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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.47.2020.tde-28042021-203157
Documento
Autor
Nome completo
Pamela Yuki Igarasi Barbosa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2020
Orientador
Banca examinadora
Piemonte, Maria Elisa Pimentel (Presidente)
Mendes, Felipe Augusto dos Santos
Oliveira, Tatiana de Paula
Título em português
Efeitos da realimentação cinestésica promovida pelo fisioterapeuta durante o treinamento com video games sobre a funcionalidade de pessoas com doença de Parkinson: um ensaio clínico randomizado cego
Palavras-chave em português
Classificação internacional de funcionalidade
Doença de Parkinson
Fisioterapia
Incapacidade e saúde
Reabilitação
Realidade virtual
Resumo em português
INTRODUÇÃO: Apesar de evidências indicarem o benefício de intervenções motoras baseadas em video games para pessoas com Doença de Parkinson (DP), ainda não foram definidas as diretrizes para seu uso terapêutico na fisioterapia. Embora a realimentação visual e auditiva fornecida pelos video games serem apontadas como um das principais vantagens para o seu uso terapêutico, os efeitos de estímulos cinestésicos oferecidos por meio da intervenção manual do fisioterapeuta durante este tipo de treinamento em pessoas com DP ainda não foram estudadas. A resposta a essa questão é relevante para nortear a conduta do fisioterapeuta durante esse tipo de intervenção. OBJETIVO: Comparar se os efeitos de um treinamento motor por meio de video games realizado com e sem estímulos cinestésicos oferecidos por meio da intervenção manual do fisioterapeuta durante o treinamento sobre a funcionalidade de pessoas com DP. MÉTODOS: Foi realizado um ensaio clínico randomizado cego em indivíduos com diagnóstico de DP idiopática. Os participantes foram randomizados em dois grupos: Grupo com intervenção manual do terapeuta (GCA) e Grupo sem intervenção manual do terapeuta (GSA). Participaram deste estudo 40 pessoas com diagnóstico de DP idiopática, conforme os critérios do Bank of London; com idade média de 63.78 (7.58) e nos estágios de 1 a 3 segundo escala de Hoehn e Yahr. Ambos os grupos realizaram 8 sessões individuais, duas vezes por semana, durante 4 semanas. Cada sessão consistia de 10 minutos de aquecimento e 40 minutos de treinamento com video games para equilíbrio e marcha. Os participantes do GCA receberam estímulos cinestésicos por meio da intervenção manual do fisioterapeuta. Os participantes do GSA não receberam nenhum tipo de estimulação cinestésica do fisioterapeuta durante os jogos. Ambos os grupos recebiam a realimentação visual e auditiva oferecida pelo sistema do video game. Todos os participantes foram avaliados antes do treinamento (AT), 7 (DT) e 60 (follow-up - FU) dias após o término do treinamento. As avaliações foram conduzidas por um fisioterapeuta cego. As medidas 9 foram categorizadas de acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), sendo estabelecidas como medidas primárias àquelas associadas com o nível de atividade: Balance Evaluation Systems Test (BESTest); Escala de Eficácia de Quedas Internacional (FES-I); Teste de Marcha em 30 segundos; Teste de caminhada de seis minutos (Six Minute Walk Distance ou 6MWD); Teste de Levantar e Sentar 5x (FTSTS) e sessão II da Unified Parkinsons Disease Rate Scale (UPDRS). Como medidas secundárias, adotou-se a avaliação da função pela sessão III da UPDRS; Teste de Virar Rápido; Montreal Cognitive Assessment (MOCA); Geriatric Depression Scale (GDS-15), e participação pelo Parkinsons Disease Quality of Life Questionnarie (PDQ-39). ANÁLISE ESTATÍSTICA: Foi realizada ANOVA para medidas repetitivas, utilizando-se como fatores grupos (GCT e GST) e avaliações (AT, DT e FU). Seguida pelo pós teste de Tukey para os fatores de significância. Foi considerada uma significância de 5%. RESULTADOS: Foram observadas melhoras significativas no nível de atividade, para os testes BESTest, 30sWT, na FES-I, FTSTS, e na UPDRS sessão II, assim como nos níveis de função e participação, como revelado pelos resultados na sessão III da UPDRS, Teste de Virar Rápido e PDQ-39 em ambos os grupos, que mantiveram-se no momento FU. Entretanto, não foram encontradas alterações significativas para 6MWD; MOCA e GDS-15. CONCLUSÃO: O treinamento por meio de video games é efetivo para melhora da funcionalidade de pessoas em estágios iniciais da DP, independente da adição de realimentação cinestésica por meio da intervenção manual do fisioterapeuta durante o treino.
