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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.47.2012.tde-21092012-105601
Documento
Autor
Nome completo
Marise Bartolozzi Bastos
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2012
Orientador
Banca examinadora
Kupfer, Maria Cristina Machado (Presidente)
Almeida, Sandra Francesca Conte de
Faria, Michele Roman
Lajonquière, Leandro de
Vorcaro, Angela Maria Resende
Título em português
Incidências do educar no tratar: desafios para a clínica psicanalítica da psicose infantil e do autismo
Palavras-chave em português
Autismo
Clínica ampliada
Educação
Psicanálise
Psicose infantil
Resumo em português
A proposta do presente trabalho foi examinar as incidências do educar no tratar para pensar os desafios de uma clínica psicanalítica da psicose infantil e do autismo. Muitos trabalhos vêm discutindo as contribuições da psicanálise para a educação, ou seja, as incidências do tratar no educar; nossa proposta aponta em outra direção, ou seja, propusemo-nos a pensar as muitas incidências do educar no tratar. Buscamos perseguir a presença do educativo no tratamento, de modo a fazer ressaltar sua dimensão terapêutica na clínica da psicose infantil e do autismo, apontando então para uma clínica ampliada, na qual a educação tem uma especial participação. Elegemos três eixos temáticos a serem percorridos para dar sustentação às nossas proposições, a saber: as incidências do educar no tratar, a clínica psicanalítica da psicose infantil e do autismo, o trabalho de Educação Terapêutica com a escrita. Ao examinarmos as incidências do educar sobre o tratar, encontramos diferentes sentidos para o ato educativo que, ao ser aplicado no tratamento de crianças psicóticas e autistas terão, como consequência, diferentes direções de tratamento. Com o médicopedagogo Jean Itard temos a incidência do educativo no nascimento do tratamento psiquiátrico da criança: encontramos aí uma reeducação. Outros sentidos do educar foram localizados e discutidos. Apresentamos a primeira educação que teria como princípio introduzir o bebê humano no campo da linguagem, a educação do inacabado que, em certa medida, também está referida à primeira educação, pois assinala o campo de cuidados com a primeira infância que promove a constituição psíquica e a educação como transmissão de marcas da cultura, e aqui se incluem as práticas escolares e a aquisição da escrita. O exame da clínica psicanalítica com crianças psicóticas e autistas levou-nos à abordagem do autismo e da psicose infantil como efeito dos entraves dessa educação fundamental ou primeira educação. Como pensar, então, a incidência do educar no tratamento das crianças psicóticas e autistas? Abrimos caminho, então, para pensar uma clínica psicanalítica na qual educar e tratar estariam colocados em uma relação de continuidade, indicando que a psicanálise e a educação não estariam em campos disjuntos. Nosso trabalho examinou o dispositivo da Educação Terapêutica como um conjunto de práticas de tratamento institucional que aposta em um tipo de intervenção que inclui as práticas educacionais pela via do trabalho com a escrita e marca um campo de trabalho na clínica psicanalítica ampliada em que o tratar e o educar podem ser pensados como em uma banda de Moebius, na qual o avesso e o direito apresentam uma continuidade e não uma relação de oposição
Título em inglês
Incidences of educating on the treat: challenges to psychoanalytic clinic of childhood psychosis and autism
Palavras-chave em inglês
Autism
Childhood psychosis
Education
Extended clinic
Psychoanalysis
Resumo em inglês
The purpose of this study was to examine incidences of the education on the treating in addressing the challenges to think of a psychoanalytic clinic of childhood psychosis and autism. Many works have been discussing the contributions of psychoanalysis to education, or the incidences of treating in educating; our proposal points in another direction, ie, we decided to consider the many implications of educating in the treatment. We seek to pursue education in the presence of the treatment so as to indicate its size in the clinical treatment of childhood psychosis and autism, then pointing to an extended clinic, in which education has a special participation. We chose three topics to be covered to give support to our propositions, namely: the incidences of educating in the treatment, the psychoanalytic clinic of childhood psychosis and autism, the work of Therapeutic Education through writing. In examining incidences of education on the case, we find different ways to the educational act which, when applied in the treatment of psychotic and autistic children have, as a consequence, different directions of treatment. With the physician-educator Jean Itard have the impact of education in birth of the child psychiatric treatment: a reeducation find there. Other meanings of education were found and discussed. Here is the first education that would introduce the first human baby in the field of language, education unfinished, to some extent, is also referred to his education, because it shows the field of early childhood care that promotes the psychic and education as transmission of crop marks, and here we include school practices and the acquisition of writing. The examination of the psychoanalytic treatment of psychotic and autistic children led us to approach to autism and childhood psychosis as an effect of the barriers that elementary education or early education. How to think, then, the incidence of educating in the treatment of psychotic and autistic children? We have opened the way, then, to think a psychoanalytic clinic in which to educate and treat would be placed in a relation of continuity, indicating that psychoanalysis and education fields would not be disjoint. Our study examined the device of Therapeutic Education as a set of treatment practices in an institutional commitment that type of intervention that includes educational practices through the work with writing and marks a labor camp in the psychoanalytic magnified when treating and education can be thought of as in a Möbius strip, in which the law inside out and have a continuity and not an adversarial relationship
 
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bastos_do.pdf (2.23 Mbytes)
Data de Publicação
2012-10-08
 
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