eles, o dicurso(psico)pedagógico hegemônico (Lajonquière, 1999) evidencia uma forma particular que nossa cultura tem de sonhar a relação entre adultos e crianças, animada por um desejo adulto de imaginar- se como um mero administrador técnico de fatores coadjuvantes ao ato educativo, esvaziando assim a educação de seu sentido histórico, contido na sempre arbitrária transmissão de alguma tradição. Então, no contexto desta dissertação, tais questões tomam forma nos debates acerca do ensino de música nos quais Schafer se inclui, tanto como pensador quanto como referência para uma certa parcela da área especializada. Nesse sentido, evidenciamos, primeiramente, a interpretação que ocorre quando este autor é lido na chave do dilema imaginário do discurso (psico)pedagógico hegemônico e que resulta na pasteurização e instrumentalização de suas ideias, transformadas, então, em antídoto contra um suposto ensino de música desatualizado. Na contramão de tais leituras, que fazem de Schafer um modelo a ser seguido com vistas a controlar os efeitos educativos sonhados, nós o lemos enquanto um educador possível; um narrador de suas experiências no mundo da música, que dá relato testemunho do desejo que anima a sua palavra de mestre. Dessa forma, apresentamos por vezes recorrendo às entrelinhas de sua obra um Schafer que assume responsabilidade pelo legado musical humano e que não renuncia à tarefa de apresentar um mundo possível àqueles mais jovens que com efeito trarão a sempre inesperada novidade à tradição.
Título en inglés
Music between education and pedagogy: an analysis based on the work of R. Murray Schafer
Palabras clave en inglés
Education
Music education
Music pedagogy
Psychoanalysis and education
R. Murray Schafer
Resumen en inglés
Based on the writings of the musician R. Murray Schafer (1991; 2011) and the interpretations that are made about this author in Brasil, the present work seeks to compare different readings and perspectives on education. Using as references the Psychoanalytical studies on education as well as the field of Philosophy, we will describe and argue about what, in the educational action, appears as a distinctive key of our human condition, i.e., the fact that natality (Arendt, 2014) is the real of every education. This implies emphasizing the essentially undetermined character of every education and its more profound dimension, connected to the transmissibility of symbolical marks in the field of speech (Lajonquière, 1999; 2010) throughout times. In addition, while we demonstrate that the pedagogical area can be an important reflection of movements in the political field which affects education, we emphasize that its dimension is always uncertain. The separation between political action and educational activity (Carvalho, 2017) helps us understand the matter more clearly. It turns out that with the emergence of modern pedagogy speeches, brought up by all types of scientificisms, we observe the consolidation of an ideology based on the belief that educational effects can be premeditated and controlled by solutions which adapt external (adult) actions to the supposed reality of children. Among such, the (psycho)pedagogic hegemonic speech (Lajonquière, 1999) demonstrates the particular way in which our culture dreams of the relationship between adults and children, animated by the adult desire to consider himself as a mere administrator of coadjuvant factors in the educational activity, depriving therefore education of its historical meaning, always enclosed in the arbitrary transmission of some tradition. Thus, within the context of this dissertation, such matters take shape in the discussion about music education that includes Schafer, both as a thinker and as a reference for a certain segment of the specialized area. In this way we show, first and foremost, the interpretation that occurs when the author is read in the key of the imaginary dilemma of the hegemonic (psycho)pedagogic speech that results in the pasteurization and orchestration of his ideas, then transformed into an antidote against an alleged outdated music education. In another direction, contrary to the position of these interpretations which turn Schafer into a model to be followed to better monitor the dreamed educational effects, we understand him as one possible educator; a narrator of his own experiences in the world of music, who tells us about testifies the desire which enlivens his word as a master. Therefore, we present sometimes reading between the lines in his work a Schafer who takes responsibility for the human musical legacy and doesnt renounce to the task of presenting a possible world to the younger ones whom in effect will always bring unexpected innovation into tradition.
 
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Fecha de Publicación
2020-11-11
 
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