Título em inglês
Effects of kinesthetic feedback provided by the physiotherapist during video games training on the functionality of people with Parkinson's disease: a blind randomized clinical trial
Palavras-chave em inglês
Disability and health
International classification of functioning
Parkinsons disease
Physical therapy specialty
Rehabilitation
Virtual reality
Resumo em inglês
BACKGROUND: Despite evidences indicate the benefit of motor interventions based on video games in people with Parkinsons Disease (PD), practice guidelines for the therapeutic use in physiotherapy were still not established. Although visual and auditory feedback provided by video games are pointed as one of the main advantages for its therapeutic use, the effects of kinesthetic stimuli offered through physical therapist manual intervention during this type of training in people with PD have not been investigated yet. The answer to this question is relevant to guide the physical therapist conduct during this kind of intervention. PURPOSE: To compare the effects of motor training using video games with and without kinesthetic stimuli offered by physical therapist manual intervention during intervention on the functionality of people with PD. METHODS: A blind randomized clinical trial in people with idiopathic PD was performed. Participants were randomized into two groups: the Movement Guidance Group (MVG) and NO-MVG Group. Forty people diagnosed with idiopathic PD participated in this study, according with the Bank of London criteria; with an average age of 63.78 (7.58); staging of 1 to 3 according to disability scale of Hoehn and Yahr. Both groups received 8 individual sessions, twice a week, for 4 weeks. Each session consisted of 10 minutes of warm-up and 40 minutes of VR training for balance and gait. In the MVG Group, the PT provided kinesthetic stimuli by assisting manually the participant movements. In the NO-MVG Group, the involvement of the PT was restricted to ensure participant safety. The two groups were evaluated before (BT) and after (AT) training and after 60 days (follow-up). A blind physiotherapist conducted the assessments. Measurements were categorized according to the International Functioning Classification (ICF), those associated with the activity level were established as primary measures: Balance Evaluation Systems Test (BESTest); International Falls Effectiveness Scale (FES-I); 30-second Gait Test; Six Minute Walk Distance (6MWD); Five Times Sit to Stand Test (FTSTS) and Unified Parkinson's 11 Disease Rate Scale (UPDRS) session II. Secondary measures were the evaluation of function using UPDRS session III; Rapid Turns Test (RTT); Montreal Cognitive Assessment (MOCA); Geriatric Depression Scale (GDS-15), and participation using the Parkinson's Disease Quality of Life Questionnaire (PDQ-39). STATISTICAL ANALYSIS: An ANOVA to repeated measures was used, having as factors: group (MVG Group and NO-MVG Group) and evaluations (BT, AT and FU). Followed by post hoc Tukey Test to the significance factors. A significance of 5% was considered. RESULTS: Significant improvements in activity level were observed in the BESTest, 30sWT, FES-I, FTSTS and UPDRS session II tests, as well as in function and participation levels, as revealed by results in the UPDRS session III, RTT and PDQ-39 in both groups, which remained at FU. However, no significant changes were found in 6MWD; MOCA and GDS-15. CONCLUSION: Exergames training is effective for improving the functionality of people in the early stages of PD, regardless of the physical therapist's manual intervention during training
 
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Data de Publicação
2021-04-30
 
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