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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.47.2021.tde-12082021-222310
Documento
Autor
Nome completo
Yago Luksevicius de Moraes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2021
Orientador
Banca examinadora
Valentova, Jaroslava Varella (Presidente)
Benvenuti, Marcelo Frota Lobato
Castro, Felipe Nalon
Tavares, Hermano
Título em português
Jogos como competições por status e parceiros: uma análise evolucionista de por que adultos jogam
Palavras-chave em português
Adultos
Diferenças individuais
Jogos
Teoria evolucionista
Resumo em português
Apesar das semelhanças com brincadeiras, jogos são teorizados como tentativas voluntárias de superar obstáculos desnecessários seguindo regras arbitrárias autodebilitantes. Essas formas de entretenimento são ubíquas, normalmente realizadas por adultos e têm robustas diferenças de gênero transculturais, mas foram pouco consideradas pelas teorias evolucionistas. Duas hipóteses evolucionistas têm tentado explicar por que adultos jogam: para selecionar parceiros e para competir por recursos/status. Assim sendo, nosso objetivo foi investigar a relação entre a propensão para jogar, medida pelo Investimento em Jogos, e variáveis associadas à obtenção de parceiros e de status. Para isso, um questionário foi aplicado a 1470 adultos brasileiros perguntando sobre seus hábitos de jogo, informações sociodemográficas e a escala OLIW. Ao todo, foram obtidas 939 respostas válidas aqui analisadas. Usamos regressões lineares e uma análise de caminho para investigar possíveis preditores de investimento em jogos. Os resultados apontam que investir em jogos está associado a busca por status nas comunidades de jogadores, mas não encontrou fortes evidências de que jogos atraiam mais parceiros ou estejam relacionados à personalidade brincalhona. Assim, a propensão para jogar pode ter evoluído como uma competição não-letal por status. Questões contemporâneas podem ter impactado os resultados e são discutidas sugestões para futuros estudos
Título em inglês
Not informed by the author
Palavras-chave em inglês
Adults
Evolutionary theory
Gaming
Individual differences
Resumo em inglês
Despite their similarity with play, games are theorized as voluntary attempts to overcome unnecessary obstacles following self-handicapping arbitrary rules. These forms of entertainment are universal, usually played by adults, and have robust cross-cultural gender differences, but have received little attention from evolutionary theories. Two evolutionary hypotheses have tried to explain why adults play: to select mates and to compete for resources/status. This way, our goal was to investigate the relationship between gaming propensity, measured through Gaming Investment, and variables related to mating and status-gaining. To do so, we surveyed 1470 Brazilian adults about their gaming habits, sociodemographic data and playfulness (OLIW scale). Then, we used linear regressions and path analyses to investigate possible predictors of Gaming Investment. Results point out that Gaming Investment is related to status-seeking in gamers communities, meanwhile it shows no strong evidences that gaming may attract more mates or that it is related to playfulness. Therefore, gaming propensity may have evolved as a non-lethal competition for status. Modern issues may have impacted the results and are discussed suggestions for future studies
 
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moraes_corrigida.pdf (1.73 Mbytes)
Data de Publicação
2021-08-13
 
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