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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.47.2014.tde-02102014-145216
Documento
Autor
Nome completo
William Eduardo Patarroyo Serna
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2014
Orientador
Banca examinadora
Mijares, Miriam Garcia (Presidente)
Felicio, Luciano Freitas
Gonçalves, Fábio Leyser
Título em português
Avaliação do treino com estímulos discriminativos e condicionados sobre a autoadministração endovenosa de morfina em ratos
Palavras-chave em português
Administração endovenosa
Autoadministração
Controle de estímulos
Drogas de abuso
Morfina
Ratos
Transferência respondente-operante (PIT)
Resumo em português
Pesquisas com drogas de abuso têm mostrado consistentemente que a apresentação de estímulos ambientais associados ao uso destas substâncias pode induzir comportamentos de busca e autoadministração das mesmas. Existe a hipótese de que o controle que estímulos ambientais adquirem sobre comportamentos de autoadministração e busca por drogas de abuso poderia ser influenciado tanto pela forma de administração da droga, autoadministração (administração ativa) ou heteroadministração (administração passiva), quanto pela contingência (operante ou respondente) em que a droga foi associada com tais estímulos. Foram formados trios compostos por um sujeito de cada grupo (CONT, ACOP e VEÍC) e realizados dois experimentos. Inicialmente os sujeitos de cada trio foram acoplados por meio de caixas experimentais separadas e expostos a tentativas discretas de apresentação dos estímulos luminosos, S1 e S2, simultaneamente. Como consequência do girar a roda operante na presença de S1 por um integrante do grupo CONT, este recebia uma infusão endovenosa de morfina (0,75 mg/kg), e simultaneamente os animais acoplados no trio recebiam uma infusão de morfina na mesma dose (grupo ACOP) ou de veículo (grupo VEÍC). Posteriormente, os sujeitos de todos os grupos foram treinados a pressionar uma barra por infusões endovenosas de morfina, sem contingência discriminativa programada alguma. Para esta fase, no experimento 1, S2 esteve presente durante as sessões experimentais, porém no experimento 2, nenhum S foi apresentado. Finalmente, os estímulos S1 e S2 foram apresentados em tentativas discretas, em condições de extinção. Os resultados mostram que, durante a extinção, o desempenho dos animais do grupo CONT, mas não os dos grupos ACOP e VEÍC, foi condizente com o treino recebido inicialmente (com 80% ou mais de respostas na barra em presença de S1), indicando que foi estabelecido controle discriminativo sobre a autoadministração de morfina no treino sob a contingência operante, mas não sob a respondente. Estes resultados sugerem que comportamentos de autoadministração e busca por drogas de abuso são influenciados tanto pela forma de administração da droga, quanto pelo tipo de contingência em que uma droga é associada com estímulos ambientais
Título em inglês
Discriminative and conditioned stimuli training evaluation on intravenous self-administration of morphine in rats
Palavras-chave em inglês
Drug abuse
Intravenous administration
Morphine
Pavlovian to instrumental transfer (PIT)
Rats
Self-administration
Stimuli control
Resumo em inglês
Drug abuse research has consistently shown that presentation of a drug associated with environmental stimuli can induce drug-seeking and drug-administration behaviors. It has been hypothesized that stimuli control over drug-seeking and self-administration behaviors could be influenced by drug administrations nature, self-administration (active administration) or hetero-administration (passive administration), and also influenced by the drug-stimuli association contingency (operant or respondent). Animals were exposed to right jugular vein catheterization procedure. Groups Contingent (C), Yoked (Y) and Toked Saline (YS) were formed randomly after recovery. Yoked triads were formed with one subject from each group and two experiments were executed. Initially a discriminative training (light stimuli S1 and S2 discrete trials) was presented to triads. Each time C S group member turned an instrumental wheel in presence of S1, simultaneously, an intravenous morphine infusion (0.75 mg/kg) were administrated to that subject and yoked Y group member, as well as an intravenous saline infusion was administrated to yoked YS group member, in every triad. Afterward all subjects were individually trained to lever-press for an intravenous morphine infusion with no discrimination contingency programed. In this phase, S2 was presented through sessions in Experiment 1, while in Experiment 2 no S were presented. After achieving response stability, subjects were exposed to extinction sessions. Stimuli S1 and S2 discrete trials were presented but no consequences were programed for bar-press responses. Results show that only C groups performance was consistent with the previously received discriminative training (80% or more of bar-press responses in S1 presence) during extinction sessions, indicating that an operant training, but not a respondent training, successfully established morphine self-administration discriminative control. These results suggest that self-administration behaviors are in fact influenced by drugs administration nature and also by the drug-stimuli association contingency
 
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serna_corrigida.pdf (1.77 Mbytes)
Data de Publicação
2014-10-07
 
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