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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.47.2000.tde-20012011-111355
Documento
Autor
Nome completo
Maria Geralda Viana Heleno
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2000
Orientador
Banca examinadora
Rosa, Jose Tolentino (Presidente)
Campos, Elisa Maria Parahyba
Guimaraes, Liliane
Simon, Ryad
Yamamoto, Kayoko
Título em português
Organizações Patológicas e Equilíbrio Psíquico em Pacientes Diabéticos Tipo 2
Palavras-chave em português
Diabetes
Escala diagnóstica adaptativa operacionalizada
Mecanismos de defesa
Psicanálise
Relações de objeto
Teste de relações objetais de Phillipson
Resumo em português
Através da prática clínica, notamos em alguns pacientes diabéticos uma resistência paralisadora crônica que impede o tratamento. Eles parecem não se darem conta do que se passa com eles e vivem como se o não tratamento fosse algo bom. Sentem-se protegidos e têm a convicção de que nada irá acontecer-lhes. Eles garantem que não sentem nada, nenhum sinal de complicação aguda ou crônica. Pensamos que esta proteção perversa pode ser compreendida a partir do estudo das organizações patológicas. Elas oferecem grande resistência a mudanças e a experiências de dependência de objeto. Os objetivos desta pesquisa foram: (1) avaliar o grau de eficácia adaptativa e os episódios de crise; (2) avaliar a dinâmica emocional e o equilíbrio adaptativo do ego, visando a compreensão do sistema tensional inconsciente principal, que pode identificar, ou não, a presença das organizações patológicas; (3) correlacionar o grau de eficácia adaptativa com a presença ou não das organizações patológicas; (4) correlacionar o grau de equilíbrio adaptativo do ego com a intensidade da ação das organizações patológicas e (5) correlacionar a qualidade do controle glicêmico com a presença ou não das organizações patológicas. Os instrumentos utilizados foram a Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada - EDAO e O Teste das Relações Objetais de Phillipson - TRO. O controle da glicemia foi determinado através de exames de laboratório. Foram sujeitos desta pesquisa 30 pacientes diabéticos do tipo 2, amostra representativa e imparcial de uma população de 113 pacientes diabéticos atendidos no primeiro semestre de 1999 na Liga dos estudantes para o atendimento do pacientes diabético - LIGA, do Centro de Diabetes da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. Os sujeitos, de ambos os sexos, tinham idade entre 44 e 62 anos e foram divididos em dois grupos. O grupo I era formado por 15 pacientes com bom controle glicêmico e o grupo II, por 15 pacientes com mau controle. Os dois grupos foram controlados por seis meses, durante os quais as recomendações da Sociedade Brasileira de Diabetes - SBD(1999) foram utilizadas para determinar a qualidade do controle glicêmico. A partir deste critério os grupos foram definidos. Os pacientes com glicose plasmática de jejum (GJ) < 126 mg/dl e Glicose Casual (GC) < 200 mg/dl foram considerados de bom controle e formaram o Grupo I. Acima ou igual a estes valores, Grupo II, de mau controle. Os resultados mostraram que existe forte correlação entre a eficácia adaptativa e o equilíbrio interno do ego com a qualidade do controle glicêmico. Assim, quanto melhor o nível da adaptação, melhor o controle glicêmico. Da mesma forma, quando as relações de objeto tendem à adaptação ou são positivas, melhor o controle glicêmico. Quanto à presença das organizações patológicas, a análise através da EDAO e do TRO mostrou que no Grupo I, de bom controle, não foi observada a presença destas organizações. Estes pacientes apresentavam respostas que, cumulativamente, geravam a melhora ou manutenção da eficácia adaptativa. O equilíbrio do mundo interno gerava a possibilidade de adaptação às situações. No Grupo II, de mau controle, pôde-se observar a presença e a intensidade das organizações patológicas. Estes pacientes apresentavam respostas que impediam qualquer tipo de progresso, reduzindo de forma significativa a eficácia adaptativa. No TRO, da mesma forma, observou-se no Grupo II a imobilização ou paralisação frente às situações, fenômeno característico das organizações patológicas.
Título em inglês
Pathological Organizations and Psychological Balance in Patients with Type II Diabetes
Palavras-chave em inglês
Adaptive Operational Diagnostic Scale
Defense mecanisms
Diabetes
Object relations
Phillipson Object Relations Test
Psychoanalysis
Resumo em inglês
We observed, through clinical practice, that some diabetes patients presented a chronic paralyzing resistance which blocks treatment. They do not seem to realize what is going on with them and live as if the treatment were not a beneficial thing. They feel protected and are sure that nothing will happen to them. They assure that they do not feel anything, any signs of either acute or chronic complications. We think that such wicked protection can be understood from the study of the pathological organizations. These organizations offer great resistance to changes and object-dependant experiences. The purposes of this study were: (1) to assess the level of adaptive effectiveness and the crisis episodes; (2) assess the emotional dynamics and the adaptive balance of the ego, aiming at understanding the main unconscious stressing system, which might identify the presence or absence of pathological organizations; (3) to correlate the level of adaptive effectiveness with the presence or absence of pathological organizations; (4) to correlate the level of adaptive balance of the ego with the intensity of action of the pathological organizations; and (5) to correlate the quality of the control of glycemia with the presence or absence of pathological organizations. The instruments used were the Adaptive Operational Diagnostic Scale (Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada EDAO) and the Phillipson Object Relations Test (Teste das Relações Objetais de Phillipson TRO). The control of glycemia was determined by laboratory tests. Along this study, 30 Type II diabetes patients were observed, which represents a significant and impartial sample from a population of 113 diabetes patients treated during the first half of 1999 at the Students league for the treatment of diabetes patients (LIGA), from the Diabetes Center of Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. The patients, from both genders, were aged from 44 to 62 and were divided into two groups. Group I had 15 patients with a good control of glycemia whereas Group II had 15 patients with a bad one. Both groups were controlled for six months, along which they applied the recommendations from the Brazilian Society for Diabetes (Sociedade Brasileira de Diabetes SBD - 1999) in order to determine the quality of the control of glycemia. From this criterion the groups were defined. Patients with Plasmatic Fast Glucose (GJ) < 126 mg/dl and Casual Glucose (GC) < 200 mg/dl were considered as having a good control and so they were part of Group I. Figures above or equal to these values were included in Group II, as having a bad control. The results showed that there is a strong correlation between the adaptive effectiveness and the internal balance of the ego with the quality of the control of glycemia. Therefore, the higher the level of adaptation, the better the control of glycemia. Likewise, whenever the object relations either tend to adaptation or are positive, the better the control of glycemia. As for the presence of pathological organizations, the analysis through EDAO and TRO showed that in Group I, with a good control, such organizations were not observed. These patients presented responses which, on a cumulative basis, generated either the improvement or maintenance of the adaptive effectiveness. The balance of the inner world generated the possibility of adaptation to situations. In Group II, with a bad control, we observed the presence and intensity of pathological organizations. These patients presented responses that blocked any type of progress, thus significantly the adaptive effectiveness. In TRO, likewise, we observed that in Group II the immobilization or paralysis before situations, which is a typical phenomenon of pathological organizations.
 
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helenomgv_do.pdf (466.84 Kbytes)
Data de Publicação
2011-01-20
 
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