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Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.47.2012.tde-07022013-101626
Document
Author
Full name
Laura Fernandes Merli
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2012
Supervisor
Committee
Gomes, Isabel Cristina (President)
Sei, Maíra Bonafé
Souza, Audrey Setton Lopes de
Title in Portuguese
Quando a parentalidade surge antes que a conjugalidade
Keywords in Portuguese
Conjugalidade
Família
Parentalidade
Psicanálise
Transmissão psíquica
Abstract in Portuguese
Na contemporaneidade o modelo tradicional de família cede lugar a múltiplos arranjos familiares, que vêem sendo aceitos e legitimados pela sociedade. Observa-se uma família contemporânea, que sofre com alto número de divórcios e a permanência de uma necessidade das pessoas em continuarem se relacionando. A parentalidade e a conjugalidade encontram-se dissociadas e os papéis feminino e masculino permitem diferentes variações. Esta pesquisa teve como objetivo compreender o estabelecimento da conjugalidade a partir de uma gravidez, buscando refletir acerca da possibilidade de estruturação de um vínculo de casal na interface com o parental, bem como, das influências da transmissão psíquica familiar neste tipo de formação conjugal. Para tanto, a amostragem foi constituída por quatro casais na faixa etária dos 25 aos 35 anos, que estavam casados legalmente ou vivendo juntos por um período mínimo de três anos e máximo de oito anos, relações estas precedidas e determinadas pela concepção do primeiro filho. A metodologia aplicada foi da pesquisa clínico-qualitativa proposta por Turato. Os dados foram coletados através de um roteiro de entrevistas semi-dirigidas e gravadas. Os resultados apontaram a presença de dificuldades na construção e vivência de uma conjugalidade plena e independente da parentalidade, observando-se uma identidade conjugal enfraquecida, em detrimento do exercício da função parental. As famílias de origem exerceram grande influência na estruturação e manutenção da dinâmica conjugal e familiar, os filhos ocuparam o papel de mediadores e mantenedores da conjugalidade, impedindo a construção de um espaço de intimidade do casal, denotando para a impossibilidade dos mesmos em se depararem diretamente com o outro da relação e, por assim dizer, constituírem uma conjugalidade propriamente dita. Acredita-se que a constituição do vínculo conjugal tenha por função manter recalcado a impossibilidade de saírem da posição de filhos e tornarem-se sujeitos de si. Concluiu-se que os participantes da pesquisa, por encontrarem-se ainda muito determinados pelas famílias de origem, reproduzem o modelo tradicional de família sem a possibilidade de exercerem a criatividade permitida pelos novos arranjos contemporâneos
Title in English
When parentality comes before conjugality
Keywords in English
Conjugality
Family
Parentality
Psychic transmission
Psychoanalysis
Abstract in English
In contemporary times the traditional family model yields to different family structures, which have been accepted and legitimized by society. A contemporary family can be observed, suffering from a high number of divorces and the permanence of peoples need to continue relating. The conjugality and parentality are dissociated and the female and male roles allow different variations. This research aimed to understand the establishment of conjugality based on a pregnancy, trying to reflect on the possibility of structuring a satisfactory couple bond at the interface with the parental as well as the influences of family psychic transmission in this type of marital formation. The sample was composed of four couples aged 25 to 35, who were legally married or living together for a minimum period of three years and a maximum of eight years; these relations were preceded and determined by the conception of the couples first child. The methodology used was the clinical-qualitative research proposed by Turato. The data was collected through a script of semi-structured interviews recorded. The results indicated the presence of difficulties in building and living a conjugality full and independent of parentality, observing a weakened marital identity rather than the exercise of parental function. The families of origin exercised great influence on the structuring and maintenance of marital and family dynamics; the children took on the role of conjugality mediators and supporters, preventing the construction of an intimate space for the couple, showing their impossibility to face directly each other in the relationship, in other words, constituting a conjugality itself. It is believed that the constitution of the marital bond had a function to repress the impossibility of leaving the position of children and becoming subjects themselves. It has been concluded that the research participants, because they still keep themselves very determined by the families of origin, reproduce the traditional family model excluding the possibility of exercising the creativity allowed by contemporary models
 
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merli_corrigida_me.pdf (958.48 Kbytes)
Publishing Date
2013-02-19
 
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