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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.47.2020.tde-19102020-164547
Documento
Autor
Nome completo
Carolina Escobar de Almeida Prado
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2020
Orientador
Banca examinadora
Estevão, Ivan Ramos (Presidente)
Faria, Michele Roman
Mezan, Renato
Título em português
Possíveis impasses e desdobramentos clínicos da teoria da cultura de Sigmund Freud
Palavras-chave em português
Civilização
Clínica
Cultura
Mal-estar
Psicanálise
Resumo em português
Esta dissertação insere-se no campo da Psicologia Clínica. Como tema de pesquisa, elegeu-se a teoria da cultura de Sigmund Freud, visando contribuir com a comunidade analítica e científica com os possíveis impasses da clínica psicanalítica. Por meio de uma pesquisa qualitativa de caráter exploratório, percorreremos os textos freudianos respeitando a cronologia das publicações até 1930, visando investigar quando e de que forma a teoria da cultura é estabelecida, assim como quais são os desdobramentos teórico-clínicos de sua presença. Quando Freud inclui os movimentos e manifestações da cultura como um dos pilares do desenvolvimento de seu pensamento, nos afasta da possibilidade de redução da Psicanálise a uma especialidade terapêutica, e de seu método de investigação a uma técnica aplicável em caráter universal e atemporal. O percurso realizado permite o recolhimento de que nem sempre a cultura fez parte do arcabouço teórico da Psicanálise, ainda que seu caráter proibitivo tenha sempre sido considerado. Por conta disso, o encontro entre pulsão e cultura sempre se dá a partir da lógica do conflito; porém, nem sempre do mesmo jeito ou a partir de um mesmo ponto de contato. Além disso, fica evidente que a cultura não pode ser tomada como sinônimo de proibição, já que ao mesmo tempo em que restringe, também exerce as importantes funções de mediação dos laços entre os humanos, de manutenção da vida e, também, de criação de um campo de possibilidades para a satisfação pulsional. A todo momento nos depararemos com a máxima de que teoria e clínica não podem ser vistas, pensadas e operadas de forma desarticulada. Diante disso, propusemos uma chave de leitura que considera três dimensões a serem consideradas na clínica psicanalítica: a do particular, ligada à dimensão sócio-político-cultural; a do universal, ligada ao pressuposto de que podemos encontrar a presença das pulsões em todos os humanos; e a do singular, ligada à solução que cada um encontra para dar destino às suas pulsões nas particularidades onde está inserido. Dito isso, em sua dimensão antropológica a teoria da cultura psicanalítica estaria como pano de fundo a todos aqueles que se submetem às proibições da cultura. Esta leitura permite que as categorias social e individual não sejam pensadas em oposição, pois frente à proibição que impede a todos o acesso à experiência de satisfação plena, temos a cultura, que assegura o pacto social e, para isso, impõe restrições, mas que também possibilita a criação de vivências fraternas e de cuidado, rituais de compartilhamento e de criação de laços e formas de expressão coletivas. Há, ao mesmo tempo, a criação de um lugar psíquico e social
Título em inglês
Possible impasses and clinical unfolding from the Sigmund Freud's theory of culture
Palavras-chave em inglês
Civilization
Clinic
Culture
Malaise
Psychoanalysis
Resumo em inglês
This dissertation is part of the domain of Clinical Psychology. As a research theme, the Sigmund Freud's theory of culture was chosen in order to contribute to the analytical and scientific community with the possible impasses of the psychoanalytic clinic. Through an exploratory qualitative research, we will go through Freudian texts respecting the chronology of publications until 1930, aiming to investigate when and how the theory of culture is established, as well as what are the theoretical and clinical developments of its presence. When Freud includes the movements and manifestations of culture as one of the pillars of the development of his thinking, he distances us from the possibility of reducing psychoanalysis to a therapeutic specialty and his method of investigation in a technique applicable in a universal and timeless character. The route taken allows us to recall that culture was not always part of the theoretical framework of psychoanalysis, even though its prohibitive character has always been considered; because of this, the encounter between drive and culture always takes place from the logic of the conflict; however, not always in the same way or from the same point of contact. Furthermore, it is clear that culture cannot be taken as a synonym for prohibition; since, at the same time as it restricts, it also performs the important functions of mediating ties between humans, maintaining life and, also, creating a field of possibilities for drive satisfaction. At all times, we will be faced with the maxim that theory and clinic cannot be seen, thought and operated in a disjointed way. Therefore, we have proposed a reading key that considers three dimensions to be considered in psychoanalytic clinic: that of the private, connected the socio-political-cultural dimension; that of the universal, linked to the assumption that we can find the presence of drives in all humans; and that of the singular, linked to the solution that each one finds to give destination to his drives in the particularities where he is inserted. That said, in its anthropological dimension, the theory of psychoanalytic culture would be the backdrop for all those who submit to the prohibitions of culture. This reading allows the categories 'social' and 'individual' not to be considered in opposition, because in view of the prohibition that prevents everyone from accessing the experience of full satisfaction, we have the culture that ensures the social pact and, for that, imposes restrictions; but it also enables the creation of fraternal and caring experiences, rituals of sharing and creating bonds and collective forms of expression. There is, at the same time, the creation of a psychic and social place
 
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prado_corrigida.pdf (1.65 Mbytes)
Data de Publicação
2020-10-19
 
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